The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães

Pasta with pumpkin cream + An affirmation that changes lives ~ Massa com creme de abóbora + Uma afirmação que transforma vidas

4 Comments

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Apesar de hoje em dia eu optar maioritariamente por comida crua, há cerca de uma dúzia de pratos cozinhados que eu gosto muito e que fazemos de vez em quando cá em casa.

São todos deliciosos, veganos, muito nutritivos, com pouca gordura e eu espero conseguir partilhá-los aqui convosco.

Este é um deles, assim como os hambúrgueres de vegetais, as bolinhas de Falafel no forno ou a Quinoa Tailandesa.

Esta receita é inspirada numa deste site e costumamos fazer com esparguete / macarrão / outros tipos de massa (cá em casa usamos sempre massa de arroz ou milho), arroz integral ou até quinoa.

Como já tinha mencionado aqui, os alimentos cozinhados demoram muito mais a ser digeridos do que os alimentos crus, o que me leva a escolher, sempre que possível, comida crua durante o dia, deixando este tipo de refeição para o jantar, quando já não vou fazer esforços físicos. Assim o meu organismo está relaxado e em descanso, podendo ocupar-se única e exclusivamente da digestão, sem problemas.

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Hoje trago-vos também uma das melhores afirmações com que já me deparei e com a qual tenho trabalhado bastante nos últimos tempos.

É uma frase tão simples mas tão profundamente transformadora:

“Eu aprovo a minha maneira de ser”.
Ou
Eu me aprovo.”
(Mas em português soa mal, por isso prefiro a versão acima)

Parece simples, não é? Nada de mais… Mas experimentem dizê-lo interiormente, sentindo como ressoa no vosso corpo, agora em voz alta, sentindo como vibra na garganta e no vosso espaço envolvente, agora em frente ao espelho, olhando directamente nos vossos próprios olhos.
Para algumas pessoas será fácil, para outras incómodo, para outras ainda será penoso e catalisador de fortes emoções. Quanto maior é a resistência, mais precisamos de praticar.

São tantas as vezes que recebemos opiniões menos simpáticas sobre a nossa pessoa e muitas mais as vezes em que temos pensamentos ou comentários nada positivos sobre nós próprios – alguns conscientemente, muitos mais inconscientemente.

Se tentarmos responder com esta pequenina frase, criamos espaço para um processo de verdadeira metamorfose.
Dez vezes, cem vezes, mil vezes, um milhão de vezes por dia! Se vos parece muito, comecem a tentar contabilizar a quantidade de vezes que repetem opiniões, crenças ou comentários negativos sobre vocês próprios e vão, de certeza, chegar à conclusão que são muitos mais.

Treinar esta afirmação repetidamente, como quem estimula um músculo para que ele se fortaleça, fique forte e tonalizado. Tal e qual como quem repete agachamentos para ficar com uma bunda fabulosa!

E neste exercício não se trata de puxar pelo ego, longe disso, nada disso mesmo. Não é uma questão de fazer comparações entre nós e os outros.
Trata-se simplesmente de aceitação pessoal, algo que muita gente considera inatingível. Mas não é.
E é um obstáculo gigante que se alastra por todas as áreas da nossa vida e que dá problema atrás de problema até finalmente não termos outra escolha se não o enfrentar.

Se ressoar convosco, experimentem fazê-lo durante 21 dias – o período de tempo mínimo necessário para criar um novo hábito.

E se quiserem aprofundar melhor este tema, sugiro que leiam “Ame-se e Cure a Sua Vida” da Louise Hay, o livro onde encontrei esta afirmação e muitas outras. Está recheado de informação muito valiosa e exercícios práticos e simples.

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Esta receita serve 2 pessoas.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
300g de esparguete (macarrão) de milho
2 cups/chávenas de puré de abóbora caseiro
1 cup/chávena e 3 colheres de sopa de água
1/2 cup/chávena de leite de arroz
3 talos de alho francês (alho poró)
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 mão cheia de folhas de salva
3 cups/chávenas de espinafres
Pimenta preta e sal a gosto
(Eu não uso sal na minha comida. Se forem como a maioria das pessoas e estiverem habituados a usar sal, ponham uma pitada).

Instruções:
~ Descascar e cortar a abóbora em pedaços pequenos. Juntar numa panela com água a tapar completamente os pedaços de abóbora e deixar cozer até ficar bem mole. Escorrer a água e triturar a abóbora (num processador ou com varinha mágica) até ficar um puré.

~ Numa panela com água, cozer o esparguete (macarrão) de milho consoante as instruções da embalagem.

~ Entretanto, noutra panela juntar os dentes de alho picados e 3 colheres de sopa de água. Deixar em lume médio até o alho ficar transparente. Depois basta juntar o puré de abóbora, o alho francês cortado em rodelas, a água, o leite, a levedura de cerveja e metade das folhas de salva cortadas. Temperar consoante a preferência.
Deixar em lume médio, mexendo muitas vezes, até o creme engrossar.

~ Quando estiver pronto, apagar o lume e juntar a esta panela o esparguete (macarrão) .
Misturar tudo muito bem, adicionar o resto da salva e os espinafres e servir de seguida.

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ENGLISH:

Even though I eat mostly raw food nowadays, there are a dozen or so cooked recipes I quite enjoy making every once in a while.

They’re all delicious, vegan, highly nutritious and low in fat and I’m looking forward to sharing all of them with you.

This is one of those recipes, along with the veggie burguers, baked Falafel and Thai Quinoa.

This recipe is inspired by one from this site and we usually make it with corn pasta (spaghetti or other), whole grain rice or even quinoa.

Like I’ve previously mentioned here, cooked food takes a lot longer to digest than raw food, which is why I try to eat only raw meals during the day and leave the cooked options for dinner, when I’m no longer doing any physical activities. This way my body will be totally relaxed and at ease, focusing all my energy in digesting the food with no problem.

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And today I’m also sharing with you one of the best affirmations I’ve come across with and it’s one I’ve been recently practising.

It’s such a simple sentence but so deeply transformative:

“I approve of myself.”

It sounds easy, huh? No biggie…
But try saying it in your inside voice, noticing how it vibrates in your body, now say it out loud, noticing how it vibrates in your throat and the space around you, now say it looking in the mirror, making eye contact with yourself.

To some it might be easy, to others it will be uncomfortable, it will be painful or it will trigger deep and strong emotions.
The bigger the resistance, the more we need to do it.

There are so many times when we receive less than nice opinions about ourselves and even more times when we have negative thoughts or comments about our own person – consciously or unconsciously.

If we try to reply to that with this little sentence, we make space for a true metamorphosis.
Ten times, one hundred times, one thousand times, one milion times every day! If you think it’s too much, try and count how many times you repeat negative comments, opinions and beliefs about yourself and you’ll notice it’s a lot more than that.

Practice this affirmation just as if you were flexing a muscle, making it strong and toned. Just like when people squat to get a gorgeous butt!

Only this exercise isn’t about pampering the ego, nothing like that, absolutely nothing. It’s not about comparing oneself to someone else. It’s about personal acceptance, which is something a lot of people consider unattainable.

But it isn’t. It’s an obstacle that spreads throughout all areas of our lives, creating one problem after another, until we have no choice but to face it. If this resonates with you, try it for 21 days – the minimum time frame to create a new habit.

And if you wish to learn more about this subject, I strongly advise reading “You can heal your life” buy Louise Hay, the book where I found this affirmation and many others. It has a lot of valuable information and plenty of practical and simple exercises.

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This recipe serves 2.

Ingredients:
(Organic if possible)
300g of corn pasta
2 cups of homemade pumpkin puree
1 cup and 3 tablespoons of water
1/2 cup of rice milk
3 stalks of french onion
3 garlic cloves
2 tablespoons of nutritional yeast
1 handful of sage leaves
3 cups of spinach
Black pepper and salt to taste.
(I don’t add salt to my food but if you are like the majority of people and use salt everyday, add a pinch).

Directions:
~ Peel off the pumpkin skin and chop it into small pieces. Place it in a pan covered with water and cook it until soft. Remove the water and process the pumpkin in a blender/food processor or (using an immersion blender) until it turns into a soft cream.

~ In another pan with boiling water, add the corn pasta and cook it according to the package instructions.

~ Meanwhile, get another pan and add 3 tablespoons of water and chopped garlic. Cook it until the garlic becomes translucent.
After that, just add the pumpkin cream, chopped french onions, 1 cup of water, milk, nutritional yeast and half of the sage leaves (chopped). Season according to your preference.
Let it cook in medium heat, stirring often, until the cream gets thick.

~ When it’s done, turn of the heat and simply add the pasta to this pan and mix very well. Top with the rest of the chopped sage leaves and the spinach and serve right away.

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4 thoughts on “Pasta with pumpkin cream + An affirmation that changes lives ~ Massa com creme de abóbora + Uma afirmação que transforma vidas

  1. Olá Catarina,
    Mais uma vez Parabéns pelo seu excelente artigo.
    Pode dizer me porque coloca a levedura de cerveja , penso esteja relacionado com a vit B12? Lembro me em miúda tomar levedura de cerveja em pó e não gostar nada do sabor !
    A adição da levedura nas suas receitas não confedere um sabor estranho? Há alguma marca q recomende?
    Muito obrigada e uma óptima semana 😊

    • Olá Gabriela, muito obrigada pela mensagem. A levedura de cerveja tem um sabor tipo queijo e fica muito bem em tudo o que é massa e purés. Se não está habituada, experimente um bocadinho e veja se gosta. Acho que não conheço ninguém que não goste ;)
      Para além disso é bastante nutritiva a nível de minerais e e algumas têm b12, sim. Não é algo que ocorra naturalmente na levedura de cerveja – só nas marcas que adicionam a b12 é que é garantido que lá esteja. Eu consumo mais pelo sabor e pelos minerais e uso qualquer marca desde que seja biológica. Normalmente compro em flocos. Se estiver preocupada com os seus níveis de b12 (são mínimos mas essenciais) aconselho que coma mais comida fermentada (miso, tempeh, etc) ou tente tomar um suplemento de vez em quando e veja como se sente.
      Muitos beijinhos!

  2. Olá Catarina :)
    Já há algum tempo que sigo o teu blogue e a tua pagina do facebook mas nunca comentei. Acho os teus artigos muito interessantes e revejo-me em muitos deles e nos sentimentos que colocas nos mesmos.
    Obrigada pela tua partilha de conhecimentos :)
    Esta é uma receita que vou experimentar sem dúvida! Tem um óptimo aspecto.
    Beijinho
    Namastê

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