The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães


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Aloe vera, balm for the skin and digestive system ~ Aloé vera, bálsamo para a pele e para o sistema digestivo

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Agora que a Primavera começou e o sol voltou a brilhar, começo lentamente a sentir vontade de sair desta minha hibernação e ando um bocadinho mais activa (ênfase na palavra bocadinho).

Até voltei a sentir o chamamento para escrever, coisa que não tenho feito desde o início do ano, nem aqui no blog, nem nos meus diários ou blocos de notas, nada.

A falta de sol afecta-me sempre de tal maneira que este ano até resolvi começar a tomar um suplemento de vitamina D no inverno, apesar de não ser grande apologista de andar a tomar comprimidos. Mas sinceramente, acho que me ajudou a não me sentir tão cinzenta como nos outros anos e a ver uns raiozinhos de sol, mesmo que só através da neblina.

E como andei a ler que a lua nova da passada quinta-feira marcou o início do ano novo lá nos céus, pareceu-me uma boa altura para ressuscitar o blog que, verdade seja dita, já quase me tinha esquecido de que existia.

Comecei este novo ano astrológico a dançar, algo que sempre me saíu muito naturalmente e que me traz as melhores das sensações. O ritmo é como que uma linguagem que me permite desligar o cérebro e deixar o corpo falar com fluidez e desprendimento, dizendo o que bem entender.
Mas desta vez pus-me no desafiante mas também prazeroso papel de principiante e comecei a aprender uma arte nova: dança do ventre!

Há muito tempo que não fazia algo pela primeira vez e senti que estava na altura de sair da minha zona de conforto e expandir a minha realidade. Coisa que aconselho a tod@s, o mais possível e com bastante frequência.

Mas voltando ao blog, hoje lembrei-me de vos escrever sobre uma das minhas plantas preferidas para usar tanto directamente na pele, como na comida. Prometi a mim mesma que o texto seria curto e simples, por isso, cá vai…

Acho que já toda a gente ouvi falar de aloé vera, já que ouve uma fase nos anos 90 em que não se falava de outra coisa! Em Macau nessa altura havia várias marcas australianas de sumos de aloé vera e eu era viciada!
Mas mesmo assim ainda continuo a descobrir coisas sobre este cacto, até hoje.

É um dos meus remédios preferidos para a pele e para os intestinos. Sim, intestinos!

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~ Como fazer?
Depois de lavar, corto um bocado da folha do cacto (cerca de 5cm) e abro esse pedaço ao meio.
Raspo com a faca no interior de cada uma das metades e deixo cair o gel para um pequeno copo. Faço sempre isto imediatamente antes de usar.

~ Para usar na pele:
Basta pôr esse gel directamente na cara ou no corpo, antes de ir dormir. Acreditem que faz milagres… Acalma, hidrata, suaviza.
A seguir ao óleo de côco e à manteiga de karité, é o melhor amigo da minha pele, principalmente no Inverno. É óptimo para proteger e nutrir a pele que anda a sofrer com este vento gelado que ainda anda por cá. Deixa uma camadinha muito suave que não é gordurosa nem pegajosa e também não tem nenhum cheiro esquisito.

~ Para comer:
Deito o gel para a liquidificadora, adiciono os outros ingredientes do batido, trituro e já está.
Não tem um sabor propriamente dito e também não muda a consistência habitual do batido.

~ E porque é que como aloé vera?
Porque é anti-inflamatório e ajuda a alcalinizar e a acalmar o organismo.
Ajuda a melhorar todo o tipo de problemas digestivos e intestinais, melhora a assimilação dos nutrientes dos alimentos e ajuda a eliminar o que não precisamos.
Também protege o corpo do stress e ajuda a recuperar de fadiga e desgaste muscular. Podem ler sobre esta planta e muitas noutras neste site maravilho do Medical Medium (só em inglês).

Não faço isto todos os dias, até porque não tenho a planta em casa e às vezes esqueço-me de ir lá fora apanhar. Mas pelo menos uma vez por semana tento fazê-lo.

Há muita gente que tem um vaso pequeno em casa com o aloé vera e vai tirando pedaços. Eu vivo numa zona com muitas destas plantas na rua e vou tirando uma folha grande de vez em quando.

Dá para guardar o resto em cima da bancada ou no frigorífico e aguenta muito bem cerca de uma semana.

Se preferirem comprar o gel numa loja, aconselho-vos a lerem com muita atenção os ingredientes porque costumam ter surpresas pouco ou nada saudáveis.

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ENGLISH:

Now that Spring is here and the sun is shining once again, I’ve started to slowly feel the need to escape my hibernation and be a little bit more active (emphasis on little bit).

I’ve even been feeling the calling to get back to writing, something I haven’t done at all since the beginning of the year, not here on the blog, not on my journals or my note books, nothing.

The lack of sunshine afects me so much every year that I decided to take a Vitamin D supplement this winter, even though I’m not a big fan of taking pills.
But to be honest, I think it actually helped me not to feel so gray like I usually feel during this time of year, and it helped me find a few rays of sunshine, even if only through the fog.

And I decided to revive the blog when I was reading how last week’s new moon marked the start of the new year up in the heavens. I must confess that I almost forgot I had a blog but the timing felt right.

I started this astrological new year dancing, something that comes to me very naturally and always showers me with the most joyous sensations. But this time around I chose the role of the beginner, which is challenging and very pleasurable at the same time. So I decided to start learning a new art: belly dance!

It’s been quite some time since I tried something for the first time and ventured outside my comfort zone but I needed to expand my reality once more. And I really advise everyone to do it as often as possible.

But back to the blog. Today I wanted to write about one of my favorite plants and how I use it in my food and on my skin. I promised myself I would keep it short and simple, so here it goes…

I’m guessing that everybody has already heard about aloe vera, specially since there was a time in the 90s when it was all over the place. During those years in Macau there were a lot of australiana companies that sold aloe vera juice and I was completely addicted!

But even today, I’m still learning new amazing things about this cactus.
It’s one of my favorite remedies for the skin and gut. Yes, gut!

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~ How?
I wash the leaf, cut a small piece (about 5cm) and open it in half. I use a knife to scrape the inside of both halves and I let the gel drip into a small glass. I do this right before using it.

~ Skin:
Just apply the gel directly to face and body right before going to sleep.
Trust me, it works miracles… It’s calming, moisturizing and softening.
After coconut oil and shea butter, this is my friends best friend, specially during the winter. It’s great to protect the skin from the ice cold wind that is still around here. It leaves a small layer on the skin but it’s not greasy and it doesn’t have any weird smell.

~ Eat it:
Put the gel in your blender and add all the other ingredients for your smoothie ingredients, blend and that’s it. It doesn’t have any specific flavor and it doesn’t change the texture of your smoothie.

~ But why do I eat aloe vera?
Because it’s anti inflammatory and it’s alcaline.
It improves all types of digestive and intestinal problems, it enhances how we assimilate nutrients and it helps flushing out what we don’t need.
It also protects the body from stress and it makes it easier to recover from fatigue and muscular strain. You can read a lot more about this plant and many others on Medical Medium’s awesome site.

I don’t use it every single day because I tend to forget to go outside and pick an aloe leaf. But I try to do it once a week or so.

A lot of people have aloe in a plant pot indoors and take pieces of it as needed but I live in an area with lots of it outside so I just pick one long leaf every now and then.
You can keep it in the kitchen and even in the fridge for about a week.

If you’re thinking about purchasing the bottled gel please check all the ingredients of the product because there are usually some not so healthy surprises.

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Self-care and body love + Sugar and lemon scrub for scars and stretch marks ~ Cuidados pessoais e amor pelo nosso corpo + Esfoliante de açúcar e limão para cicatrizes e estrias

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Os cuidados pessoais conseguem ter uma má conotação, podendo ser vistos como algo que só interessa a quem é egoísta ou superficial.
Mas, para mim, é um acto de amor próprio porque sempre acreditei que uma certa dose de vaidade e prazer são cruciais para uma auto-estima saudável.

Usar alguns minutos de cada dia para mimar o meu corpo é uma parte fundamental e básica de viver uma boa vida. Não posso esperar conseguir tratar de outros quando nem consigo arranjar tempo ou energia para tratar de mim primeiro.

Acabamos por voltar sempre a esta grande verdade ~ não conseguimos dar aquilo que não temos. Não conseguimos amar os outros se não temos amor por nós próprios. Não podemos curar outros se não nos curarmos a nós próprios. Não conseguimos ensinar a outros as lições que ainda não aprendemos nem praticamos.

Lembras-te das instruções de emergência dos aviões? Se a pressão do ar descer dentro da cabine, por favor põe a tua máscara de oxigénio primeiro e só depois poderás ajudar outros passageiros a pôr a sua máscara, mesmo que se trate de crianças ou pessoas desamparadas. Põe sempre a tua máscara primeiro.

Isto funciona como a minha imagem de referência no que toca a cuidados pessoais. Torná-lo algo não negociável é um dos presentes mais valiosos que podemos dar a nós próprios.

Pode ser uma coisa muito diferente para cada um, mas para mim tem que ser algo que me ajude a construir e fortalecer a relação que tenho comigo própria, com o meu corpo e, em última análise, com o próprio mundo. É assim que consigo tirar a cabeça das nuvens e trazer a minha atenção cá para baixo, para viver no aqui e agora, sentindo cada batida do meu coração. Totalmente acordada, totalmente viva. Porque é para isso que cá andamos, não é?

Pode ser algo tão diferente como observar o pôr do sol, meditar, fazer exercício, dar um passeio na natureza, brincar no mar ou simplesmente demorar uns minutos a mais no chuveiro para esfoliar a minha pele.

A minha maravilhosa pele que tanto faz por mim sem se queixar. E, se por acaso se lembra de se queixar, é porque me quer ensinar alguma grande lição para o meu próprio bem.

A pele faz muito mais do que tapar o nosso corpo. É o nosso maior órgão e consegue regular a temperatura, libertar toxinas, crescer e esticar de modo a acomodar as nossas decisões de vida e ainda nos permite sentir aquele quente abraço divino do sol todos os dias. Por tudo isto e muito mais, sim, a pele merece uns mimos extra de vez em quando e a esfoliação é uma maneira muito fácil, barata e relaxante de o fazer.

Eu costumo fazer um esfoliante de café mas ultimamente tenho usado este, desde que uma das minhas amigas me inspirou ao dizer que gostava tanto de usar esfoliantes de açúcar porque ficava com um cheirinho tão delicioso que lhe apetecia comer.
Esta imagem ficou a marinar na minha cabeça durante alguns dias e parecia-me algo que eu iria deveras apreciar ~ ficar com pele tão deliciosamente doce que até apetece comer!

Então pus-me a pesquisar receitas deste tipo de esfoliantes e acabei por fazer esta muito simples, já que a máxima “menos é mais” ressoa sempre bastante comigo. Baptizei-o de esfoliante Kjersti, em honra da amiga por trás da inspiração. ;)

Tenho usado duas ou até mais vezes por semana e realmente deixa-me a pele deliciosamente doce e suave, mas também reparei que me tem ajudado bastante a remover algumas cicatrizes de borbulhas e até notei uma melhoria em estrias que tenho há mais de 20 anos!

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Tudo isto se deve às propriedades fabulosas destes ingredientes:

AÇÚCAR ~ É perfeito para esfoliar a pele e remover as células mortas devido ao seu tamanho e textura. Tem ainda um tipo de ácido que estimula a pele, fazendo com que pareça mais jovem e fresca.

SUMO DE LIMÃO ~ É um descolorante natural e tem ácido que ajuda a reduzir estrias, cicatrizes e lesões na pele. O limão é ainda uma boa fonte de vitamina C que é muito importante para a produção de colagénio, que por sua vez é fundamental para ter uma pele jovem e flexível.

AZEITE ~ Para além de ser um hidratante natural, o azeite é rico em antioxidantes que neutralizam o efeito dos radicais livres que prejudicam o colagénio. Ajuda a aliviar a secura da pele, diminui a aparência de rugas e estimula a regeneração da pele.

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Portanto, e sem mais demoras, aqui fica a receita para o esfoliante corporal de açúcar e limão:

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
Açúcar (qualquer tipo) ~ 1/2 cup/chávena
Sumo de limão acabado de espremer ~ 2 colheres de sopa
Azeite* 100% puro e de pressão a frio ~ 2 colheres de sopa

* (quando uso este esfoliante na cara omito o azeite ou substituo por um óleo mais adequado à pele sensível como o óleo de calêndula, argão ou onagra.)

Instruções:
~ Misturo todos os ingredientes num recipiente imediatamente antes de ir tomar banho.
~ Molho muito bem a pele e fecho a torneira para não gastar água a mais.
~ Tiro porções pequenas de esfoliante com as duas mãos e esfrego por todo o corpo, fazendo movimentos circulares e suaves. Insisto nas zonas mais necessitadas e tento fazer os movimentos em direcção ao coração, respeitando a direcção do fluxo do sistema linfático.
~ Deixo ficar o esfoliante na pele durante pelo menos uns 5 minutos, enquanto lavo o cabelo, etc.
~ Depois lavo muito bem e desfruto da minha pele rejuvenescida e sedosa!

(Cuidado porque algumas banheiras ficam escorregadias com o azeite!)

Gosto de demorar algum tempinho nisto porque aproveito para trazer toda a minha atenção para o meu corpo enquanto faço a esfoliação. É mais um modo de me ligar à terra, apesar de a terra, neste caso, ser uma banheira num piso bem alto.

Eu gosto de falar com o meu corpo, dizendo a cada parte dele como aprecio tudo o que me proporciona. Em vez de cuidar do meu corpo focando-me nas suas falhas ou só porque quero que pareça e se sinta melhor, escolho cuidar do meu corpo porque o amo tal e qual como ele é agora. Escolho amar a nossa história e tudo aquilo que já percorremos juntos.

E, a princípio, pode até parecer que não há nada de positivo para dizer a cada uma das muitas partes do nosso corpo, mas desafio-te a puxar pela criatividade e a tentar! Pode parecer coisa de gente louca, mas traz-me tanta felicidade sempre que o faço! E eu prefiro ser louca e feliz do que muito normal mas miserável.

Por isso, sim, eu penso em como amo e aprecio as minhas pernas pela sua perfeita combinação de força e graça que me permite andar em cima de uma prancha de surf, ou como as minhas ancas me guiam por cada dança com um sentido lindíssimo de ritmo e fluidez, ou como sou grata aos meus braços por serem tão generosos e fortes, sempre prontos para um bom abraço.

O meu corpo está permanentemente a proteger-me, curar-me, guiar-me e ensinar-me o que preciso se saber. E uma das grandes maravilhas desta vida é poder experienciar o mundo através dos nossos sentidos.

Eu escolho ver o meu corpo como sendo perfeito tal e qual como é agora porque acredito que esta é a melhor maneira de convidar a saúde, a beleza, a alegria e o Amor a entrarem na minha vida.

Portanto, mesmo naqueles dias em que não me sinto particularmente inspirada, ou quando aquela ligação com o meu ser físico não está lá muito forte, ou até naquelas alturas em que tudo é feito numa correria, mesmo nesses dias, acabo por esfoliar o meu corpo dizendo qualquer coisa deste género:

Obrigada Universo/Deus/Anjos/Natureza/etc (o que fizer sentido para ti), por me ajudarem a manifestar este corpo lindo, perfeitamente saudável, jovem, em forma, descontraído, sexy, harmonioso, energizado, forte e confortável com pele imaculada e incandescente! Obrigada!

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ENGLISH:

Self care can get a bad reputation for being something only selfish or superficial people spend time doing. But to me it’s an act of self love, as I’ve always thought that a balanced dose of vanity and pleasure is crucial for a healthy self esteem.

Spending a few minutes everyday pampering myself seems to be a very basic and fundamental part of having a good life. I can’t expect to be able to take care of others if I don’t take the time or energy to take care of myself first.

It always comes down to this ~ you can’t give what you don’t have. I can’t love others if I don’t love myself, I can’t heal others if I don’t heal myself, I can’t teach others the lessons I have yet to learn or practice.

Remember the emergency instructions on airplanes? If the air pressure drops inside the cabin, please put your oxygen mask on first and only them procede to help other passengers put their masks on, even if it’s children or helpless people. Always put your mask on first.

That’s my image of reference when it comes to self care.
Making it non negotiable is one of the richest gifts we can give ourselves.
It can be something different for everyone, but to me it’s anything that allows me to build and strengthen the relationship I have with my body, myself and ultimately, the earth itself. That’s how I remove my head from way up in the middle of the clouds and bring my awareness to live in the here and now, feeling every single beat of my heart. Fully awake, fully alive. Because that’s what we were born to do, right?

It can take lots of different forms, from gazing at the sunset, exercising, meditating, going for a walk amongst nature, playing in the ocean or even just taking a few extra minutes in the shower to scrub my skin.

My wonderful skin that works so much without complaining. And when it does complain, it is usually trying to teach me a big lesson for my own good.

The skin does so much more than just cover our body.
It’s our biggest organ and it regulates our temperature, releases toxins, it grows and stretches, changing everyday to accomodate our life choices and it allows us to feel the warm divine hug of the sun every single day, among so many other things. So yes, the skin deserves a little pampering every once in a while and scrubbing is an easy, affordable and very relaxing way of doing so.

I usually make coffee scrubs but recently I’ve been using this one because one of my friends inspired me when she told me she loved her sugar scrub so much as it was so delicious it made her want to eat it! That image stuck with me for some days and it felt like something I would most definitely enjoy ~ skin so deliciously sweet I want to eat it!

So I researched a bunch of recipes and decided to make with this very simple one, as “less is more” usually resonates with me. I call it my Kjersti scrub, in honor of my friend behind the inspiration. ;)

I have been using it twice or more every week and it does make my skin deliciously sweet and soft, but it has also helped me release some scars from acne breakouts and I’ve even seen some improvement in my strectchmarks I’ve had for over 20 years!

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This is due to the amazing properties of these ingredients:

SUGAR ~ It’s perfect to exfoliate skin and remove dead skin cells due to its size and texture. And it has a type of acid that stimulates the skin, making it look younger and fresher.

LEMON JUICE ~ It’s a natural bleacher and has acid that helps reduce stretch marks, scars or skin injuries. Lemon is also a good source of vitamin C which is essential for the production of collagen which in turn is key for having young and flexible skin.

OLIVE OIL ~ Besides being a natural moisturizer, it’s rich in antioxidants that neutralize the effect of free radicals that damage collagen and can also relieve wrinkles, dryness and stimulate skin regeneration and healing.

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So without further ado, here is the recipe for the sugar and lemon body scrub:

Ingredients:
(Organic, if possible)
Sugar (any type) ~ 1/2 cup
Freshly squeezed lemon juice ~ 2 tablespoons
100% pure, cold pressed olive oil* ~ 2 tablespoons

* (when using this scrub on my face I omit the olive oil or I substitute it for a different oil more suitable for my very sensitive skin like calendula, primrose or argan oil.)

Instructions:
~ I mix all ingredients in a container right before I get in the shower.
~ After damping the skin, I turn off the shower so I’m not wasting water.
~ I take a small portion of scrub in both my hands and rub it gently in a circular motion all over my body. I insist on the parts of my body that need it the most and I try to respect the flow of the lymph system, directing the movements towards the chest area.
~ I leave the scrub on my skin for at least 5 minutes, while I shampoo my hair and so on.
~ I rinse it very well and enjoy my refreshed silky skin!

(Be careful because some bathtubs become slippery due to the olive oil!)

I like taking my time and really bring my whole attention to my body while I’m scrubbing. I guess it’s a way of grounding myself, even if the ground happens to be a bathtub on a very high floor.

I enjoy talking to my body, telling every part of it how much I love what it does for me. So, instead of taking care of my body thinking about its flaws or because I want it to improve, feel and look better, I take good care of my body because I choose to love it exactly like it is right now, I choose to love our history and how far we have come together.

And, at first, you might feel like there’s nothing positive to say to every little part of your body, but I want to challenge you to get creative and give it a try! It may seem crazy, but it brings me happiness every time I do it. And I would rather be crazy and happy than normal and miserable!

So, yes, I think about how much I love and appreciate my legs for having a perfect combination of power and grace and allow me to stand up on a surfboard, or how my hips guide me through every dance with a beautiful sense of flow and rythm, or how much I love my arms for being so generous and strong, always ready for a good hug…

My body is always ready to protect me, heal me, guide me and teach me what I need to know. And one of life’s big wonders is experiencing the world through our senses.

I choose to see my body as perfect exactly as it is right now because I believe that is the best way of inviting health, beauty, joy and Love into my life.

So even on those days when I’m not feeling particularly inspired, when I’m lacking that deep strong feeling of bonding with my physical self or even if my just in a hurry, I still scrub while saying something like this:

Thank you Universe/God/Angels/Mother Nature/etc (whatever feels right for you),
for helping me manifest a beautiful, perfectly healthy, harmonious, young, fit, energized, strong, sexy, comfortable, and relaxed body with flawless and glowing skin! Thank you!

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Eating mindfully + Turmeric and Citrus juice ~ Comer conscientemente + Sumo de citrinos e curcuma

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

É tão fácil uma pessoa bloquear-se com tantas regras, leis, planos, informação. Tudo isto pertence a um nível mental e não ao pulsar do corpo. Saber ouvir o corpo é uma das melhores habilidades que podemos cultivar. No que toca a comer, é comum ver pessoas a comerem sem estarem presentes, sem estarem lá. Andam enfiadas na sua cabecinha a pensar em ontem ou amanhã ou a pensar se estão a comer bem, mal, preocupadas a contar calorias ou inumerar ingredientes.

Tenho um único conselho para todos: desfrutem da vossa comida!

Claro que é importante fazer o trabalho de casa, pesquisar e aprender continuamente, mas tudo isso deve ficar de lado no momento em que nos alimentamos.

Para desfrutar temos que descer à terra, habitar verdadeiramente o nosso corpo e ganhar consciência do que estamos a fazer nesse preciso momento, sem distracções interiores ou exteriores.

Uma maneira simples de atingir esse estado de espírito é esfregar as mãos uma na outra durante alguns segundos e depois respirar fundo cinco vezes, deixando a inspiração ir até ao baixo ventre, relaxando os ombros e todo o corpo.

Consegues sentir como as mãos agora estão diferentes? E o corpo, como está agora?
Se há alguma parte com dor ou tensão, respira mais 5 vezes, imaginando que a respiração vai directamente até esse ponto.

Algo que eu gosto de praticar para tornar o acto de nutrir o meu corpo num hábito de consciência plena em vez de um hábito automático, é olhar para a comida que estou prestes a ingerir e vê-la realmente. Identificar mesmo tudo o que como ~ os alimentos, a cor, a textura, o cheiro, o sabor…

E por vezes gosto de levar esta ligação ainda mais longe e pensar em tudo o que foi necessário para que esses alimentos tenham vindo parar à minha mesa.

Todo o trabalho, tempo, recursos naturais, pessoas, dedicação, esforço, dinheiro, etc que foram necessários para que eu possa agora e aqui desfrutar de um morango, uma couve, um pimento.

Porque ao pensar nisso, sinto-me automaticamente inundada por gratidão.

E a gratidão traz-me sempre de volta à terra. E é com os pézinhos bem plantados no chão que consigo nutrir e respeitar o meu corpo, seguindo as suas orientações que me chegam através do instinto e intuição.

E se é costume começares a divagar para pensamentos menos simpáticos enquanto comes, porque não usar o pensamento como uma âncora da atenção?

Nesse momento, toma a decisão de pensar que cada dentada ou gole que dás está a contribuir para que estejas agora e sempre feliz, saudável, jovem, energético/a, descontraído/a, lindo/a, sexy, divertido, etc…
Usa as palavras que melhor ilustrem a tua ideia de “saúde e bem estar”.

E desfruta de cada pedacinho com prazer, com tempo e com alegria.

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O sumo que partilho hoje faz-me feliz só de olhar para ele porque me sinto prestes a beber raios de sol! Assim que o calor aumenta, sinto-me naturalmente inclinada para escolher alimentos laranjas ou vermelhos que ajudam a pele a receber e beneficiar do sol em todo o seu esplendor.

Nunca tive tanta facilidade em ficar bronzeada e em manter o bronze durante o ano todo. E eu sou mesmo muito branquinha, mas a alimentação faz toda a diferença, tal como já tinha mencionado aqui.

A vitamina C também é uma óptima aliada para manter a pele bonita e jovem, apesar de muita gente só pensar nesta vitamina quando está constipado. As laranjas são uma fruta muito popular mas as toranjas não lhes ficam nada atrás e até nos ajudam a combater a celulite, como explico aqui.

E por fim, se ainda não conhecem a curcuma, um dos meus anti-inflamatórios preferidos, peço que leiam este post.

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Esta receita dá cerca de 1 litro de sumo e eu costumo bebê-lo a meio do dia ou como primeira parte de uma das refeições principais.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
5 laranjas bem doces
1 toranja
1/3 de colher de chá com curcuma em pó

Instruções:
Usando um espremedor de citrinos, espremer o sumo das laranjas e da toranja. Deitar o sumo num frasco, copos ou jarro e juntar ao sumo a polpa que ficou de lado. Assim o sumo fica cheio de fibra e evita subidas drásticas do nível do açúcar no sangue. Adicionar a curcuma em pó e mexer muito bem.
Beber de seguida e visualizar o sol dentro da barriga!

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ENGLISH:

It’s so easy for someone to feel blocked with so many rules, laws, plans, information. All of that belongs to a mental level and not to the pulse of your body.

Knowing how to listen to your body is one of the best skills one can nurture.
When it comes to eating, it’s so common to see people doing it without really being there, without being present. They’re stuck in their little heads, thinking about yesterday or tomorrow, or worrying if their eating right or wrong, counting calories or analyzing ingredients.

I have one and only one advice for everyone: enjoy your food!

And yes, it’s important to do your homework, research and keep on learning continuosly, but all that should step aside when we are eating.

In order to be able to enjoy we must ground ourselves, actually inhabit our body and gain awareness of what we are doing at that precise moment, without any internal or external distractions.

A simple way to achieve this state is to rubb your hands together for a few seconds and then take five deep breaths, allowing the inhalation to go all the way to your belly, relaxing the shoulders and the rest of the body.
How does it feel? Are your hands different now? And the rest of your body?
If you sense any discomfort or tension, simply breath five more times, visualizing the air going all the way to that specific part of the body.

Something I like to practice in order to bring mindfulness to eating, instead of it being just an automatic habit, is to look at the food I’m about to eat and really see it. Identify everything that I eat ~ the produce, the colours, the texture, the fragrance, the taste…

Sometimes I enjoy taking this process abit further and I start thinking about everything that was necessary for that food to end up on my plate. All the work, time, people, dedication, natural resources, effort, money and so on, it takes so I can eat one strawberry, one piece of kale, one red bell pepper.

As I think about this, I’m naturally flooded with gratitude.
And gratitude always brings me back to earth. I need my feet planted on the ground so I can nurture and respect my body, listening to its guidance that comes to me as intuition or instinct.

And if you have a tendency to let your thoughts wander into a negative place while you’re eating, why not use your thoughts as an anchor for your attention and focus?
Choose to think that every bite or sip you take is making you healthy, happy, young, energetic, relaxed, beautiful, sexy, etc… Just use the words that best translate your idea of “health and wellness”.

And enjoy every little bit of whatever it is you’re eating, with pleasure, time and joy.

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The juice I’m sharing today makes me happy just from looking at it because it makes me feel like I’m about to drink sunshine!

As soon as the warm weather kicks in, I feel naturally inclined to eat lots of orange and red colored food that have the power to help the skin receive and benefit from solar exposure. It has never been so easy for me to get a tan and maintain it during all year. And my skin is really fair but what we eat makes all the difference, just like I’ve mentioned here before.

Vitamin C is also a great ally for the skin, keeping it young and healthy, even though most people only think about this vitamin when they catch a cold. Oranges are one of the most popular fruits, but grapefruits are just as amazing and they’re great to help us get rid of cellulite too.

And finally, if you’re not familiar with turmeric, one of my favorite anti-inflammatories, please read all about it here.

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This recipe makes about 1 liter of juice and I usually drink it in the middle of the day or as the first part of one of my main meals.

Ingredients:
(Organic, if possible)
5 really sweet oranges
1 grapefruit
1/3 of teaspoon with turmeric
powder

Directions:
Use a citrus juicer or press to juice the oranges and grapefruit. Pour the juice into a jar or glass and add the pulp. This way the juice will have lots of fibre and it won’t spike up your blood sugar levels. Add the turmeric and mix the juice really well. Drink right away and visualize the sun inside your belly!


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Celebrating the 1st birthday with a giveaway! ~ Vamos celebrar o 1 aniversário com um passatempo!

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Actualização: este passatempo já terminou e os vencedores foram anunciados na minha página de facebook. Por favor enviem-me mensagem com a morada para entrega do prémio até 12 de Junho 2015. Obrigada a todos os que participaram!

Este mês celebro o primeiro aniversário deste blog que me tem proporcionado uma partilha tão interessante com tantas almas do outro lado desta coisa espantosa que é a internet.

The extra in the ordinary começou devido a uma necessidade pessoal de redescobrir a minha criatividade e comunicar com o mundo de um modo totalmente diferente do que tinha feito até esse momento.

Ao longo destes 12 meses fui brindada com inúmeros desafios e tanto retorno que têm alimentado uma motivação especial para continuar a partilhar esta minha viagem através desta plataforma.

Para agradecer a vossa generosidade e brindar a esta troca de energia internauta, resolvi celebrar este aniversário com um passatempo que preparei com muito amor e carinho para vos oferecer alguns produtos que adoro:

~ Prémio 1
• Açaí em pó
• Chlorella
• Amoras Brancas secas
• E ainda um saco de juta
(Oferta da Iswari)

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~ Prémio 2
• Sabonete de Rooibos e Litsea Cubeba (com Azeite, óleo de côco, água, NAOH, linhaça, óleo essencial de litsea cubeba, rooibos, maçã e canela)
• 3 discos perfumados (com cera de soja, óleo essencial de erva príncipe e flores)
• Bain de Fleurs (aveia, sabonete granulado e flores)
(Oferta da Saponina)

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~ Prémio 3
• Óleo essencial de alfazema (100% puro e biológico)
(Oferta do Círculo Bio)

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~ Condições e regras de participação:

O passatempo é na minha página de Facebook e está aberto a todos os residentes em Portugal Continental.

Para participar, basta “gostar” da minha página de Facebook e na foto do passatempo.

Deixem um comentário na foto com o Tag de 3 amigos que gostassem de participar no passatempo e com a resposta a esta questão:
Qual é a tua maneira preferida de tornar um dia mau num dia extraordinário?

Partilhem publicamente esta foto no vosso mural pessoal.

Por fim, basta “gostar” da página dos 3 patrocinadores (links na foto).

Os prémios irão para os autores das 3 frases que eu gostar mais!

Podem participar várias vezes durante os dias 5 de Maio de 2015 a 25 de Maio de 2015.
Os vencedores serão anunciados na minha página de Facebook dia 26 de Maio de 2015.
Os prémios serão enviados por correio normal.

Feliz aniversário, inspirem-se e boa sorte!

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ENGLISH:

Update: this giveaway has ended and the winners have been announced in my facebook page. Please message me with your address until the 12th of June 2015 so I can mail you the prize. Thank you so much to everyone that took part!

This month I’m celebrating the first birthday of this blog that has provided such an interesting place of sharing with so many souls on the other end of this amazing thing that is the internet.

The extra in the ordinary started from a personal need to rediscover my creativity and to communicate with the world in a completely different fashion from what I had tried before.

For the past 12 months I’ve been rewarded with so many challenges and with so much feedback that fuel a very special drive to keep on sharing my personal journey with you, through this platform.

I wanted to thank you for your generosity and to toast to this online energy exchange so I worked with lots of love and kindness to put together a giveaway!
You may win some of my favorite products:

~ 1st Prize
• Raw powdered acai
• Chlorella
• Dried mulberries
• And a jute bag
(Offered by Iswari)

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~ 2nd Prize
• Rooibos and Litsea Cubeba Soap bar (with olive oil, coconut oil, water, NAOH, flax, litsea cubeba essential oil, rooibos, apple and cinnamon)
• 3 scented discs (with soy wax, lemongrass essential oil and flowers)
• Bain de Fleurs (with oats, granulated soap and flowers)
(Offered by Saponina)

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~ 3rd Prize
• Lavender essential oil (organic and 100% pure)
(Offered by Círculo Bio)

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~ Rules and conditions:

The giveaway takes place on my Facebook page and is open to residents in mainland Portugal only.

To take part you must like my facebook page and the photo of the giveaway.

You must leave a comment on the photo, tag 3 of your friends that would enjoy to take part in the giveaway and answer the question:
What’s your favorite way to turn a bad day into an extraordinary one?

Then you must share the photo (publicly) on your profile and like the pages of our 3 sponsors (links in photo).

The prizes will go to the authors of my 3 favorite answers!

You may participate as often as you like from May 5, 2015 until May 25, 2015. The winners will be announced on my Facebook page during the 26th of May.
The prizes will be shipped on regular mail.

Happy birthday, get inspired and good luck!


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Finding a tribe + Raw Brownie Truffles (low fat) ~ Encontrar uma tribo + Trufas cruas de Brownie (baixo em gordura)

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Pensei nesta receita porque no outro dia tive um convívio com umas meninas e não sabia bem o que levar para o lanche. Acabei por fazer uma tarte crua de mirtilos que resultou muito bem, mas docinhos individuais como estas trufas ou patés como o guacamole ou hummus também são sempre boas escolhas para estas ocasiões.

No dia desse convívio fiquei a pensar em como tantos momentos sociais são organizados à volta da comida, desde encontros informais a ocasiões marcantes e importantes como aniversários, casamentos, o natal e tantas outras datas celebradas.

Para mim o importante é mesmo a companhia e a ligação que estabeleço com os outros. É óbvio que não gosto de passar fome e que fico insuportável se estiver com a barriga a dar horas, mas para mim a comida tem um lugar secundário, no que toca a socializar.
Já tive muitos momentos em que me ofereceram comida divinal mas onde me vi rodeada de pessoas com quem não me conseguia ligar, pessoas com energias, interesses e perspectivas tão desalinhados dos meus que me vi incapaz de desfrutar do momento.

São essas as alturas em que ouço perguntas interiores como: é mesmo isto que queres fazer com o teu tempo aqui? É com este tipo de influências que vais construir o teu caminho? Porque é que aceitas participar em algo que não é construtivo para ti?

A única coisa que me impede de sair porta fora nessas alturas é ouvir um sussurro que me diz: shine your light. (Faz brilhar a tua luz. – Sim, estes meus “sussurros” costumam vir em inglês, saberá Deus porquê.)
E esforço-me para me focar no que posso contribuir para que essa troca se torne positiva, enriquecedora e construtiva. Nem sempre sinto que consigo, devo confessar. De qualquer forma, costumo sair de lá com a vontade de não voltar a repetir o episódio.

E a verdade é que já me vi nesta situação amiúde e, por vezes, ao meu lado estavam pessoas que já faziam parte da minha vida há muito tempo. De repente apercebo-me que crescemos em direcções diferentes, que aquela que eu sou hoje já não tem nada a ver com quem eles se tornaram. Que não faz sentido tentar caminhar lado a lado porque no meio de nós cresceu um rio tão grande que já nem se avista a outra margem. E para quê insistir no que naturalmente se esgotou?

Por vezes estar com pessoas assim tem como único propósito evitar a solidão.
Eu vejo a companhia e a comunidade como algo que enriquece uma vivência, que traz verdadeiro significado ao termo “qualidade de vida”. Conecções verdadeiras, partilhas e ligações profundas são a diferença entre um dia vazio e um dia enriquecedor.

Encontrar uma tribo de almas com quem nos identificamos, com quem podemos partilhar sonhos e pesadelos, a nossa luz e a nossa sombra, é a derradeiro benção para qualquer um. Tenho aprendido que todas as relações têm um propósito e um prazo e que todas servem para aprendermos algo fundamental sobre a nossa existência. Cabe-nos a nós não repetir as lições.

Quanto mais tenho coragem para ser fiel a mim própria e a ser honesta sobre aquilo que sinto, penso ou acredito, mais facilmente as relações mudam. Os amigos que não o são verdadeiramente desaparecem como areia nas mãos e começam a aparecer outros cujos olhos brilham quando se reconhecem em algo que eu partilho, que vêm timidamente com um desejo de me dizerem ao ouvido: “eu também sou assim”.

O problema é que muitas vezes vemos a nossa essência, a nossa autenticidade, como algo mau, que nos prejudica e nos separa. Olhamos para o que nos torna únicos como algo que nos torna diferentes, anormais, bizarros, loucos. E quem é que quer ser assim? Não. Queremos ser aceites, sentir que somos amados e que fazemos parte de algo.

E quase sem nos apercebermos, passamos um tempo infinito a esconder quem somos, a tentar ser quem achamos que devíamos ser, ou aquela pessoa que nos fizeram acreditar que tínhamos que ser. Não é de surpreender que nos vejamos rodeados por pessoas iguais, máscara atrás de máscara, com medo de se encararem ao espelho e verem que só restam os fantasmas.

Mas o que nos escapa é que ser vulneravelmente verdadeiro é exactamente o que faz de nós interessantes, únicos, autênticos e é a isso que a essência das outras pessoas responde. É essa parte de nós que toca o âmago das outras pessoas, que faz com que se revejam em nós.

E é isso que funciona como um íman, uma bússola que nos guia para encontrarmos uma tribo de espíritos alinhados na mesma frequência. E essa sim, é uma comunidade que merece o nosso investimento, que nos inspira, que nos ajuda a crescer, que nos ajuda a evoluir na direção do bem pessoal e universal.

Muitas vezes me censurei quando comunico ou até quando escrevo para o blog com receio de ser mal interpretada, de parecer meio louquinha ou lunática, mas a verdade é que quanto mais honesta sou, melhor é a resposta que recebo. É mais forte, mais profunda, mais arrebatadora. Porque é uma resposta que vem da fonte e não da superfície de quem me lê.

Quantas vezes eu própria fico surpreendida com aquilo que sou hoje e penso na reacção que o meu eu de há uns 5 ou mais anos atrás teria ao conhecer o meu eu de hoje. Mas não tenho dúvidas que se iriam reconhecer uma na outra e que iriam ser amigas. De loucos? Sim!

Há uma frase que me surge constantemente nos últimos tempos que me faz tremer e rir ao mesmo tempo, porque é algo que evitamos uma vida inteira mas que faz tanto sentido como respirar: let your crazy out! (Deixa sair a tua loucura!).

Ando a praticar deixar-me levar por este novo GPS pessoal, sem julgamento ou medo. E é esse o conselho que dou a qualquer pessoa que queira encontrar um grupo, uma nova família, uma comunidade. Só a conseguimos encontrar depois de já nos termos encontrado a nós próprios. Quando ficamos prontos para nos abraçarmos completamente, também o mundo fica pronto para nos responder na mesma moeda. Na dúvida, let your crazy out!

Quando mais me deixo guiar por esta orientação, mais os outros se revelam, tanto positiva como negativamente, mas ao menos recebo a verdade que há neles. E assim torna-se fácil ver quem nos quer dar a mão para fazer a jornada de volta a casa.
E todos os outros, ficam livres para seguir o seu próprio caminho com as escolhas que conseguem fazer agora. E quem sabe, um dia, nos voltaremos a cruzar por esses trilhos?

“A felicidade só é verdadeira quando partilhada.” Christopher McCandless
(aconselho vivamente o livro onde é contada a história verídica deste rapaz que abandonou a vida em sociedade à procura de uma existência que transcendesse o materialismo ~ “O lado selvagem” de Jon Krakauer)

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E agora sim, voltamos à receita que é tão boa para partilhar com os nossos entes queridos.

Quando comecei a escrever este post, a minha ideia era partilhar a receita da tarte crua de mirtilos, mas algo me disse que não era a altura certa para isso e vários acontecimentos acabaram por me guiar a estas trufas.

Esta é uma adaptação da minha receita dos Brownies crus, baixos em gordura e sem frutos secos que são uma verdadeira delícia. E as trufas ficam tão docinhas que nem dá para acreditar que não levam açúcar processado!

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 cup/chávena de tâmaras (sem xaropes adicionados)
1 cup/chávena de amoras brancas secas (usei Iswari)
4 colheres de sopa com alfarroba em pó
1/2 colher de sopa com canela em pó
1/2 colher de chá de baunilha em pó

Instruções:
~ Demolhar as tâmaras durante alguns minutos até ficarem moles e depois retirem os caroços.

~ Juntar tudo num processador de comida e triturar até ficar uma pasta uniforme e pegajosa.

~ Depois basta fazer bolinhas do tamanho que desejarem, usando apenas as mãos.

~ Podem comer logo ou podem deixar no congelador durante 1 horita para ficarem mais duras e crocantes.

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ENGLISH:

I thought about this recipe the other day, as I was planning a little get together with some girls and didn’t quite know what snacks to bring. I ended up making a raw blueberry pie that turned out amazing but other good choices for this type of situation are little individual sweets like these truffles or spreads like guacamole or hummus.

That day I came to think about how most social events revolve around food, from casual get togethers to important days like birthdays, weddings, the holidays and so many other celebrations.
But to me, the important thing has to be the company I’m with and the connection I’m able to set with others. I obviously don’t enjoy being hungry and I get a horrible temper when I, but food is quite secondary to me on those moments.

I’ve been in many places where divine food was being served but where I found myself surrounded by people whose energy, interests and perspectives where so out of tune with mine that I just couldn’t truly enjoy the moment.

Those are the times where I hear little inside questions like: is this really how you wish to spend your time here? Is this the kind of influence that will help you build your path? Why do you take part of something that just isn’t constructive to you?

And the only thing preventing me from running out the door is a whisper that tells me: shine your light. And I do try hard to focus on whatever positive, enriching or constructive input I may have to offer right there. I must confess I don’t always feel accomplished and either way, I go home wishing not to go through that again.

But, truth be told, I’ve found myself in that situation often and sometimes the people surrounding me had been a part of my life for many years.
And suddenly, I realise that we’ve grown in completely different directions, that the person I am today has nothing to do with whom they have become. And it just feels awkward that we keep on trying to walk side by side because between us has grown a river so wide we can’t even see the other bank. Why insist on something that naturally drained away?

Sometimes being in such company is a sole excuse to avoid loneliness.
I see companionship and community as something that truly enriches the experience of living, that brings true meaning to the term “quality of life”.
Honest connections, profound shares and links can summ up the difference between an empty day or a valuable one.
The ultimate blessing to anyone is to find a tribe of like-minded souls, someone we can relate to, someone who embraces our dreams and nightmares, our light and our shadow.
I have learned that all relationships have a purpose, an expiration date and all of them happen to teach us something fundamental about our own existence. It’s up to us not to repeat the lessons.

The more courage I have to be true to myself and to honor what I feel, think and believe, the faster relationships change. Friends that aren’t really so disappear like sand running down my hands but others start showing up with a sparkle in their eyes that comes from identifying themselves with some piece of me I have shared. They come in shyly with a desire to whisper in my ear: I’m just like you.

The problem is we often see our essence, our authenticity as bad, as something that brings us harm and separates us from the rest.
We look at what makes us unique as something that makes us different, weird, bizzare, crazy. And who wants to be that person? No. We crave acceptance, love, integration.
And so, without quite being aware of it, we spend years on end hiding who we are, trying to be who we think we should be or who someone told us we had to be.

It’s no surprise we find ourselves surrounded by the exact same people, masks behind masks, too afraid to look in the mirror and confront the ghosts. But what we don’t realise is that what makes us interesting, unique, authentic is being vulnerably real. And that is exactly what other people’s essence respond to. That’s the piece of us with the power to touch the core of someone else, that allows them to see themselves in us.

And it works as a beautiful magnet, a compass that guides us to a tribe of spirits aligned with our frequency. And that is a community worth of our investment, that inspires, helps us grow and evolve in the direction of personal and greater good.

So many times in the past I have censured myself while communicating or even just writing for this blog, fearing to be ill interpreted or judged as half crazy or a lunatic, but the more honest I get, the better the response. It’s stronger, deeper, more breathtaking. Because it comes from the source and not the surface of those who read my words.

I often think about how the person I used to be 5 or more years ago would react to the person I have become today and I’m sure they would still be able to recognise themselves in one another and try to be friends. Crazy? Oh yeah!

There’s a sentence that keeps showing up everywhere lately and makes we laugh and shiver at the same time, as it calls for something as natural as breathing but we avoid it with all our strenghts: let your crazy out!

I’ve been practising to let this new sort of personal GPS guide me, without any fear or judgement. And that is the advice I give anyone looking for a new group, family, community. We will only find it after finding ourselves. When we are ready to wellcome all of who we are, the world becomes ready to do the exact same thing. When in doubt, let your crazy out!

The more I let this guidance rule my journey, the more others reveal themselves to me, either positively or negatively, but at least I’m being offered the truth.
And so it becomes easy to learn who wants to take my hand and find the way back home with me, while the rest become free to roll down their own road with the choices they are ready to make right now.
And who knows, maybe our paths will cross again someday…

“Happiness is only real when shared” Christopher McCandless
(I strongly advise the book about the real life story of this guy’s journey from leaving behind a life in society in search for an existente beyond materialism ~ “Into the wild” by Jon Krakauer)

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And now back to the recipe, because it’s such a good one to share with your loved ones.

Actually, when I first started writing this post, my idea was to share the recipe for the raw blueberry pie but something made me feel it wasn’t the right timing and several coincidences ended up guiding me to these Truffles.

This is an adaptation of my raw, low fat, nut free and delicious Brownie recipe. The Truffles turned out so good you won’t believe there’s no processed sugar in them!

Ingredients:
(Organic if possible)
1 cup of dates (without added syrups)
1 cup of dried mulberries (I used Iswari)
4 tablespoons of carob powder
1/2 tablespoon of cinnamon powder
1/2 teaspoon of vanilla powder

Directions:
~ Soak the dates for some minutes until they get really smooth and de-seed them.

~ Put everything in a food processor and blend until you get a sticky dough that looks even.

~ Use your hands to roll the dough and make balls, as big as you wish.

~ You may eat it right away or place it in the freezer for 1 hour to make them crunchy and hard.

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5 things I Love! ~ 5 coisas que Adoro!

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Nem acredito que já passaram tantos meses desde a última vez que escrevi um post destes! Andei tão concentrada nas receitas que me fui esquecendo disto, mas nunca é tarde demais para retomar esta prática pública de difundir a gratidão e reconhecer o que adoro no meu mundo. Não há atitude melhor para começar ou acabar o dia, principalmente se o dia for mau.
Nesses dias, nos que custam mais, é quando a gratidão faz ainda maior diferença
.
Vamos a isto! E temos que repetir em breve!

“Reconhecer o bom que já existe na tua vida é a fundação para toda a abundância.”
Eckhart Tolle

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1 ~ Fotografias a contraluz.
Quem me segue no Instagram já deve ter reparado que tenho uma ligeira obsessão com fotografias em contraluz. É a melhor representação de como eu vejo e sinto o sol, como uma bomba de fogo, de energia, que me contagia, me toca e me torna parte dele.

Ver o sol em todo o seu poder traz-me à lembrança aquilo que as nossas células já sabem ~ somos todos feitos do mesmo, somos todos lava do mesmo vulcão e partilhamos esta luz que, por muito que a tentemos negar, não nos abandona.
Nada traduz tão bem o que sinto como isto:

“Somos todos Espírito individualizado e mantemos a mesma relação com a Mente Universal como a relação que o raio de sol mantém com o sol.”
Dr. Venice J. Bloodworth ~ Key to yourself

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2 ~ Cuidar bem da minha pele.
No que toca a lavar o corpo, prefiro usar sabonetes do que gel de banho ou loções porque duram muito mais tempo e normalmente não vêm dentro de embalagens de plástico, o que torna esta opção mais económica e mais amiga do ambiente.

Mas nem todos os sabonetes são iguais, pois não? Alguns estão repletos de químicos muitíssimo prejudiciais para a nossa pele que é mesmo o nosso maior órgão.
E eu tenho um lema que não esqueço nunca: se não te imaginas a comer isso então porque usá-lo na tua pele?

É uma das razões que me leva a gostar tanto dos sabonetes da Saponina, um pequeno projecto português com produtos artesanais feitos com ingredientes de alta qualidade como azeite virgem, manteigas vegetais, óleos essenciais, ervas aromáticas e flores. E o melhor é que têm opções veganas.

Tenho andado a usar este lindo sabonete que podem ver na foto e posso dizer que fiquei fã. Sabem quando pegamos num produto e conseguimos sentir o amor, carinho e atenção que foi empregue na sua criação? É tão especial mas nada habitual, não concordam?

Este sabonete tem um aroma delicioso e suave a erva príncipe e perpétuas roxas que contribuem para uns momentos muito relaxantes no chuveiro e deixa-me com a pele calma e macia sem ficar gordurosa.
Esta beleza veio com uns discos perfumados e muito amorosos que eu pus dentro das gavetas e agora tenho a roupa interior a cheirar a primavera. Uma delícia!

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3 ~ Cristais e pedras semi-preciosas.
Sempre tive uma certa atracção por alguns cristais e pedras mas achava que era só por serem esteticamente agradáveis. Mas agora que ando a aprender sobre a frequência energética que cada um deles contém, assim como os campos magnéticos que emitem, fico pasmada como as minhas predilecções fazem, afinal, tanto sentido. O que eu considerava ser uma orientação superficial, consegue ser muito mais inteligente do que eu imaginava.

Agora, sempre que não tenho qualquer informação sobre determinada pedra ou cristal, escolho aquele que me atrair mais, ou como eu costumo dizer, aquele que “falar comigo”.

Um dos meus cristais preferidos é ametista. O anel tenho-o há tantos anos que nem me lembro de não o ter. A ametista é perfeita para meditar e fortalecer a nossa ligação ao mundo espiritual porque consegue acalmar a mente e ajuda a relaxar. É muito usada para protecção energética, para tranquilizar os estados emocionais e também para ajudar a curar o corpo ~ aparentemente consegue melhorar a qualidade do sono, limpar o organismo de substâncias nocivas como os aerossóis, contribui para uma melhor circulação sanguínea e é um bom aliado de quem luta contra algum vício, entre muitas outras coisas. Este cristal costuma ser associado às energias dos chakras 6 e 7, mas por vezes também surge referenciado como um bom cristal para trabalhar o chakra 4.

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4 ~ Piñatas!
Lembram-se do filme Clube de combate? Vá lá, claro que se lembram! O Brad Pitt… De tronco nu… A lutar… Avivaram a memória? ;)
Pois bem, eu sou de opinião que deveria existir um clube da piñata tal e qual como esse. De vez em quando juntávamo-nos todos para despedaçar uma bela piñata! Estou convencida que o mundo seria muito melhor se tivéssemos algo assim, muito mais recheado de paz e amor.

Estão a ver aquele stress que se entranha debaixo da pele e não desaparece nem por nada? Nem com meditação, nem yôga, nem surf ou o que quer que pratiquem para relaxar. Nada! Esse tipo de stress! Uma piñata resolvia o assunto. Não acham? Estão a seguir o meu raciocínio? Mas temos que alterar as regras do clube: a primeira regra do clube da piñata é que temos que falar sempre sobre o clube da piñata.

Para o nosso primeiro encontro já me estou a imaginar a destruir uma peça de fruta gigante mas o limite é mesmo só a nossa imaginação. Uma das minhas antigas colegas de Macau anda a mudar o mundo para melhor, uma piñata de cada vez e agora podem ver o trabalho fabuloso dela aqui.

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(Fotos das Piñatas por Piñata Colada)

5 ~ Esta música.
Há alguns anos atrás vi-me envolvida num grave e complicado problema que durou pouco (pouco?!) mais de um ano e sempre que eu me focava em manifestar a resolução que desejava para esse problema, esta música começava a tocar, independentemente de onde eu estivesse. Todas as vezes! Todas as vezes que conseguia manifestá-lo e sentir com todo o meu corpo o sopro de alegria e alívio, como se já tivesse recebido as boas notícias, a música aparecia do nada. Tornou-se num sinal que me reconfortava com a noção de que tudo iria terminar bem e que o desfecho que eu imaginava se iria concretizar. E deste então, adoro esta música! Para mim, continua a ser um lembrete de que o raio da magia existe mesmo! Que o universo, para além de me escutar continuamente, está mesmo do meu lado! Obrigada, obrigada, obrigada!

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ENGLISH:

I can’t believe it’s been so many months since the last time I wrote a post like this! I’ve been so focused on the recipes, I completely forgot about it. But it’s never too late to return to my public practice of showing gratitude and acknowledging what I love in my world. There’s no better attitude to start or end a day, specially a bad day. On those really bad ones, that’s when being grateful makes the biggest difference.
Let’s do it now and let’s do it often!

“Acknowledging the good that you already have in your life is the foundation for all abundance.”
Eckhart Tolle

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1 ~ Backlight photos.
If you follow me on instagram, you’ve probably noticed that I have a slight obsession for backlight photographs.
It is the best representation of how I see and feel the sun, as a bomb made of fire, of energy, that spreads into me, touches me and takes me as a part of itself.

Seeing the sun in all its power reminds me of something our cells already now ~ we are all made from the same stuff, we are all lava from the same volcano, sharing this light that doesn’t give up on us, no matter how much we deny it. Nothing translates this feeling as well as this:

“We are all individualized Spirit and bear the same relation with the Universal Mind as the sunbeam does to the sun”.
Dr. Venice J. Bloodworth ~ Key to yourself

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2 ~ Taking good care of my skin.
When it comes to washing my body, I would rather use soaps than liquid gels or lotions because soaps last a lot longer and don’t usually come with a lot of plastic packaging, which makes it a cheaper and more eco-friendly option.

But not all soaps are created equal, are they? Some have a lot of nasty chemicals that hurt our skin wich happens to be our largest organ and I have one motto to live by: if you wouldn’t eat it, why would you put it on your skin?

This is one of the reasons I love the soaps from Saponina, a small portuguese project. Their soaps are handmade from high quality ingredients like cold pressed olive oil, plantbased butters, essential oils, herbs and flowers. Plus, there are several vegan options.

I’ve been using the lovely soap you can see in this picture and I really like it. The best part is I can hold this soap and just feel the love, attention and care that was put in its’ creation. How wonderful is it when we feel that? It’s not often, is it?

This soap has a delighful but soft scent of lemongrass and red globe amaranth that make for a very relaxing moment in the shower and it leaves my skin feeling calm and smooth without being greasy.
This pretty little thing came with a few very cute scented disks that I’ve placed in my drawers and now my underwear is smelling like spring. Delicious ;)

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3 ~ Crystals and gemstones.
I’ve always felt a certain atraction for some crystals and gemstones but I used to think it was merely because they are so aesthetically pleasing.

But now that I’ve been learning about the energy of these stones and the magnetic fields they create, I get stunned when I realize how much sense my choices actually made. I thought it was just a superficial decision but it was being guided by a much bigger inteligence that I could never had imagined before.

Now, whenever I don’t have any information about a certain type of stone, I just let myself choose whichever I feel more attracted to or, as I usually put it, whichever “speaks to me”.

One of my favorite crystals is Amethyst. I’ve had that ring for so many years that I don’t even recall not having it. Amethyst is perfect for meditation and strenghtening our connection to the spiritual world because it can calm down the mind and help us to relax. It’s commonly used for energetic protection, to balance emotional states and it has many healing properties ~ apparently it can improve the quality of our sleep, it can detox the body from harmful substances such as aerosols, improves blood circulation and it’s of great help for those fighting addiction, amongst many other things. This crystal tends to be used to work with the energy from chakras 6 and 7 but some people also like using it for chakra 4.

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4 ~ Pinatas!
Do you remember the movie Fight Club? Come on, of course you remember! Brad Pitt… Shirtless… Fighting… Ring a bell? ;)
Well I think there should be a Pinata club just like that! Every once in a while we would all get together and smash a good pinata! I’m convinced the world would be a much better place, way more loving and peaceful.

You see, do you know that stress that gets under your skin and nothing seems to get rid of it? Not meditation, not yoga, not surfing or whatever it is that you do to relax. Nothing! That kind of stress? A pinata would work! Right? See what I mean? But we need to change the rules of the club: first rule of pinata club is to always talk about pinata club!

For our first little get together I’m picturing myself smashing a giant piece of fruit but the only limit is your imagination. One of my former classmates from Macau is making the world a better place, one pinata at a time and now you can see her amazing work right here.

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(Pinata photos by Pinata Colada)

5 ~ This song.
A few years ago I went through a really tough and complicated problem that lasted a little (little?!) over one year and every single time I focused on manifesting my desired outcome for that issue, this song would pop up, regardless of where I was. Every single time! Every single time I could manifest it and feel in my entire body the pure joy and relief as if I had already received the good news, this song started playing. It became a sign that reassured me that everything was going to be fine and that the outcome I envisioned would become reality. And I’ve loved it ever since! This song, to me, is a reminder that freaking magic is real! That the universe not only is listening to me but actually has my back. Thank you, thank you, thank you!

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Chocolate and mint raw cake (nut-free) + Growing older without aging ~ Bolo cru de chocolate e menta (sem frutos secos) + Ficar mais velho sem envelhecer

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Hoje partilho convosco a receita para o bolo que fiz para o meu aniversário na semana passada. Não sou uma grande fã de celebrar aniversários, talvez porque sempre tive uma relação estranha com a minha idade.

Aliás, sempre tive uma relação estranha com os números e com tudo o que tenha a ver com números. Matemática foi mesmo a única disciplina em que alguma vez chumbei na escola e isso diz muito sobre como é difícil relacionar-me com números.
Não me perguntem porquê! Ainda não consegui descobrir. Ainda!

Mas de volta à questão da idade, não é por eu não gostar de ficar mais velha ou por ter medo de ficar mais velha. Eu até considero que ficar mais velho é um privilégio que nem toda a gente tem a sorte de ter. Ainda esta semana o mundo me relembrou isso, com a partida súbita e muito triste de uma amiga. Eu dou valor ao meu tempo aqui e não tenho medo algum de ficar mais velha, de todo.

O problema, para mim, é que não me consigo identificar com a minha idade, nem agora nem nos últimos 13 ou 15 anos, mais coisa menos coisa. Sempre aparentei ser mais jovem do que a minha idade cronológica e isso parece criar reacções muito confusas nas outras pessoas devido ao hábito de terem ideias muito fixas sobre o que uma determinada idade significa ou deveria significar. Muitas vezes não sabem em que “caixinha” preconcebida me podem enfiar.

A verdade é que não me costumo identificar com pessoas da minha idade, havendo algumas excepções, como é óbvio. Quando me vejo ao espelho ou quando digo a minha idade em voz alta, parece-me sempre que alguém fez asneira e se enganou no número. Estou constantemente a esquecer-me de quantos anos tenho e o raio do número não me diz coisíssima nenhuma.

A boa notícia é que eu costumava sentir-me um tanto ou quanto culpada por ser assim mas agora descobri que até é uma atitude muito boa e saudável de se ter!

Segundo a Dra. Christiane Northup, o que nos faz envelhecer são as nossas crenças sobre a idade e sobre o nosso corpo e não a biologia ou a genética.

Tal como ela diz, ficar mais velho é inevitável mas envelhecer é uma opção.
Por isso, a nossa idade biológica não tem que corresponder à nossa idade cronológica. Ora aqui está algo que faz todo o sentido para mim!

Aquilo em que acreditamos é que determina a nossa saúde e juventude! Por isso podemos parar de culpar a nossa idade por isto ou por aquilo e começar a mudar os nossos pensamentos e ideias para criar mais saúde e beleza nas nossas vidas. Que crenças pessoais e culturais nos estão a impedir de viver uma vida melhor?

Será que acreditam que aos 35 já estão velhos demais para aprender uma nova profissão? Que aos 40 anos já não se pode ter filhos? Que aos 45 já não se podem apaixonar? Que as pessoas perdem valor e poder quando se reformam? Quantas crenças negativas e tão limitadoras teremos sobre a idade? Aposto que muitas, certo?

E, para além disso, é a nossa própria história, a nossa biografia que acaba por criar a nossa biologia. Ao praticar o estar conscientemente ligados à nossa energia, emoções e pensamentos, conseguimos mantê-los positivos e constructivos para co-criarmos a nossa saúde diariamente:

“Desta forma é a nossa biografia – ou seja, as experiências que constituem a nossa vida – que se torna a nossa biologia. (…) As emoções dessas experiências ficam codificadas nos nossos sistemas biológicos e contribuem para a formação de tecido celular, que irá por sua vez gerar uma qualidade de energia que reflecte essas emoções.”
Caroline Myss, Anatomia do Espírito

Por isso, decidi seguir os conselhos da Dra. Northup e continuar a sentir-me jovem e vibrante, independentemente das opiniões de terceiros sobre a minha idade e como devo ou não devo ser.

Para além disso, vou continuar a seguir a minha intuição e manter-me longe de gente que só gosta de se queixar da idade, saúde e vida em geral. Eu prefiro focar o meu tempo e energia naquilo que adoro e não naquilo que detesto.
Ainda no outro dia uma amiga minha comentava que eu estava a começar a ficar velha demais para ter filhos mas eu sosseguei-a logo. Se cientistas de todo o mundo me garantem que o nosso corpo se renova totalmente a cada 7 anos, então estes meus ovários ainda só têm 5 anos e não precisam de ter pressa nenhuma!

O melhor de tudo é o conselho da Dra Northup para deixar de dizer a nossa idade e para começarmos a responder: eu não tenho idade!
Que tal? Muito bom, não é? Se este assunto vos interessa, espreitem este vídeo com informação de qualidade e bem divertido (infelizmente, só está disponível em inglês).

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E agora vamos ao bolo! Bolo cru, saudável, delicioso e baixo em gordura de chocolate, matcha e menta!
Vamos a isso!

Eu adoro chocolate e fiquei inspirada para fazer a massa do bolo desta maneira depois de ler uma receita de queques crus da Emily do This Rawsome Vegan Life. Tive que fazer algumas adaptações mas resultou lindamente, numa massa muito fofa e bem cremosa!

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
Primeira camada
1/4 cup/chávena/xícara de água
2 colheres de sopa de chia
1/2 cup/chávena/xícara de amoras brancas secas (usei Iswari)
1/2 cup/chávena/xícara de côco ralado
1/2 cup/chávena/xícara de tâmaras (sem xaropes)
1/2 cup/chávena/xícara de água
1 colher de sopa de matcha em pó (usei Iswari)
1 ou 2 gotas de óleo essencial de menta (100% puro e biológico)
Segunda camada
1/4 cup/chávena/xícara de água
2 colheres de sopa de chia
1/2 cup/chávena/xícara de amoras brancas secas (usei Iswari)
1/2 cup/chávena/xícara de côco ralado
1/2 cup/chávena/xícara de tâmaras (sem xaropes)
1/2 cup/chávena/xícara de água
4 colheres de sopa de alfarroba em pó
Para decorar
2 kiwis maduros

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Instruções:
Primeira camada

~ numa taça ou copo juntar a chia com 1/4 cup/chávena/xícara de água para a chia inchar

~ entretanto, triturar o côco e as amoras num processador de comida ou liquidificadora potente. Deitar numa taça e deixar de lado.

~ triturar as tâmaras (sem caroços) e o resto da água. Deitar esta mistura na taça com o côco e as amoras e misturar muito bem. Juntar a chia já bem inchada e voltar a misturar.

~ por fim, adicionar a menta e a matcha e misturar até ficar uma massa com cor homogénea.

~ deitar a massa numa forma de bolo redonda e pequena (a minha tinha 15 cm) forrada com papel vegetal. Nunca usar formas de plástico ou silicone quando se usa óleos essências. Pressionar bem a massa e nivelar.

~ cortar rodelas fininhas de kiwi (sem casca) e colocar por cima da primeira camada, tapando-a totalmente. Deixar no congelador enquanto preparam a segunda camada.

Segunda camada
~ Repetir os passos 1, 2 e 3 da primeira camada.

~ por fim, adicionar a alfarroba e misturar até ficar uma massa com cor homogénea.

~ tirar o bolo do congelador e deitar a segunda camada por cima dos kiwis. Pressionar bastante e nivelar o mais possível.

~ cortar mais rodelas de kiwi e decorar a parte de cima do bolo.

~ tapar o bolo com mais papel vegetal e deixar no congelador durante 3 ou 4 horas. Retirar do congelador, retirar da forma e por o bolo no prato. Deixar no frigorífico cerca de 10/15 minutos antes de servir.

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ENGLISH:

Today I’m sharing the recipe for the raw cake I made for my birthday last week. I’m not a big fan of birthday celebrations, maybe because I’ve always had a weird relationship with my age.

Actually, I’ve always had a weird relationship with all numbers and anything that revolves around numbers. Math was the only class I ever failed in school and I think it says a lot about how hard it is for me to relate to numbers. Don’t ask me why, because I haven’t figured it out. Yet!

But, back to the age issue, it’s not that I don’t like getting older or that I’m afraid of it. I actually feel that growing older is a privilege that a lot of people don’t get to experience. Just this week I was reminded of that with the sad news of a friend’s sudden passing this week. I do value my time here and I’m not afraid of getting older, no.

The problem for me is that I don’t identify myself with my age, not right now and probably not for the past 13, 15 years, maybe. I’ve always looked younger than my chronological age and that creates a lot of confusing reactions from people due to their habit of having such strong ideas of what a specific age means or should mean. Sometimes they just don’t know what little preconceived “box” they can put me in.

The truth is I don’t usually identify myself with people my age, with a few exceptions, of course.
When I look in the mirror or say my age out loud, I can’t help but think someone made a huge mistake. I keep forgetting how old I really am and the whole number doesn’t make any sense to me.

The good thing is that I used to feel somewhat guilty about this but now I’ve found out it’s actually a really good and healthy atitude to have! According to Dr Christiane Northup, our beliefs about our body and age are what makes us old and not our biology or genes.

Like she says, growing older is inevitable but aging is optional! So our biological age doesn’t have to be the same as our cronological age. Now, that’s something I can relate to!

It’s what we believe that determines how young and healthy we are! So we can just stop blaming our age for this or that and change our thoughts and ideas to create more health and beauty in our lives.

What personal and cultural beliefs are stopping us from living a better life? Do you think a 35 year old is to old to learn a new profession? Do you think a 40 year old is to old to have a baby? Do you think a 45 year old is to old to fall in love? Do you think you’ll lose your power and value after retirement? How many negative and limitative beliefs do we have about age? I’m guessing we have a lot, right?

Not only that, but our own story, our very own biography is ultimately what creates our biology. And by being mindful and connected to our energy, emotions and thoughts and making sure they are positive and constructive we can actively co-create our health every single day:

“In this way your biography – that is, the experiences that make up your life – becomes your biology. (…) The emotions from these experiences become encoded in our biological systems and contribute to the formation of our cell tissue, which then generates a quality of energy that reflects those emotions.”
Caroline Myss, Anatomy of the Spirit

So I’ve decided to take Dr Northup’s advice and stick with feeling young and vibrant regardless of people’s opinion about my age and how I should or shouldn’t act. And I’m also going to keep following my intuition and stay away from people that love complaining about their age, health and overal life.
I’d rather focus my energy and time on what I Love instead of what I hate.

Just the other day one of my friends was saying that she believes I’m getting too old to have children but I reassured her that scientists have proven that our body totally renews itself every 7 years. So that means my ovaries are only 5 years old now and I see no reason whatsoever to rush.

But the best thing is this: Dr. Northup actually says we should stop saying our age and just answer any age related questions with “I’m ageless!” How about that? Isn’t that amazing?
If you’re interested in this topic, I highly suggest you watch this video with lots of quality information.

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And now it’s time for cake! Raw, healthy, delicious and low fat chocolate matcha mint cake! Let’s do it!

I love chocolate and I felt inspired to make the cake dough like this after reading a recipe for chocolate muffins by Emily from This Rawsome Vegan Life. I made some adaptations and it turned out really good, very moist but light!

Ingredients:
(Organic, if possible)
First layer
1/4 cup of water
2 tablespoons of chia seeds
1/2 cup of dried mulberries (I used Iswari)
1/2 cup of desiccated coconut
1/2 cup of dates (without added syrups)
1/2 cup of water
1 tablespoon of matcha powder (I used Iswari)
1 or 2 drops of 100% pure and organic peppermint essential oil
Second layer
1/4 cup of water
2 tablespoons of chia seeds
1/2 cup of dried mulberries (I used Iswari)
1/2 cup of desiccated coconut
1/2 cup of dates (without added syrups)
1/2 cup of water
4 tablespoons of carob powder
For the topping
2 ripe kiwis

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Directions:
First layer
~ in a cup or glass stir in the chia with 1/4 cup of water and let it get swollen

~ use a food processor or high speed blender to grind the mulberries with the coconut to make a flour. Set aside in a bowl.

~ process the dates (remove seeds first) with the remaining water and pour this paste into the bowl with the coconut and mulberries. Add the swollen chia and mix everything well

~ add the matcha and the mint essential oil and mix everything really well until you get a dough with an even colour and consistency

~ place this dough in a small round cake mold or tin (mine was about 15cm / 5.9 inches) covered in parchment paper. Never use plastic or silicone molds when using essential oils. Press it down very well and keep it levelled as much as possible

~ cut very thin slices of kiwis (without the peel) and cover the first layer with it

~ place the cake in the freezer while you prepare the second layer

Second layer
~ repeat steps 1, 2 and 3 from first layer

~ finaly, add the carob powder and mix everything really well until you get a dough with an even colour and consistency

~ take the cake out of the freezer and pour the second layer on top of it. Press it down really well and keep it levelled as much as possible

~ cut more thin slices of kiwis (without the peel) and cover the second layer with it.

~ cover the cake with some more parchment paper and place it in the freezer for about 3 to 4 hours. Then take it out of the tin, place it in a plate and leave it in the fridge for about 15 minutes before serving.


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My morning Kundalini Yoga Frogs ~ Os meus sapos matinais de Kundalini Yôga

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Acho que já tinha mencionado que pratico ashtanga vinyasa yôga desde há um par de anos, mas a minha primeira introdução ao yôga foi através do kundalini há mais de dez anos. Nessa altura nem sequer sabia como é que se chamava e acredito que não tenha acontecido na altura certa porque não ressoou comigo e achei que não seria a prática ideal.

Mas, na verdade, há algumas meditações e kriyas (exercícios) do kundalini que me dizem bastante ainda hoje. Ou, provavelmente, mais ainda hoje do que em qualquer outra altura.

Na outra semana andava aqui em casa a dar uma volta em livros antigos dos quais me queria descartar e encontrei o meu primeiro livro de yôga que é exactamente um livro de kundalini para mulheres. E houve qualquer coisa que me chamou a atenção e me fez abrir o livro, obrigando-me a relê-lo. E desde então tenho vindo a redescobrir o kundalini de um modo muito autodidacta mas bastante divertido!

Tenho andado a practicar o kryia do “sapo” (frog kryia) numa tentativa de energizar o início de cada dia porque, tal como já tinha confessado aqui, não sou uma pessoa nada dada a manhãs.

Este kryia demora só um minutinho a fazer e é óptimo para acordar, especialmente naquelas manhãs geladas, porque dá-me imensa energia num instante, põe o sangue a bombar pelo corpo todo, a minha temperatura sobe rapidamente e até me consegue deixar a suar ligeiramente.

Este exercício é óptimo para os chakras 1 e 2, que por acaso eu tenho vindo a trabalhar nos últimos tempos. Quando trabalhamos com os portais de energia que são os chakras, é aconselhado começarmos pelos de baixo porque são os que estão ligados às nossas necessidades básicas e físicas de sobrevivência, assim como à nossa capacidade de criar e de nos ligarmos à terra e ao corpo. E isso é fundamental para conseguirmos aceitar e lidar com o que a vida nos presenteia, aqui e agora.

O kriya do sapo ajuda a aumentar o fluxo de energia e força vital, ajuda equilibrar o sistema hormonal, tonifica as pernas e a bunda e é óptimo para o coração e a circulação sanguínea. Para além disso, sempre ouvi dizer que tudo o que nos ponha a cabeça virada para baixo, previne as rugas! ;)

É muito fácil de executar, mas achei melhor juntar aqui um vídeo para explicar tudo certinho. Como ainda não tive oportunidade de gravar nenhum vídeo, partilho um que encontrei na internet e que é bastante bom. É em inglês mas mesmo que não entendam a língua, vão ficar a perceber porque dá para ver bem a posição do corpo na demonstração física, logo após uma pequena introdução.

Mas, como disse, é bastante fácil:
~ Pôr o corpo em posição de agachamento e levantar os pés para que só os dedos toquem no chão. Os calcanhares ficam colados um ao outro. Abrir os joelhos para fora o mais possível. Tentar esticar a coluna o mais possível e pousar as mãos em frente dos pés, tocando no chão com os dedos.

~ inspirar e levantar as ancas na direcção do tecto, esticando bem as pernas. A cabeça desde em direcção às pernas e só tocamos no chão com os dedos dos pés e mãos.

~ expirar e baixar as ancas e retomar a primeira posição, mantendo as costas bem direitas e olhando para a frente. Os dedos sempre a tocar no chão.

~ Repetir 26 vezes, o mais depressa possível, mas sempre controlando bem a respiração e os movimentos.

Costumo praticar com o estômago vazio, ainda de pijama, logo a seguir a ir à casa de banho. Quando acabo os sapos começo então a tomar a minha bebida detox matinal enquanto me visto e preparo para o resto do dia.

Se ressoar convosco, experimentem.
Se forem como eu e tiverem problemas em ser consistente, lembrem-se que 21 dias é o período mínimo de tempo para criar um novo hábito mas se queremos experienciar uma mudança profunda e duradoura convém praticar durante 40 dias.

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ENGLISH:

I think I’ve mentioned here I’ve been practising ashtanga vinyasa yoga for the past couple of years, but my first introduction to yoga was through kundalini yoga more than ten years ago. I didn’t even know what kind of yoga it was back then and I’m sure it wasn’t the right timing at all because It didn’t resonate with me and I didn’t feel it was the right type of practice for me.

But the truth is, some kundalini meditations and kriyas (exercises) really speak to me at a very deep level even today. Or maybe even more today then ever before.

The other week I was at home going through some old books I wanted to let go of and I found my first yoga book which is a kundalini yoga book for women. And something just felt right and I picked it up, started reading it and since then I’ve been redescovering kundalini on my own and I’ve been having some fun with it!

I’ve been practising the frog kriya in an attemp to energize the start of my days, because I’m really not a morning person at all, as I’ve confessed in this previous post.

This kriya only takes about 1 minute to do and it’s great to wake me up specially on those freezing mornings because it gives me a lot of energy very quickly, gets my blood pumping through my whole body, my temperature goes up really fast and it can even make me sweat a little bit.

This pose is great for the first and second chakras, which I’ve been working on as of late. When working with the energy portals that are the chakras we should start from the bottom up because the first and second chakras deal with our basic and physical needs for survival and also our ability to be creative and grounded in our body, connected to the earth. And that is essential to embrace life and make the most of what is presented to us right here, right now.

The frog kriya helps us to increase our energy flow and life force, helps balance the hormonal system, tones the legs and butt, and it’s great for the heart and circulation. Plus, I’ve always heard that getting your head upside down keeps the wrinkles away! ;)

It’s super easy to do, but I thought it would be best to add a video explaining everything. I didn’t get the chance to shoot my own video but I found this really nice one online that you can check out if you have any doubts about how to do this exercise.

But, like I said, it’s very easy:
~ Squat down on your feet with only your toes touching the floor. The heels touch each other and you must try to open your knees to the sides as much as possible. Keep your back as straight as possible and place your hands in front of your feet, touching the floor with the tip of your fingers.

~ inhale and lift up your hips towards the ceiling, stretching your legs and bringing your face down in the direction of your legs. Only your fingers and toes touch the floor at all times.

~ exhale and bring your hips down, to the previous position and face forward. Keep your back straight with the fingers always touching the floor.

~ repeat it as fast as you can for 26 times, always keeping control of your breathing and movement.

I practice this with an empty stomach, still in my pijamas, right after going to the bathroom. When I’m done with the frogs, I have my morning detox drink while I get dressed.

Give it a try if it resonates with you. If you have trouble with consistency like I do, make sure to keep in mind that 21 days is the minimum time it takes for us to develop a new habit but to really experience a deep and long lasting change we should commit to it for at least 40 days.


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Raw energy bars with banana and hemp + A 5 minute full workout ~ Barrinhas de energia de banana e cânhamo (cru) + Um treino completo de 5 minutos

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

A receita de hoje é para quem gosta de se manter activo fisicamente mas detesta comprar barrinhas de energia ou proteína cheias de xaropes, corantes, conservantes bizarros e outros ingredientes duvidosos.
Estas barrinhas são bem docinhas, fáceis e simples de fazer e isentas de ingredientes prejudiciais à saúde.

Se costumam ler este blog já devem saber que eu adoro bananas e que prefiro ir buscar os meus hidratos de carbono à fruta porque nada me dá tanta energia. E é uma energia calma e expansiva que me faz sentir muito bem! Para esta receita usei farinha de banana em vez do fruto porque assim as barrinhas ficam com uma textura mais seca e mais dura.

Se ainda não conhecem as propriedades fabulosas das bananas, peço-vos que leiam isto primeiro e também podem ficar a conhecer melhor os benefícios das tâmaras aqui.

Para aumentar a quantidade de proteína das barrinhas usei sementes de cânhamo que é a proteína mais completa e mais fácil de ser digerida pelo nosso organismo. Mas para mais informação sobre este alimento fabuloso, podem espreitar este post.

Eu sei que os nossos amigos no Brasil não podem consumir estas sementes, mas podem fazer estas barrinhas com sementes de gergelim (sésamo), por exemplo. Mas não se esqueçam que, ao contrário das sementes de cânhamo, as de gergelim precisam de ser demolhadas antes de consumir.

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E já que falamos de exercício, hoje vou escrever pouco e mexer-me mais!

A verdade é que tenho andado preguiçosa nestes últimos dias e ando sempre a lutar contra a inconsistência. Mas tenho que aceitar que nem sempre estou cheia de energia ou vontade de me exercitar porque tudo, até isso, é cíclico e não vale a pena andar em negação. A vida é feita de ondas atrás de ondas e não se ganha nada em tentar controlá-las. Mais vale fluir…

A minha actividade de eleição é o Ashtanga Vinyasa Yôga e comecei recentemente a aprender a fazer surf porque o mar sempre foi o meu santuário preferido.
E desde que me lembro de ser gente que gosto muito de dançar e de tudo o que tem a ver com movimento e ritmo, por isso, mesmo nos dias de muita preguiça, ligo a música e dou lugar ao improviso aqui por casa.

Mas eu percebo que nem toda a gente tenha tempo ou disponibilidade para fazer exercício durante 1 hora e tal todos os dias.
Foi por isso que me lembrei de partilhar convosco este treino de 5 minutos que trabalha o corpo inteiro! Cinco minutos! Toda a gente tem 5 minutos, certo?

Este treino para queimar gordura é do Paul e da Yuli Tarbath que são um casal muito amoroso que ensinam sobre a alimentação crudívera e têm um site com imensas dicas e receitas óptimas, mas só em inglês.

Mas voltando ao treino, mesmo que não percebam inglês vão conseguir fazer porque ela exemplifica tudo de seguida neste vídeo.
São 5 exercícios de 30 segundos cada e depois repete-se tudo começando pelo lado oposto
.
E digo-vos que é um treino bem vigoroso!
Experimentem e contem-me como correu!

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Esta receita deu 7 barrinhas grandes.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 cup/chávena de tâmaras (sem xaropes adicionados)
1 cup/chávena de amoras brancas secas ou flocos de aveia integral (crus e sem glúten)
1/4 cup/chávena de farinha de banana (usei Iswari)
1/4 cup/chávena de sementes de cânhamo descascadas
1/2 colher de chá de baunilha em pó

Instruções:
~ deixem as tâmaras de molho durante uns minutos até amolecerem um pouco e retirem os caroços.

~ se usarem os flocos de aveia, primeiro triturem-nos até ficarem em farinha, usando um processador de comida

~ juntar todos os ingredientes no processador e triturar muito bem até resultar num crumble pegajoso.

~ retirar a massa e colocar num recipiente quadrado pequeno forrado com papel vegetal. Espalhar de modo uniforme a massa pelo recipiente e calcar bem com as mãos até ficar compacto.

~ deixar no frigorífico durante 2 ou 3 horas para endurecer e depois basta cortar em pedaços, consoante o tamanho que preferirem.
Se não comerem logo, deixem no frigorífico nos dias seguintes.

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ENGLISH:

Today’s recipe if for everyone that likes to be physically active but hates buying energy or protein bars filled with syrups, food colouring, weird preservatives and other nasty ingredients.

These bars are quite sweet, very easy and simple to make and have zero harmful ingredients.

If you’re a frequent visitor of this blog you already know that I love bananas and that I choose to get most of my carbs from fruit because nothing gives me so much energy. And it’s a very calm and expansive energy that makes me feel so good!
For this recipe I used banana flour instead of the fresh fruit because it gives a harder and dryer texture to the bars.

If you are unaware of the amazing health benefits of bananas, please read this and you may also check this post to learn more about how good dates are.

To increase the amount of protein in the bars I used hulled hemp seeds because hemp is the most complete protein and also the easiest to digest. But to learn more about this powerful food, please read this post.

I know that our friends in Brazil can’t buy hemp seeds but they can substitute it for sesame seeds. Just remember that, unlike hemp seeds, sesame seeds need to be soaked before consumed.

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And since we are talking about exercise, I decided that today I’m going to write a bit less and move a bit more!

The truth is I’ve been feeling somewhat lazy lately and I’m constantly struggling with inconsistency. I guess I just have to accept that I’m not always filled with energy or looking forward to exercise because everything, even that, is cyclic and there’s no use in being in denial about it. Life is made of waves after waves and there’s no point in trying to control them. It’s best to flow…

My chosen practice is Ashtanga Vinyasa Yoga and I’ve recently started learning how to surf because the ocean has always been my favorite sanctuary.
And every since I can remember, I’ve loved to dance and anything that revolves around movement and rhythm. So even in my really lazy days, I still turn on the music and just improvise around the house.

But I do understand that some people simply don’t have the time or willingness to exercise 1 hour or so everyday. That’s why I thought it would be a good idea to share this full body workout with you. It only takes 5 minutes! Five minutes! Everybody has 5 minutes to spare, right?

This fat burning workout is from Paul and Yuli Tarbath, who are a really lovely couple that teach about raw food and lifestyle. You can check out their website for lots of tips, info and recipes!

But back to the workout: in this video they explain it very well and it’s actually quite simple – just 5 different exercises that you do for 30 seconds each and them repeat one more time, starting with your other leg.
And I’m telling you it’s a very vigorous exercise! Give it a try and let me know how it goes!

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This recipe makes 7 large bars.

Ingredients:
(Organic, if possible)
1 cup of dates (without added syrups)
1 cup of dried mulberries or raw and gluten free whole grain oats
1/4 cup of banana flour (I used Iswari)
1/4 cup of hulled hemp hearts
1/2 teaspoon of vanilla powder

Directions:
~ soak the dates for a few minutes until they soften a bit and remove the seeds

~ if using the whole oats, place them first in the food processor and process until it turns to flour.

~ put everything in the food processor and process until you get a sticky crumble texture.

~ put the dough in a small square container with parchment paper. Use your hands and spread the dough until it covers the whole container and then press it down to make it even.

~ leave it in the fridge for a couple of hours to harden a bit and then cut it in your desired shape. If you don’t eat it right away just leave it in the fridge during the following days.


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Toxic dangers in makeup ~ Os perigos tóxicos da maquilhagem

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(Please scroll down for english version)

Desculpem, rapazes! Mas hoje vamos falar sobre maquilhagem. Mas estejam à vontade para se juntarem à conversa porque toda a gente é bem-vinda aqui!

Há quem adore e quem odeie, mas na realidade a maquilhagem faz parte da minha vida.

No dia a dia até não uso muito, um pouco de rímel, corrector e blush, dependendo dos dias. Mas quando estou a trabalhar é habitual ter que usar muita maquilhagem.

E a verdade é que nem sempre tenho direito a ter opinião sobre os produtos que usam na minha pele.
Mas é algo que me preocupa há bastante tempo.

Ser saudável não é apenas uma questão de alimentação, tem a ver com tudo o que fazemos e tudo o que somos.
E somos, na nossa grande maioria, consumidores.

E mesmo quando temos o cuidado de comprar cosméticos ou maquilhagem de marcas veganas, biológicas, naturais ou ecológicas, não significa que sejam inofensivos para a nossa saúde.

Muitas destas marcas ainda usam químicos tóxicos nos seus produtos e é por causa disso que eu leio sempre os rótulos onde listam os ingredientes de tudo o que compro. Sim, tudo!

Também gosto de confirmar se as marcas têm realmente certificados (nacionais ou internacionais) que atestem se são veganas, ecológicas ou biológicas.

Alguns dos piores químicos tóxicos e mais comuns neste tipo de produtos são:

parabenos (ethylparabenos, methylparabeno, propilparabeno)
Ligado a problemas hormonais e alergias na pele

ftalatos ou phthalates (muitas vezes disfarçados como “parfum”)
Ligado a vários problemas hormonais e de fertilidade, incluindo malformações em fetos

tereftalato de polietileno ou polythylene terephthalate
Ligado a cancros, vários problemas hormonais, infertilidade e danos em órgãos internos

polymethyl methacrylate
Ligado a cancros, vários tipos de alergias e problemas do sistema imunitário

Mas há muitos mais. Grande parte dos produtos de cosmética têm entre 10 a 30 químicos e muitos são prejudiciais para a saúde.

Os piores produtos parecem ser mesmo os perfumes, que podem ter até 200 químicos diferentes ou mais, muitos deles prejudiciais para a saúde, principalmente para o sistema hormonal. Daí eu ter deixado de usar perfume há já alguns anos e agora prefiro usar só óleos essenciais.

Mas será que isto quer dizer que não há produtos inofensivos e éticos? Claro que sim!

Algumas empresas fazem um esforço enorme para produzir maquilhagem e todo o tipo de cosméticos saudáveis, mas infelizmente são mesmo uma pequena minoria.

Será que esses produtos estão disponíveis nos hipermercados e lojas gigantes dos centro comerciais? Não contem com isso…

A maior parte das empresas veganas e conscientes que eu tenho encontrado são bastante pequenas e só têm lojas online. Graças a esta engenhoca fabulosa que é a internet, tenho vindo a descobrir marcas maravilhosas por esse mundo fora (a Austrália é uma mina!) mas muitas delas não enviam os produtos para Portugal, que é onde estou a viver.

E é exactamente por causa disso que quero falar com vocês, aqui é agora!
Quero que vocês, tu e tu, sim TU e TU me digam quais são os vossos produtos veganos e saudáveis de maquilhagem preferidos! Tenham só o cuidado de confirmar se estão disponíveis para venda em Portugal.

Quero juntar a informação que receber de toda a gente e depois vou fazer o possível para experimentar os produtos mais interessantes.

Porquê?
Porque quero encontrar os melhores produtos e partilhar com toda a gente os resultados desta pesquisa para que seja fácil e divertido comprar maquilhagem, mesmo sendo nós consumidoras conscientes e preocupadas com a nossa saúde e o bem estar de todos os seres deste planeta!

Sim! Vamos lá fazer isto!
Por isso preciso mesmo de toda a gente!
Peço-vos que deixem um comentário com o nome do vosso produto ou marca favoritos e juntem o link para comprar. Se preferirem fazer isto de um modo mais privado, podem enviar-me uma mensagem por aqui ou no facebook.

Bora lá! Estou a contar com todas vocês, minhas lindas!!

(As fotos deste post são da autoria de José Pinto Ribeiro)

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English:

Sorry, boys! Today is all about make up! But please feel free to join the conversation. Everybody is welcomed here!

Like it or not, makeup is part of my life.

I don’t wear much of it on my day to day life, a bit of mascara and some concealer or blush, depending on the day, but I do wear a lot of makeup when I’m working.

And the truth is I don’t always have a say on what kind of products are used on my skin.

But it’s something that I’ve been concerned about for a long time. Being healthy and living according to my conscience isn’t just about food, it’s about everything I do and everything I am.

And one thing most of us are is consumers.

You see, just because you buy vegan, organic, natural or eco-friendly makeup, it doesn’t mean that it’s not harmful for your body.

Many of those types of products still have a lot of harmful and toxic chemicals that can lead to severe health problems.

Even if a brand is oh so green and natural, it can have all those nasty ingredients and that’s why I always read the labels very carefully before buying anything. Yes, anything!

I also like to check if the brands have official national or international certification for being cruelty-free, organic or eco-friendly.

Some of the worst and most popular harmful toxic chemicals in makeup and cosmetics are:

parabens (ethyl paraben, methylparaben, propylparaben)
Linked to hormonal problems and skin allergies

phthalates (sometimes disguised as “parfum”)
Linked to several hormonal and fertility issues, including malformations in unborn babies

polythylene terephthalate
Linked to cancer, hormonal problems, infertility, damage to several internal organs

polymethyl methacrylate
Linked to cancer, several allergies and immune system problems

But there are many more. Most cosmetic products have something like 10 or 30 different chemicals and many are toxic and dangerous.

The worst seems to be perfumes that can have up to 200 or more different chemicals and are very dangerous to our health, specially to our hormonal system. That’s why I don’t use any perfume anymore and choose essential oils instead.

But does this mean there are no safe and ethical products out there? Absolutely not!

There are a few companies that are making an incredible effort to provide healthy makeup and cosmetics but it’s still a minority.

Are they available in the average supermarket or shoping mall?
Don’t count on that, unfortunately
.

Most vegan and health-conscious brands I’ve come to know are rather small and do most of their selling online. Thanks to this amazing little thing that is the internet, I’ve been discovering amazing products from all over the world (Australia is a gold mine!) but sometimes the brands don’t ship to Portugal, where I’m currently living.

So this is what I want to talk about right here, right now!
I want YOU, yes YOU, to tell me all about your favorite vegan and non-toxic make up! Just make sure it’s available worldwide.

I want to gather all the information I get from everyone and I promise I’ll do my very best to try every single product that looks interesting.

Why?
Because I want to find the very best and share that info with all of you to make it easy and fun to shop and still be conscious about our health and the wellbeing of every soul in this planet.

Yes, yes, yes!
So, let’s do it!
Please help me do this and leave a comment telling me about your favorite product and/or brand with a link.
If you like to do it in private, you can send me a message here or on facebook.
I’m counting on all of you, my lovelies!!

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(All photos in this post are by José Pinto Ribeiro)