The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães


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Como fazer uma taça de batido (cru, vegan) ~ How to make a smoothie bowl (raw, vegan)

(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Ultimamente tenho partilhado muito no Instagram as fotos das minhas taças de batido e lembrei-me de explicar aqui com mais detalhe para que possam ver como é fácil preparar uma refeição como esta.

Faço pelo menos 1 vez por dia e desenvolvi um método bastante simples porque não gosto de gastar muito tempo a preparar o que vou comer.

Base:

A base para as minhas taças de batido são bananas congeladas porque este é o meu combustível preferido. Não vale a pena ter medo das bananas porque não criam prisão de ventre nem engordam, ao contrário do que acreditei quase a vida toda (mais info sobre isso aqui). As bananas dão-me imensa vitalidade de um modo sustentado e calmo. Eu prefiro congeladas porque fica mais cremoso e com um sabor bem mais suave. Tenho sempre várias caixas no congelador com bananas – podem ver aqui como faço, passa o passo.

E depois adiciono apenas mais uma outra fruta diferente, consoante o que houver em casa. Também dá para juntar um vegetal (espinafres, couve, beterraba, etc) mas eu tenho andado a preferir guardar os vegetais para outras refeições.

Costumo juntar só um bocadinho de água ou água de côco. Cerca de 1/2 cup/chávena ou menos, se possível. Mas se preferirem, também podem usar leites vegetais, desde que não tenham sabores ou açúcar adicionado.

Nutrição extra:

Eu gosto de começar o dia com superalimentos porque me ajudam a lidar com o stress, são um bom suporte para o sistema hormonal e sistema imunitário e até dão mais energia. Costumo usar só 1 ou 2 de cada vez.

Os meus preferidos neste momento são a ashwaganda em pó, cogumelos reishi, erva de cevada e spirulina. (para saber mais sobre cada um, basta clickar no nome). Também gosto de juntar melaço de cana mas ponho só em cima do batido porque senão a liquidificadora fica toda colada.

Gordura boa:

Quando sinto que preciso de um pouco mais de gordura nesta refeição, junto sementes de cânhamo ou frutos secos (oleaginosas) previamente demolhados. Também dão mais textura ao batido e gosto de trincar os pedacinhos mais duros. Também podem usar côco ralado, por exemplo. Podem juntar estes ingredientes quando trituram a base ou podem polvilhar por cima do batido.

Decoração:

Podem utilizar pedaços de fruta fresca, amoras brancas secas, granola ou as sementes e  oleaginosas que já mencionei.

Preparação:

Basta pôr os ingredientes para a base (e superalimento que quiserem)  numa liquidificadora  ou robot de cozinha e triturar tudo até ficar bem cremoso, sem pedaços. Depois é só deitar numa taça grande e polvilhar com os ingredientes que quiserem usar para a decoração. Comer com colher e desfrutar muito!

Deixo aqui alguns exemplos de taças de batido bem simples para que se possam inspirar. Adaptem as quantidades às vossas necessidades físicas e nutricionais.

Base: 3 bananas congeladas, 1 chávena de amoras, 1 colher de chá de reishi em pó, 1/2 chávena de água. Em cima: sementes de cânhamo, bagas goji.IMG_9157Base: 3 bananas congeladas, 2 maçãs, 1 colher de chá de spirulina, 1/2 chávena de água. Em cima: mais maçã fatiada, amêndoas (demolhadas) e sementes de cânhamo.IMG_8880Base: 3 bananas congeladas, 1 manga pequena, 1 colher de chá de ashwaganda, 1 colher de chá de erva de cevada. Em cima: amêndoas (demolhadas), sementes de cânhamo e melaço de cana. IMG_9232Base: 4 bananas congeladas, 2 chávenas de morangos, 1 colher de maca em pó, 1/2 chávena de água. Em cima: amêndoas (demolhadas), goji e sementes de cãnhamo.IMG_8821Base: 3 bananas congeladas, 1 chávena de mirtilos, 1 colher de chá de ashwaganda em pó, 1 colher de chá de reishi, 1/2 chávena de água de côco. Em cima: mais mirtilos, sementes de cânhamo e bagas goji.FullSizeRender-3

ENGLISH:

Lately I’ve been sharing a lot of photos of my smoothie bowls on Instagram, I thought I could explain with a bit more detail how I prepare them so you can see how easy it is to have a meal like this.

I have a smoothie bowl almost once a day and I have a very simple method because I don’t like to spend a lot of time preparing my meals.

Base:

The base for my smoothie bowls is frozen bananas because it’s my favourite fuel. There’s no need to be afraid of bananas because they don’t make you fat or cause constipation, like I believed for so many years (more info on that here). Bananas give me a lot of vitality in a very calm and sustained way.  I choose to freeze them because the smoothies turn out a lot creamier and the flavour is a lot softer like this. I always have several boxes of frozen bananas in my freezer. You can see how I do it right here.

And then I just add one more type of fruit, depending on what is available at my house that day. You can also add some vegetables (spinach, kale, beet, etc) but lately I prefer to save my veggies for other meals.

I use water or coconut water and just a little bit – about 1/2 cup or less. You may also use plant based milk, but make sure it doesn’t have any added sugar or flavours.

Extra nutrition:

I like to start my day with super foods because it helps me to deal with stress, boosts my hormonal and immune systems and can even give me more energy. I usually add 1 or 2 at once. My current favourites are ashwaganda, reishi mushrooms, barley grass and spirulina.  (To learn more about each one, just click on its name). I also like to add blackstrap molasses but I wait and only add it on top of the smoothie bowl, otherwise my blender gets really sticky.

Good fat:

When I feel like I could use an extra bit of good fat with my meal, I simply add nuts or seeds (previously soaked). It also gives more texture to the smoothie and I enjoy biting the tiny pieces. You an also use shredded coconut, for example. You may add these ingredientes as toppings or you may blend them with the base.

Toppings:

Just add more fresh fruit, dried mulberries, granola or the nuts and seeds I’ve mentioned before.

Directions:

Put all your ingredients for the base (and superfoods if using any) in a blender or food processor and blend until it reaches a creamy consistency. Pour the smoothie into a large bowl and add your chosen toppings. Eat with a spoon and enjoy!

I’ll just leave you here with a few suggestions to get you inspired. Please adjust the sizes according to your needs.

Base: 3 frozen bananas, 1 cup of berries, 1 teaspoon of reishi powder, 1/2 cup of water. Toppings: goji and hemp seedsIMG_9157Base: 3 frozen bananas, 2 apples, 1 teaspoon of spirulina, 1/2 cup of water. Toppings: sliced apple, soaked almonds and hemp seeds IMG_8880Base: 3 frozen bananas, 1 small mango, 1 teaspoon of ashwaganda, 1 teaspoon of barley grass. Toppings: soaked almonds, blackstrap molasses, hemp seedsIMG_9232Base: 4 frozen bananas, 2 cups of stawberries, 1 teaspoon of maca powder, 1/2 cup of water. toppings: soaked almonds, goji berries, hemp seedsIMG_8821Base: 3 frozen bananas, 1 cup of blueberries, 1 teaspoon of ashwaganda, 1 teaspoon of reishi, 1/2 cup of coconut water. Toppings: more blueberries, goji berries and hemp seedsFullSizeRender-3


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Green twirl superfood smoothie bowl + a daily affirmation ~ Batido na tigela com remoinhos verdes de superalimentos + uma afirmação diária

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“Eu sou um íman para o bom da vida. Eu atraio experiências, qualidades e situações lindas – Amor, paz, abundância e alegria vêm ter comigo. Todas as coisas boas fluem até mim e eu recebo livremente sem qualquer hesitação. Eu sou livre. Eu sou completa. Eu sou una com tudo o que existe.”

Ontem, enquanto me sentava para almoçar, obriguei-me a fechar o meu bloco de notas e parar de pensar no trabalho durante alguns minutos para poder desfrutar totalmente da minha refeição. Comer enquanto faço outras coisas é um hábito terrível que estou constantemente a tentar contrariar.

Mas imediatamente antes de pôr o meu bloquinho caótico dentro da mala, vi esta afirmação e respirei fundo e lentamente, permitindo-me sentir estas palavras a ecoar na minha mente e coração durante um momento.

Algo tão simples e tão pequeno como isto tem o poder de mudar tudo em mim e no meu dia.

Sempre que encontro alguma afirmação que ressoa em mim e que muda a minha vibração, escrevo-a em todo e qualquer lado – bloco de notas, diário, telemóvel, agenda, etc.
E a melhor parte é que normalmente acabo por me esquecer disso, até ao momento em que “acidentalmente” a vejo no meio de um turbilhão de tarefas diárias.

Costuma ser no momento exacto em que preciso mesmo de a ler.

E, por estes pedacinhos de magia, sinto-me eternamente grata!

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Hoje partilho a receita desta refeição. A minha primeira refeição do dia é que costuma ser assim, um batido ou um batido na tigela, mas quando posso almoçar em casa acabo por fazer algo muito parecido outra vez. A base costuma ser bananas congeladas e depois misturo outras frutas ou vegetais.
É a maneira mais fácil que eu conheço para consumir muita fruta e superalimentos diariamente.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
~ 2 maçãs grandes
~ cerca de 4 bananas grandes congeladas (vejam aqui como congelar)
~ gel de aloe vera (vejam aqui como eu faço)
~ 1 cup/chávena/xícara de água
~ 1 colher de sopa de xarope de ácer (ou 2 ou 3 tâmaras)
~ 1/2 colher de chá de chlorella (usei iswari)
~ 1/2 colher de chá de spirulina (usei iswari)
~ 1 mão cheia de lascas de côco seco

Instruções:
~ juntar tudo numa liquidificadora ou processador de comida, excepto o côco e a spirulina.
~ se usarem as tâmaras, retirem os caroços
~ triturar tudo muito bem e colocar numa taça ou tigela grande
~ deitar a spirulina por cima do batido (e fazer uns remoinhos com a colher para ficar mais bonito. Os olhos também comem!). Pôr as lascas de côco.
~ desfrutem e tenham um dia muito feliz!

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ENGLISH:

“I am a magnet for the goodness of life. I attract beautiful experiences, qualities and situations – Love, peace, abundance and joy is coming my way. All good things flow to me, and I receive freely without hesitation. I am free. I am whole. I am one with all that is”.

Yesterday, as I sat down for lunch I made myself close my notebook and stop thinking about work for a few minutes to fully enjoy my meal. Eating while doing something else is a terrible habit that I fight constantly.

But right before I put my little chaotic notebook back in my bag, I saw this affirmation and I took a long deep breath and allow myself to feel these words as they echoed in my mind and heart for a moment.

Something so small and simple like this has the power to shift everything about me and my day.

Whenever I find one affirmation that resonates with me and changes my vibration, I write it anywhere and everywhere ~ notebooks, diary, phone, calendar, and so on. The best part is that I usually end up forgetting all about it, until the moment I “accidentally” see it again, while in the middle of some turmoil, doing everyday stuff.

It’s usually the moment I need to see it the most.

And for that little bit of magic, I am always so grateful!

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Today I’m sharing the recipe for this meal. Usually it’s my breakfast that looks like this, a smoothie or a smoothie bowl, but if I’m having lunch at home I end up doing something pretty similar again. The base is usually frozen bananas and then I mix it with some other fruit or veggies. It’s the essiest way I know to enjoy lots of fruit and superfoods on a daily basis.

Ingredients:
(Organic, if possible)
~ 2 large apples
~ about 4 large frozen bananas
(See here how to freeze them)
~ aloe vera gel (see here how I get it)
~ 1 cup of water
~ 1 tablespoon of maple syrup (or a couple of dates)
~ 1/2 teaspoon of chlorella (I used iswari)
~ 1/2 teaspoon of spirulina (I used iswari)
~ 1 handful of coconut dried flakes

Directions:
~ put everything in a blender or food processor, except for the coconut flakes and spirulina.
~ de-seed dates if using
~ blend really well and put it in a large bowl.
~ top with the spirulina (use the spoon to twirl it a bit on the surface so it looks prettier. We eat with our eyes, too!) and coconut flakes
~ enjoy and have a beautiful day!

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Basil, tomato and mango raw dressing and easy raw meals + Molho cru de manjericão, tomate e manga e refeições crudívoras simples

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Nos últimos tempos tenho escrito pouco, tenho andado numa fase de mais introspecção em que só me apetece receber e acolher em vez de exteriorizar e comunicar.

Eu costumo dizer que quanto mais limpamos a vida, mais temos que limpar.
Quanto mais límpidas as águas de um lago, melhor se consegue ver a sujidade e os destroços bem lá no fundo, os mesmo que antes nem sabíamos que existiam porque estavam cobertos pela poluição à superfície.

Ultimamente sinto-me assim, a remover os últimos grandes destroços bem lá do fundinho.
E apesar de sentir que grande parte do trabalho duro já foi feito, aquilo que foi ficando para o fim acaba por ser, provavelmente, o mais difícil, o mais entranhado no lodo.

Por isso tenho dado por mim a dedicar grande parte dos meus dias a muito trabalho interior e quase invisível, com meditações, exercícios e leitura para identificar, processar e alterar tudo o existe no meu subconsciente e que ainda funciona como um travão no fluxo da vida que desejo viver: crenças, hábitos, comportamentos, padrões, memórias, histórias, relações, apegos e por aí fora. Tudo o que é negativo, que já não me serve e me impede de evoluir na direcção que escolhi.

E o restante tempo tenho-me deixado guiar por um dos nossos mais perfeitos sistemas de GPS: a alegria! Beijos de sol na pele, bailar com a espuma do mar que lava a alma, sentir a brisa do vento que já vem chegando quente e me transporta para longe e desfrutar de livros que me levam de volta à inocência de ser criança.

Hoje trago-vos uma citação de um desses livros que revisitei recentemente:

“Vou contar-te o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos…”
O principezinho, Antoine de Saint-Exupery

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E hoje trago-vos uma receita de um molho que faço com bastante frequência para juntar aos meus jantares crudívoros.

Ando com tendência para escolher refeições muito simples e quase minimalistas, como saladas com uma grande cama de verdura e mais 2 ou 3 vegetais cortados para dar textura.

Juntando um molho como este faz com que a salada fique muito mais saborosa, cremosa e tenrinha.
Não resulta num prato muito vistoso mas é uma maneira muito fácil e rápida de nutrir o corpo com muita fibra, proteína, vitaminas, minerais e água.

As minhas saladas costumam ser bem grandes, caso contrário fico com fome passado meia hora.
Usem os vossos vegetais favoritos e podem ir variando consoante a época do ano, mas deixo-vos uma lista dos que costumo usar mais (nas quantidades que preparo para mim):

Saladas simples crudívoras:

~Cama de Verdura:
1 alface grande (qualquer tipo)
2 ou 3 mãos de chicória, rúcula ou espinafres

~ Outros vegetais para dar textura:
1 Pimento vermelho grande
1 pepino grande ou 1 courgette grande (cortados ou espiralizados como esparguete)
2 cenouras grandes (cortadas ou raladas)
2 ou 3 tomates grandes
2 talos grandes de aipo

Se quiserem juntar gordura saudável a este tipo de refeição, o melhor é mesmo adicionar 1/2 abacate ou algumas sementes (previamente demolhadas, se necessário).

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E agora, o molho!
Este molho também é uma bela opção para comer com os crepes de arroz recheados com vegetais crus.

Molho de manjericão, manga e tomate:

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 manga grande
3 tomates grandes
5 ou 6 folhas de manjericão fresco

Instruções:
~ Retirar a casca da manga e remover os pés dos tomates.

~ Juntar tudo num processador de comida ou liquidificadora estruturar até terem um molho uniforme.
(Algumas liquidificadoras não funcionam sem adicionarem um pouco de líquido. Se for o caso da vossa, juntem um bocadinho de água)

~ Deitar o molho na taça da salada já cheia com os vegetais que escolheram. Misturar tudo muito bem e deixar repousar durante uns minutinhos para que a verdura amoleça ligeiramente e os sabores fiquem bem ligados.

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ENGLISH:

I haven’t been doing much writing lately, I’ve been in a more introspective stage where all I feel like doing is to receive and shelter instead of externalizing and communicating.

It seems the more we clean our lives, the more there is to clean.
The clearer the water of a lake, the easier it is to see all the dirt and wreckage at the deep bottom, the same that we didn’t know existed because it was previously covered by the pollution on the surface.

That’s how I’ve been feeling lately, like I’m removing the last and biggest pieces of wreckage at the very deep bottom. And even though I feel most of the hard work has already been done, the pieces that were left for last are probably the most difficult ones to remove, as they are too rooted in the mud.

So I’ve found myself spending most of my days doing a lot of inner and almost invisible work, with lots of meditation, exercises and reading in order to identify, process and change what still inhabits my subconscious that is blocking the flow of my desired life: beliefs, habits, behaviours, patterns, memories, stories, relationships, attachments and so on. Everything that is negative, doesn’t serve me anymore or is preventing me from growing in the direction I have chosen for myself.

For the remaining time, I’ve just been letting myself be guided by our most perfect inner GPS system: joy!
Sun kissing my skin, cleansing the soul dancing with the ocean spray, feeling the wind getting warmer each day, taking me far away and enjoying books that bring me back to the innocence of little children.

Today I bring you a quote from one of those books I’ve been revisiting:

“Here is my secret. It is very simple. It is only with the heart that one can see rightly; What is essential is invisible to the eye.”
The little prince, Antoine de Saint-Exupery

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And today I also bring you a recipe for a dressing I make quite often for my raw dinners.
I’ve been drawn to really easy and almost minimalistic meals, like salads with a big bed of leafy greens and only 2 or 3 more vegetables chopped up for some extra texture.

Adding dressings like this one makes the salads a lot tastier, creamier and tender. It’s not the most beautiful meal but it sure is an incredibly easy and fast way to nurture the body with lots of fiber, vitamins, minerals, protein and water.

My salads are usually quite big, otherwise I get hungry about 30 minutes after I’ve finished eating.
You can use your favorite vegetables and rotate according to the seasons, but I’m sharing a list of my usual choices (with the quantities I eat):

Easy raw salads:

~ Bed of leafy greens:
1 large head of lettuce (any kind)
2 or 3 handfuls of chicory, arugula or spinach

~ Other veggies for texture:
1 large red bell pepper
1 large cucumber or zucchini (chopped or spiralized)
2 large carrots (chopped or grated)
2 or 3 large tomatoes
2 large celery stalks

If you wish to add some healthy fats to this type of meal, the best way is to add 1/2 of an avocado or some seeds (previously soaked if needed).

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And now the dressing!
This dressing is also a great choice to make with rice paper rolls stuffed with raw veggies.

Basil, mango and tomato raw dressing:

Ingredients:
(Organic, if possible)
1 large mango
3 large tomatoes
5 or 6 fresh basil leaves

Directions:
~ De-skin the mango and de-stem the tomatoes.

~ Put everything in a food processor or blender and process until you get a creamy and even sauce. (Some blenders may require some liquid to work properly. If it’s the case with your blender, just add a little bit of water).

~ Pour the dressing over your large bowl of salad and mix everything really well. Let it sit for a few minutes before eating, as this allows for the greens to get tender and all the ingredients to soak up the flavors.


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Raw pad thai + Practicing forgiveness ~ Pad Thai cru + Praticando para perdoar

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“Perdoar nem sempre é fácil. Por vezes, parece mais doloroso do que a ferida sofrida, perdoar aquele que a infligiu. E no entanto, não há paz sem perdão.” Marianne Williamson

Tenho andado a alimentar um verdadeiro romance com mangas e com elas volto a paragens asiáticas, avivando a minha memória a cada dentada. Esta receita transporta-me de volta à Tailândia, mais uma vez. É a minha versão leve e saudável de um prato frito tradicional.

Com estas viagens pus-me a pensar em como a distância física sempre se mostrou minha aliada no que toca a solucionar problemas na minha vida. Sempre.

Bastava-me entrar no aeroporto ou subir para um comboio que ganhava logo nova perspectiva sobre qualquer que fosse o drama que me atormentava no momento. E quantos mais quilómetros ficavam para trás, quanta mais paisagem desfilava pela minha janela, mais fácil e simples a solução para qualquer problema se tornava.

Sim, a distância física e geográfica traz-me distância emocional, espaço vazio para que me possa retirar do centro do furacão e transformar-me em espectadora desse mesmo furacão, recebendo informação e ferramentas necessárias para evitar o desastre. Não há nada que me apazigúe o coração como um oceano de incontáveis toneladas de água entre mim e um drama.

Mas nem sempre é assim. Nem sempre posso apanhar um avião e mudar de continente para conseguir observar a vida de outra perspectiva, outro ângulo, outro meridiano, outro hemisfério. E por vezes, por muita estrada que se percorra, acabamos por nos aperceber que há uma corrente que nos liga a uma âncora, que fica fossilizada no ponto de partida. Por muito longa que seja essa corrente, chega o momento em que o óbvio se apodera de nós – é uma prisão.

Conheço muita gente que, mesmo tendo a possibilidade de se afastarem fisicamente sempre que lhes apetece, arrastam atrás de si as histórias que os prendem ao passado, por muito que se afastem, levam tudo às costas. Como quem leva a almofada quando parte à aventura. Nunca consegui perceber as pessoas que levam a almofada nas viagens. Ou melhor, consigo perceber, mas não percebo! Percebem? Acho tão simbólico! Viajar arrastando os pés em grilhões que não nos permitem realmente viajar, sair do nosso quotidiano, sair da nossa confortável realidade. Por muito que seja má e até já esteja fora de validade, é a nossa confortável realidade. Para mim, isso é a antítese de viajar.

Mas acho que muita da gente que eu conheço dá por si do outro lado do mundo e, em vez de desfrutar da experiência e conseguir deitar abaixo as muralhas que comprimem o seu pequeno mundo, não se conseguem libertar do que carregam e enchem-se de frustração. Há bagagem que temos que deixar para trás, caso contrário não conseguimos avançar.

Muita dessa bagagem carregamos desde o início da viagem por acharmos que é parte essencial da nossa história. Sem ela, sem essa história que repetimos na nossa mente todos os dias, quem seremos nós afinal? Mas a verdade é que ela não nos define, nós identificamo-nos com ela mas é uma opção, um hábito tão antigo como a nossa vida, que acaba por nos limitar. Ver essa velha bagagem pelo que ela simplesmente é – peso que asfixia – acaba por ser uma decisão que não estamos habituados a tomar.

Um dos primeiros passos para lá chegar, para conseguir retirar dessa mala cada peça que já não nos serve nem nos é útil, é perdoar. Os outros, a nós próprios, a história, tudo. Pode ser a coisa mais difícil que se faz na vida, mas depois de o fazer, parece tão simples.

Há uma vida antes e depois do perdão. Nada nunca mais é o mesmo.
Libertar os ombros desse peso é um trabalho interno muito pessoal e que ninguém pode fazer por nós, mas vale a pena, vale mais a pena do que provavelmente qualquer outra coisa e quem ganha somos nós e todos e tudo à nossa volta.

Há um exercício de meditação muito simples que se pode fazer em qualquer lado:
~ Fechar os olhos, controlando a respiração, profunda e lenta, e pensar na pessoa ou situação que nos mantém ancorados no passado e dizer, em voz alta ou interior, eu perdoo-te. Eu perdoo-te.
~ Repetir durante algumas respirações, imaginando o fluxo de ar a abrir carinhosamente as partes do corpo que se manifestem durante o exercício, criando tensão ou dor.
~ Depois, quando conseguirem manter um estado de calma e leveza, imaginem uma lanterna ou uma vela cintilante no vosso peito e encaminhem essa luz para essa pessoa. Em cada expiração, o fluxo de luz aumenta e fica mais forte. Sempre a repetir a frase, eu perdoo-te.

Uns minutos todos os dias faz milagres ~ porque o importante, como em qualquer exercício, é a consistência.

Acreditem, é simples mas não é fácil, mas é um hábito que se constrói dia após dia. E um dia, pode ser para o mês que vem, pode ser daqui a 10 anos, mas um dia ao repetir este exercício diário, vão aperceber-se que conseguem sentir genuinamente o que dizem e que a única coisa que vos invade quando o fazem é uma onda de amor.
E por esse dia vale a pena todo o esforço e trabalho, porque esse é o dia em que nascemos outra vez.

“O verdadeiro perdão não é falta de discernimento nem o produto de pensamento difuso. Nas palavras de Um curso em milagres, é um recordar selectivo. Escolhemos lembrar o amor que experienciámos e desapegarmo-nos do resto que não era mais que ilusão. Isto não nos torna mais vulneráveis à manipulação ou exploração; de facto, torna-nos menos vulneráveis a isso. Porque a mente que perdoa é uma mente mais próxima da sua verdadeira natureza. Eu perdoar-te não significa que ganhaste. Não significa que te safaste. Significa simplesmente que estou livre para voltar para a luz, reclamar a minha paz de espírito e permanecer lá.” Marianne Williamson

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E agora voltamos à viagem culinária…
Esta receita é para 1 pessoa mas se vos parecer pouca quantidade, estejam à vontade para duplicar os ingredientes ou juntar, por exemplo, uma cama de alface por baixo da massa.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 courgette grande
3 cenouras grandes
Opcional: 1 cup/chávena/xícara de cogumelos brancos
Para o molho:
2 cups/chávenas/xícaras de manga cortada
1 cup/chávena/xícara de courgette cortada
2 mãos cheias de cebolinho
2 mãos cheias de erva limeira (ou 1 colher de sopa de erva limeira em pó)
Sumo de 1/2 lima
1 pedaço de gengibre do tamanho de um polegar
Opcional: 2 colheres de sopa de tahini

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Instruções:
~ Utilizar um espiralizador para fazer a massa de courgette e cenoura (eu como com casca). Se não tiverem um espiralizador, podem fazer a massa de courgette com uma mandolina ou ralador de buracos largos, seguindo as indicações desta receita. E podem ralar a cenoura com um ralador. No fim, juntem tudo numa taça grande.

~ coloquem todos os ingredientes para o molho num processador de comida ou liquidificadora potente e triturem até ficar um molho homogéneo, sem pedaços.

~ deitar o molho por cima da massa e misturar tudo muito bem. Se gostarem, juntem os cogumelos cortados em pedaços pequenos.

~ eu gosto de aguardar uns 15 minutos antes de comer para que o esparguete ganhe o sabor do molho. Na minha opinião, não vale a pena deixar no frigorífico porque a comida crua sabe melhor à temperatura ambiente.

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ENGLISH:

“Forgiveness is not always easy. At times, it feels more painful than the wound we suffered, to forgive the one that inflicted it. And yet, there is no peace without forgiveness.” Marianne Williamson

I’ve been nourishing a love affair with mangoes lately and they keep taking me back to Asia, reviving my memory at every bite. This recipe transports me to Thailand, yet again. It’s my light and healthy version of a traditional fried dish.

This traveling got me thinking about how physical distance has always proven to be my ally when it comes to solving problems in my life. Always.

As soon as my feet touched the airport or I got on a train, I would instantly find new perspective about whatever issue that was troubling me at the time. And the more miles I left behind, the more landscape running down my window, the easier it was to find the solution for any problem.

Yes, physical and geographical distance give me emotional distance, empty space that allows me to get out of the eye of the storm and transform myself into a spectator of that storm, available to receive any information or tools necessary to avoid disaster.
Nothing quite settles my heart as knowing there is an ocean made of umcountable amounts of water between myself and a drama.

But it isn’t always so.
I can’t always just catch a plane and move from one continent to another to observe life from a different perspective, another angle, a new meridian, the other hemisphere. And there are times when, not matter how much road we travel, we end up realizing there’s a chain connecting us to an anchor left at our departure point, fossilized.
As long as the chain may be, it becomes obvious it will never be anything but a prison.

It comes to my mind how many people I know that, even though they have the opportunity to get away whenever they want, they keep dragging all the stories that chain them to the past, no matter how far they go. They carry all of it on their shoulders.
Like people that take their pillow when they go on an adventure. I never understood people that take their pillow when travelling. I mean, I get it but I don’t get it! Get it?
It’s so symbolic! Travelling while dragging our feet in shackles that keep us from really travelling, that keep us from getting out of our routine, our little comfortable reality. Even if it’s a really bad one or way past it’s due date, it’s still our little comfortable reality. To me, that’s the antithesis of travelling.

But I know a lot of people that find themselves on the other side of the world and, instead of enjoying the experience and tearing down the walls that compress their world, they just can’t let go of the baggage and start fueling up with frustration. There’s baggage we need to leave behind, or we’ll never be able to move forward.

A lot of that baggage we keep carrying since the beginning of our journey because we believe it’s an essential part of our story. Without it, without this little story we keep telling ourselves everyday, what are we left with? But in truth, that story doesn’t define who we are, we identify with it but it’s a choice, a choice as old as our life that limits us in every way. Choosing to see that ancient baggage for what it truly is – weight that asphyxiates us – ends up being a decision we just aren’t used to make.

One of the first steps to take us there, to the place where we can feel at ease with letting go of every thing that no longer serves us, is to forgive. Ourselves, others, the story, everything. It may be the most difficult thing in life but after it’s done, it seems so simple.

There’s a life before forgiveness and there’s a life after it. Nothing is never the same. Releasing ourselves from all the weight we have been carrying on our shoulders is a personal inside work that no one else can do for us. But it’s worth it, it’s worth it more than probably any other thing and you’ll benefit from it as much as everyone and everything around you.

There’s a very simple meditation exercise we can practice anywhere:
~ close your eyes, controlling your slow and deep breath, and focus on the person or situation that has been keeping you anchored in the past and say, outros or with your inside voice, I forgive you. I forgive you.
~ repeat it for a few breaths, picturing the air you exhale opening gently every part of your body that may manifest itself during the exercise, creating any tension or pain.
~ when you can mantain a state of calm and relaxation, imagine a candle or lantern on the middle of your chest, beaming with light. Visualize that light going straight to the other person. Every exhalation, the flow of light expands and gets stronger. And keep repeating, I forgive you.

A few minutes everyday will work wonders, for it’s all about consistency, as it is with any type of exercise.

Believe me, it’s simple but not an easy work, but it’s a habit we can build day after day. And one day, it could be next month or in 10 years, but one day you’ll notice that you can honestly feel the words you’re saying and the only feeling rushing through you while you say it, is Love. And that day makes it all worthwhile, because that is the day we are born again.

“True forgiveness is not the lack of discernment or the product of fuzzy thinking. In the words of A course in miracles, it is a selective remembering. We chose to remember the love we experienced, and let go of the rest as the illusion it actually was. This doesn’t make us more vulnerable to manipulation or exploitation; in fact, it makes us less so. For the mind that forgives is a mind that is closer to its true nature. The fact that I forgive you doesn’t mean you won. It doesn’t mean you got away with something. It simply means I’m free to go back to the light, reclaim my inner peace and stay there.” Marianne Williamson

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And now we can get back to the culinary tour… This recipe serves 1 person but if you feel it’s not big enough for you, feel free to double the quantity or, for example, add a bed of lettuce under the noodles.

Ingredients:
(Organic, if possible)
1 large zucchini
3 large carrots
Optional: 1 cup of white mushrooms
For the dressing:
2 cups of chopped mango
1 cup of chopped zucchini
2 handfuls of scallions
2 handfuls of lemongrass (or 1 tablespoon of lemongrass powder)
Juice from 1/2 lime
1 piece of ginger (about the size of a thumb)
Optional: 2 tablespoons of tahini

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Directions:
~ use a spiralizer to make the noodles with the zucchini and carrots. If you don’t have a spiralizer, you can you a mandolin or a shredder with large holes to make the zucchini noodles, following the directions on this recipe. And you may simply shred the carrots. When you’re finished, place everything in a large bowl.

~ place all the ingredients for the dressing in a food processor or high speed blender and process until you get an even dressing, without any chunks.

~ pour the dressing on top of the noodles and mix everything very well. If you’re a fan, add the mushrooms, chopped into tiny pieces.

~ I like waiting at least 15 minutes or so before I eat it because the noodles soak up the flavours from the dressing. Leave it at room temperature as raw food usually tastes better when it’s not refrigerated, in my opinion.

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Celebrating Spring with raw Tabouleh ~ Celebrando a Primavera com Tabule cru

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Ontem foi o dia do equinócio, o início da Primavera, o dia de um eclipse solar e o dia de uma super lua nova. Não é interessante como a natureza alinha tudo tão bem e faz com que sejamos parte desta imensa coreografia orgânica?

A Primavera deixa-me sempre a pensar em como as árvores e todas as plantas sabem tão bem quando é a altura certa para florescer. Sabem sempre tudo o que precisam de saber, não é? Cada árvore sabe exactamente quem é, o que tem que fazer e quando tem que fazê-lo. Nem uma única dúvida.
Alguém alguma vez viu uma árvore a cometer um erro? Ups, desculpem lá, pensava que devia criar laranjas mas afinal parece que sou uma macieira. Posso tentar outra vez?
Não, nunca.

Como é que conseguem ficar ali, quietas, no silêncio, a ouvir, recebendo a verdade e tornando-se na verdade de um modo tão fácil? Talvez seja por isso ~ o silêncio transporta a verdade do todo. Talvez seja mesmo isso que nos impede de fazer o mesmo ~ o ruído, a tralha, o caos interior e exterior.

Quando foi a última vez que te sentiste um com o silêncio?
Nesse preciso instante, a dúvida amolece as suas garras em volta das nossas células…

É isso que eu adoro na meditação, mesmo que seja apenas sentar-me no silêncio durante um par de minutos e dizer: mostra-me o que preciso saber, mostra-me a verdade. E mesmo quando nada me é mostrado, acredito que isso serve o bem maior e que o que eu necessito me será mostrado na altura devida.

Porque eu desejo verdadeiramente ser como as árvores e as flores que estão tão sintonizadas com o universo que conseguem compreender esta lei que determina o momento certo para florir, como o oceano que nunca confunde as marés e sabe sempre qual será a próxima, como as baleias e os pássaros que sabem ao nascer qual a rota que têm que tomar. Eu desejo ser, de corpo e alma, parte integrante da primavera e de todas as estações.

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E deste modo venho partilhar uma receita especial que fiz para celebrar esta nova estação.

As minhas refeições crudívoras costumam ser muito simples, habitualmente um batido verde grande ou uma salada ainda maior mas de vez em quando apetece-me algo um pouco diferente e mais especial.

Este é o meu tabouleh (ou tabule) cru (outro prato do médio oriente como o Falafel). Costumo divertir-me a comer usando folhas de acelga como se fossem tacos. Se não forem grandes apreciadores de acelgas podem substituir por folhas de alface e se desejarem adicionar um pouco de gordura saudável à vossa refeição, sintam-se à vontade para juntar metade de um abacate delicioso.

E tenham em conta que eu gosto da minha comida com muito sabor, mas se vocês forem sensíveis no que toca a ervas aromáticas ou especiarias, cortem pela metade as quantidades que eu uso.

Uma das estrelas desta receita é a couve-flor. Sim, eu sei… Couve-flor, uma estrela? A sério? Eu sei que não é muito atraente mas este vegetal é um alimento poderoso.

A COUVE-FLOR é rica em vitaminas como a C (sistema imunitário, pele e dentes saudáveis), a K (ossos fortes, coagulação sanguínea saudável, combate infecções), vários minerais como o cálcio e é também uma boa fonte de proteína facilmente assimilada pelo nosso organismo.
É rica em omega 3 e vários outros nutrientes que fazem com que a couve-flor seja óptima para um sistema hormonal saudável porque consegue baixar os níveis de estrogéneo e aumentar os níveis de testosterona, no caso de estarem desequilibrados.
O consumo de couve-flor está associado à prevenção de vários cancros do sistema reprodutivo e até cancro do estômago.
É também uma boa opção para quem esteja a combater inflamações crónicas em qualquer área do corpo e é um óptimo alimento para ajudar a limpar o fígado e o baço, desintoxicando o sangue e todos os órgãos internos.

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Esta receita serve 1 pessoa.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1/2 couve flor grande
1 cup/chávena/xícara de tomates cereja
1 pimento vermelho grande
1 pepino grande
Sumo de 1/2 lima pequena
3 colheres de sopa de salsa fresca
3 colheres de sopa de coentros frescos
3 colheres de sopa de menta fresca
1 mão bem cheia de cebolinho
2 colheres de sopa de cominhos em pó
1 colher de chá de pimenta preta
Opcional: 1 ramo bem grande de folhas de acelga ou 1 alface para fazer os tacos

Instruções:
~ cortar a couve flor em floretes pequenos. Usando um processador de comida, triturar ligeiramente a couve flor juntamente com as ervas frescas. Se triturarem demasiado fica uma pasta e queremos que fique com a consistência do arroz.

~ deitar numa taça grande e adicionar os restantes vegetais cortados em pedaços muito pequenos.

~ juntar o sumo da lima e as especiarias em pó. Misturar muito bem e deixar ficar a descansar durante uns 15 minutos antes de comer, para que os sabores se entranhem bem em todos os vegetais.

~ cortar os caules das acelgas ou das folhas de alface. Deitar quantidades pequenas de tabouleh ao longo do centro de cada folha e depois enrolem a folha como se fosse um taco. Se preferirem podem comer o tabouleh directamente do vosso prato, usando apenas uma colher.

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ENGLISH:

Yesterday was the day of the equinox, the beginning of Spring, the day of a solar eclipse and the day of a super new moon. Isn’t it interesting how nature aligns everything so well and makes us all part of this big organic coreography?

Spring always makes me think about how trees and all plants simply know when it’s the right time to bloom. They always know everything they need to know, don’t they? Every single tree knows exactly who she is, knows exactly what she has to do and knows exactly when to do it. Not a single doubt. Have you ever seen a tree make a mistake? Oooops, sorry about that, I thought I was supposed to grow oranges but apparently it’s apples. Can I try again?
No, never.

How is it they just stand there, being, quiet, listening, and they receive the truth, they become the truth so effortlessly?
Maybe that’s why ~ the silence carries the truth of it all. Maybe that’s what prevents us to do the same ~ the noise, the cutter, the chaos within and without.

When was the last time you and silence became one? In that precise moment, doubt loosens it’s grip on our cells…

That’s why I love to meditate, even if it’s just to sit quietly in the silence for a few minutes and say: show me what I need to know, show me the truth. And even when nothing is shown to me, I trust it’s for the highest good and that what I need to know will come at the precise time I need it.

Because I truly desire to be like the trees and flowers that are so in tune with the universe, they deeply understand this law that decides when it’s the right time to bloom, like the sea that is never confused about the tide sand always knows which is next, like the whales or birds that are born knowing which route to follow. I desire to be a wholehearted part of spring and every season.

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And with this I’m sharing a special meal I made to welcome the new season.

I usually eat very simple raw meals, like huge green smoothies or salads but every once in a while I desire a little something more special.

This is my raw tabouleh (another middle eastern dish like Falafel) and I enjoy eating it in swiss chard boats that you can use like tacos. If you’re not a fan of swiss chard, feel free to substitute for lettuce leaves and if you want to add a little bit of healthy fats to your meal, just add half of a delicious avocado. Oh, and FYI, I like my food with tons of flavour so if you’re sensitive to spices or herbs, cut down the quantities I use by half or so.

One of the stars of this dish is cauliflower. I know… Cauliflower, a star? Really? it doesn’t look like much but this vegetable is quite the powerhouse.

CAULIFLOWER is very rich in vitamins like C (immune system, healthy skin and teeth) and K (strong bones, healthy coagulation and fights inflammation), several minerals including calcium and it’s also a good source for easily assimilated protein.
It’s rich in omega 3 and several other nutrients that make cauliflower so important for the hormonal system because it actually lowers your estrogen and increases your testasterone if you’re suffering from hormone imbalance.
It’s known to prevent several cancers related to the reproductive system and even stomach cancer. Cauliflower is also a good choice if you’re fighting chronic inflammation in any area of your body and it also helps cleanse the liver and spleen, detoxifying the blood and all of your organs.

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This recipe serves 1 person.

Ingredients:
(Organic if possible)
1/2 of a large cauliflower head
1 cup of cherry tomatoes
1 large red bell pepper
1 large cucumber
Juice from 1/2 of a small lime
3 tablespoons of fresh parsley leaves
3 tablespoons of fresh cilantro leaves
3 tablespoons of fresh mint leaves
1 big handful of chives
2 tablespoons of powder cumin
1 teaspoon of black pepper
Optional: 1 big bunch of swiss chard leaves or 1 head of lettuce for the tacos

Directions:
~ cut the cauliflower into small florets and place it in a food processor with all the fresh leaves. Process just a little bit. If you process for too long it will turn into a paste and we need it to have a rice like consistency.

~ put it in a large bowl and add the remaining vegetables, all chopped into really small pieces.

~ add the lime juice and spices and mix it very well. Just let it sit for 15 minutes or so before you eat it. This way all the ingredients will soak up the flavor of the herbs and spices.

~ cut the stems of the swiss chard or lettuce leaves. Place a small amount of tabouleh right along the middle of each leaf and then roll it like a taco. Or you may eat it directly from your plate using a spoon.

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Raw cucumber noodles with papaya + What is true health? ~ Esparguete cru de pepino com papaia + O que é a saúde verdadeiramente?

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Para mim ser saudável é muito mais do que comer alimentos saudáveis.
Tem a ver com a qualidade da nossa própria energia e como esta se relaciona com os nossos pensamentos, emoções, crenças, atitudes e escolhas diárias.

Uma pessoa que coma os alimentos mais nutritivos e saudáveis deste mundo mas que mantenha uma atitude stressada e pessimista nunca será verdadeiramente saudável.

Só quando tudo isso está em sintonia, numa frequência positiva e radiosa, é que a verdadeira saúde existe.

E nessas alturas é fácil escolher uma alimentação saudável porque é o que o nosso próprio corpo nos pede naturalmente e o instinto encarrega-se de nos guiar até às melhores decisões.

Basta aprendermos a ouvir o nosso corpo e o mundo ao nosso redor com todas as células em vez de ouvirmos só com os ouvidos. Quando o nosso corpo está livre de vícios e venenos e conseguimos manter a mente calma e limpa, ser saudável é o nosso estado natural e tudo nos guia até lá.

Cada dia acredito mais que o corpo tem uma inteligência muito maior e mais fiável do que a nossa mente. Aquela mente que todos acham que conseguem controlar mas que no fundo nos anda é a controlar a nós sempre que andamos em “piloto automático”.

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Por isso, hoje trago-vos duas citações da Dr. Christiane Northup que estuda a verdadeira saúde (e não apenas a ausência de doenças):

A verdadeira saúde começa com os teus pensamentos. Pensar em conforto, força, flexibilidade e juventude atrai essas qualidades para a tua vida e o teu corpo. Insistir na doença, medo, mal-estar ou dor faz o oposto. O teu trabalho é reparar nos pensamentos, mudá-los e encaminhá-los na direcção da saúde e felicidade.”

“Tu és um indivíduo que é parte de um todo maior. A melhor maneira de expressar o teu lado Divino é tornando-te tudo o que és. O teu corpo encaminha-te para a expressão pessoal total evidenciando o que te parece correcto e o que não te parece correcto. Frequentemente, a doença é um sinal de necessidade de mudança no percurso de vida”.

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E a receita de hoje é tal como eu gosto que a vida seja: fácil, muito saborosa, vibrante e saciante!

Para além disso é uma refeição que contribui imenso para a hidratação do nosso organismo, que é fundamental para que nos sintamos bem, calmos e contentes.

Eu passei grande parte da minha vida sem comer pepinos porque toda a gente dizia que era indigesto e, como eu já tinha problemas de digestão constantemente, nem tentei experimentar. Mas a verdade é que desde que faço uma alimentação vegana com muitos alimentos crus, o pepino é um dos vegetais que mais como e nunca me causa qualquer problema ou desconforto.

O pepino é um dos alimentos mais alcalinizantes e ricos em água, contribuindo para manter bons níveis de hidratação geral no corpo.
Estes vegetais têm propriedades anti-inflamatórias e são óptimos para melhorar o aspecto da pele, cabelo, unhas e dentes, devido à quantidade de sílica.
É ainda uma boa fonte de outros minerais como o magnésio e o potássio e vitaminas como a A, C, K. Ajuda a desentoxicar o organismo porque é diurético e contribui para o bom funcionamento dos rins e visícula.
E devido à grande quantidade de fibra, melhora o funcionamento dos intestinos, permitindo uma boa eliminação de toxinas.
É um vegetal rico em antioxidantes, enzimas que ajudam a digestão e clorofila que actua contra cancros no sistema reprodutivo.

Para além disso são fresquinhos e saborosos!

Esta receita é para 1 pessoa.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
4 pepinos grandes
2 papaias (mamão) pequenas/médias
1 mão cheia de folhas de menta fresca
Sumo de 1 lima
Opcional: 1/2 colher de sopa com sementes de chia e/ou cânhamo

Instruções:
~ tirar a casa aos pepinos e usar um espiralizador para fazer o esparguete / macarrão. Se não tiverem espiralizador, podem cortar os pepinos em pedaços pequeninos. Nesse caso podem deixar a casca.
~ tirar a casca e sementes às papaias. Cortar em pedaços pequenos.
~ juntar os pepinos e papaias numa taça ou tigela bem grande. Misturar com as folhas de menta cortadas e o sumo da lima acabado de espremer. Se quiserem, polvilhem com as sementes.
Servir de seguida.

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ENGLISH:

Being healthy to me is much more than just eating healthy food.
It’s all about the quality of our personal energy and how it relates to our thoughts, emotions, beliefs, attitudes and daily choices.

People can eat the worlds’ most nutritious and healthy foods but if they keep on feeding a stressful and pessimistic attitude, they will never be truly healthy.

Real health is only possible when all of that is in sync, in a positive and radiant frequency.

And then eating healthy becomes easy because our own body will naturally ask for it and our instinct will lead us to the best choices.

All we need to do is learn how to listen to our body and the world around us with every single cell instead of just using our ears.

When the body is free from addiction and poison and we can nurture a calm and clean mind, being healthy is our most natural state and everything guides us there.

Each day I believe more and more that our bodies have a much bigger and reliable inteligence than our mind. That mind most people believe they can control but actually controls us, when we are living on “auto-pilot” mode.

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So today I bring you two quotes from Dr. Christiane Northup who studies real health (and not just the absence of disease):

“True health begins with your thoughts. Thinking about comfort, strenght, flexibility and youthfulness attracts those qualities into your life and body. Dwelling on illness, fear, disease and pain does just the opposite. Your work is to notice and change your thoughts and move them in the direction of health and happiness”.

“You are an individual who’s part of a greater whole. The best way to express the Divine part of yourself is by becoming all of who you are. Your body directs you toward full personal expression by letting you know what feels right and what doesn’t. Illness is often a sign you need to make an adjustment to your life path.”

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And today’s recipe is exactly how I like my life to be: easy, very tasty, vibrant and filling!

It’s also a great meal to keep you highly hydrated which is key to staying well, calm and happy.

I didn’t eat a single cucumber for most of my life because everybody said it was terrible for digestion so I never tried eating it as I already had digestive problems. But the truth is I’ve been eating cucumbers almost daily since I started eating vegan and mostly raw foods. And I haven’t experienced any digestive problems!

Cucumbers are one of the most alkalinizing foods and they’re very rich in water, helping to maintain good hydration levels.
This vegetable has anti-inflammatory properties and it works wonders on the skin, hair, nails and teeth due to high amounts of silica.
It’s also a good source of other minerals such as magnesium and potassium and vitamins A, C and K.
It helps detox the body because it’s a diuretic, promoting the good health of kidneys and gallbladder. And because it’s very rich in fiber it contributes to good overall bowel function, easily eliminating toxins.
This vegetable is also rich in antioxidants, enzymes that improve digestion and clorophyl that fights cancer in the reproductive system.

Plus, it’s really fresh and tastes good!

This recipe is for 1 person.

Ingredients:
(Organic, if possible)
4 large cucumbers
2 small/medium papayas
1 handful of fresh mint leaves
Juice from 1 lime
Optional: 1/2 tablespoon of chia and/or hemp seeds.

Directions:
~ peel the cucumbers and use a spiralizer to make the noodles. If you don’t have a spiralizer, simply chop the cucumbers into tiny little bits. You may leave the peel in this situation.
~ peel and de-seed the papayas and chop them into tiny pieces.
~ put the papayas and cucumbers in a large bowl and mix it with the chopped mint leaves and freshly squeezed lime juice. And top it with seeds if you wish to.
Serve and eat right away.

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Lemon, spinach and fennel raw soup + Accepting abundance ~ Sopa crua de limão, espinafres e funcho + Aceitar a abundância

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Tenho recebido muitas mensagens de pessoas a pedirem sugestões para refeições crudívoras por isso lembrei-me de começar a partilhar algumas sopas cruas que gosto de fazer para o almoço ou jantar.

Uma das coisas que mais me atrai neste tipo de alimentação é a simplicidade e minimalismo com que se consegue preparar qualquer refeição nutritiva e saciante. Os batidos são um belo exemplo disso, assim como saladas gigantes como esta.

Este tipo de sopas ficam prontas em 5 minutos e podem ser transportadas muito facilmente para qualquer lado, dentro de um frasco de vidro, por exemplo.

Eu adoro usar limão pelas razões que já expliquei aqui mas também gosto mesmo do sabor! Esta sopa fica uma delícia, muito fresca, cremosa e com um sabor intenso a limão!

Outro dos ingredientes que escolhi hoje é o funcho que tem um sabor meio suave e adocicado e tem propriedades muito interessantes.

O funcho é um anti-ácido natural e ajuda a melhorar a digestão, combatendo inflamações no sistema digestivo e permitindo uma melhor absorção dos nutrientes que ingerimos.
Para além disso tem a capacidade de prevenir e impedir a formação de gases nos intestinos.
Consegue ainda combater vários tipos de problemas como bronquites, hipertensão e queda do cabelo, entre outros.
É uma boa fonte de vitamina C, ácido fólico, magnésio, cobalto, ferro e tem propriedades anti-bacterianas e anti-fúngicas.
O consumo deste vegetal contribui para manter o sistema cardiovascular saudável, evitar a criação de células cancerígenas, ajuda a equilibrar o sistema hormonal e contribui para o relaxamento corporal.

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Para além da receita, hoje trago-vos outra afirmação positiva do livro da Louise Hay que já tinha mencionado aqui:

Há abundância para todos, incluindo para mim.

Muitas vezes impedimo-nos de desejar mais para nós porque temos esta crença limitativa que nos prende à ideia de escassez.

Acreditamos na escassez do amor, da saúde, do sucesso, da beleza, da alegria ou até do dinheiro.

Há quem acredite que querer mais para si implica estar a tirar a alguém e isso é ser egoísta e mau.

E tantos de nós ficam com inveja quando vêm os seus desejos materializados na vida de outros e acham que, por outra pessoa o ter, nunca o irão ter também.

Mas nada poderia estar tão longe da verdade. Tudo isso existe de modo ilimitado e quanto mais temos, mais se multiplica, não só na nossa vida como nas vidas que nos rodeiam e por aí fora. O amor gera mais amor, a saúde gera mais saúde, etc, etc.
E o mundo tem um fornecimento inesgotável de tudo isso!

Ao nos permitirmos receber de braços abertos tudo o que há de positivo no mundo, sem culpas e sem expectativas, estamos a contagiar outros para fazerem exactamente o mesmo! Viver em abundância permite que outras pessoas façam o mesmo!

Por isso, na próxima vez que sentirmos uma pontinha de inveja de alguém, porque não dizer: “óptimo, ainda bem que ele/a tem tudo aquilo e espero que venha a ter muito mais. Só me prova que o que eu quero existe e anda por aí em quantidades gigantes. Agora só tenho que me permitir recebê-lo também.”
E na vez seguinte vamos tentar dizê-lo com um sorriso nos lábios e na terceira vez vamos tentar sentir aquele calorzinho no coração que significa que acreditamos mesmo no que estamos a dizer. ;)
E continuamos sempre a praticar…

Outra maneira de eliminarmos os sentimentos negativos que por vezes temos acerca de algo tão positivo como a beleza ou o dinheiro, é tomarmos consciência de tudo aquilo que já existe na nossa vida e como isso nos proporciona tanto prazer, divertimento, alegria.

Ser grato pelo que temos e libertarmo-nos do que já não nos interessa permite criar espaço para que possamos receber mais.

Mas sobre libertar o que já não nos serve irei falar mais em breve… Fica a promessa. ;)
E agora, vamos comer e dar graças pela abundância de alimentos maravilhosos que temos na nossa cozinha!

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Esta receita é para 1 pessoa.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
2 cups/chávenas de espinafre bebé
2 cups/chávenas de água
1 abacate pequeno
1/2 cabeça de funcho
Sumo de 1 limão médio/grande
1 mão cheia de cebolinho
Opcional: rebentos de alfalfa para pôr em cima da sopa

Instruções:
Retirar a casca e o caroço do abacate.
Juntar tudo num processador de comida ou liquidificadora e triturar até ficar bem cremoso e sem pedaços.
Se quiserem, adicionem rebentos ou sementes por cima da sopa para ficar com várias texturas.
Servir e desfrutar!

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ENGLISH:

Most messages I’ve received lately are from people asking me for sugestions for raw meals so I thought it would be a good time to share one of the raw soups I like to eat for lunch or dinner.

One of the things I love the most about this lifestyle is the simplicity and minimalism it takes to prepare a nourishing and filling meal.
The smoothies are a great example of that and so are huge salads like this one.

You can prepare this soup in 5 minutes and it’s so easy to take with you anywhere you go, in a glass jar for example.

I love using lemons for the reasons I’ve stated here but I also enjoy it’s taste quite a bit!
This soup is delicious, very fresh, so creamy and really lemony!

Another ingredient I chose for this recipe is fennel because it has a very soft but sweet taste and some amazing properties.

Fennel is a natural antacid and improves the digestion, fighting inflammation in the digestive system and allowing our bodies to better absorb nutrients.
It also has the ability to prevent and avoid the creation of gases in the intestines.
It’s useful in improving several health problems such as bronchitis, hypertension or hair loss, among others.
Fennel is a good source of Vitamin C, folic acid, magnesium, cobalt, iron and has anti-bacterial and anti-fungal properties.
Eating this vegetable contributes to maintaining a healthy cardiovascular system, preventing the formation of cancer cells, balancing the hormonal system and even relaxing the body.

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In addition to this recipe, today I’m also sharing another positive affirmation from Louise Hay’s book I also mentioned in this post.

“There is plenty for everyone, including me.”

A lot of times we stop ourselves from wishing more for our lives because we have this limiting belief that keeps us tied up to the idea of scarcity.

We believe in the scarcity of love, health, success, beauty, joy or even money.

Some people feel like if they want more for themselves than they would be taking away from others and that is just selfish and mean.

And some of us get jealous when we see what we desire manifested in someone else’s life and belief that we’ll never get it because others have it.

But that couldn’t be farther from the truth. All of that exists in an unlimited way and the more we have it, the more it multiplies, not only in our lives but also for everybody around us and so on.
Love generates more love, health generates more health, etc, etc.
And there’s an inexhaustible supply in the world!

When we open both our arms to receive everything that is positive in the world, without any guilt or expectations, we empower others to do the same! Living in abundance allows others to live in the same way!

So, next time we feel a little bit jealous of someone, why not try and say: “that’s great, I’m so glad he/she has all that and I hope he/she will get a lot more. That just proves to me that all that I want exists and is available out there in huge amounts. Now all I have to do is allow myself to receive it too.”
And the second time we say it, let’s try and do it with a big smile, and the next time let’s try to feel a little bit of warmth in our heart, just to make sure we really mean what we’re saying. ;)
And we keep practising…

And another way to help us get rid of negative feelings towards wonderful things like beauty and money, is to become aware of how much we already have right now and how much pleasure, fun and joy it brings us. Being grateful for what we have now and releasing all that doesn’t serve us anymore helps us create space to receive more.

But I’ll write more about releasing what doesn’t serve us anymore in another post…. It’s a promise. ;)

And now, let’s eat and be grateful for the abundance of amazing food in our kitchens!

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This recipe serves 1 person.

Ingredients:
(Organic, if possible)
2 cups of baby spinach
2 cups of water
1 small avocado
1/2 fennel bulb
Juice from 1 large lemon
1 handful of chives
Optionsl: alfalfa sprouts as topping

Directions:
De-skin and de-seed the avocado. Put everything in a blender or food processor and blend until smooth, without any chunks.
We may top it with sprouts or seeds to add more texture to the soup.
Serve and enjoy!

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Pasta with pumpkin cream + An affirmation that changes lives ~ Massa com creme de abóbora + Uma afirmação que transforma vidas

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Apesar de hoje em dia eu optar maioritariamente por comida crua, há cerca de uma dúzia de pratos cozinhados que eu gosto muito e que fazemos de vez em quando cá em casa.

São todos deliciosos, veganos, muito nutritivos, com pouca gordura e eu espero conseguir partilhá-los aqui convosco.

Este é um deles, assim como os hambúrgueres de vegetais, as bolinhas de Falafel no forno ou a Quinoa Tailandesa.

Esta receita é inspirada numa deste site e costumamos fazer com esparguete / macarrão / outros tipos de massa (cá em casa usamos sempre massa de arroz ou milho), arroz integral ou até quinoa.

Como já tinha mencionado aqui, os alimentos cozinhados demoram muito mais a ser digeridos do que os alimentos crus, o que me leva a escolher, sempre que possível, comida crua durante o dia, deixando este tipo de refeição para o jantar, quando já não vou fazer esforços físicos. Assim o meu organismo está relaxado e em descanso, podendo ocupar-se única e exclusivamente da digestão, sem problemas.

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Hoje trago-vos também uma das melhores afirmações com que já me deparei e com a qual tenho trabalhado bastante nos últimos tempos.

É uma frase tão simples mas tão profundamente transformadora:

“Eu aprovo a minha maneira de ser”.
Ou
Eu me aprovo.”
(Mas em português soa mal, por isso prefiro a versão acima)

Parece simples, não é? Nada de mais… Mas experimentem dizê-lo interiormente, sentindo como ressoa no vosso corpo, agora em voz alta, sentindo como vibra na garganta e no vosso espaço envolvente, agora em frente ao espelho, olhando directamente nos vossos próprios olhos.
Para algumas pessoas será fácil, para outras incómodo, para outras ainda será penoso e catalisador de fortes emoções. Quanto maior é a resistência, mais precisamos de praticar.

São tantas as vezes que recebemos opiniões menos simpáticas sobre a nossa pessoa e muitas mais as vezes em que temos pensamentos ou comentários nada positivos sobre nós próprios – alguns conscientemente, muitos mais inconscientemente.

Se tentarmos responder com esta pequenina frase, criamos espaço para um processo de verdadeira metamorfose.
Dez vezes, cem vezes, mil vezes, um milhão de vezes por dia! Se vos parece muito, comecem a tentar contabilizar a quantidade de vezes que repetem opiniões, crenças ou comentários negativos sobre vocês próprios e vão, de certeza, chegar à conclusão que são muitos mais.

Treinar esta afirmação repetidamente, como quem estimula um músculo para que ele se fortaleça, fique forte e tonalizado. Tal e qual como quem repete agachamentos para ficar com uma bunda fabulosa!

E neste exercício não se trata de puxar pelo ego, longe disso, nada disso mesmo. Não é uma questão de fazer comparações entre nós e os outros.
Trata-se simplesmente de aceitação pessoal, algo que muita gente considera inatingível. Mas não é.
E é um obstáculo gigante que se alastra por todas as áreas da nossa vida e que dá problema atrás de problema até finalmente não termos outra escolha se não o enfrentar.

Se ressoar convosco, experimentem fazê-lo durante 21 dias – o período de tempo mínimo necessário para criar um novo hábito.

E se quiserem aprofundar melhor este tema, sugiro que leiam “Ame-se e Cure a Sua Vida” da Louise Hay, o livro onde encontrei esta afirmação e muitas outras. Está recheado de informação muito valiosa e exercícios práticos e simples.

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Esta receita serve 2 pessoas.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
300g de esparguete (macarrão) de milho
2 cups/chávenas de puré de abóbora caseiro
1 cup/chávena e 3 colheres de sopa de água
1/2 cup/chávena de leite de arroz
3 talos de alho francês (alho poró)
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 mão cheia de folhas de salva
3 cups/chávenas de espinafres
Pimenta preta e sal a gosto
(Eu não uso sal na minha comida. Se forem como a maioria das pessoas e estiverem habituados a usar sal, ponham uma pitada).

Instruções:
~ Descascar e cortar a abóbora em pedaços pequenos. Juntar numa panela com água a tapar completamente os pedaços de abóbora e deixar cozer até ficar bem mole. Escorrer a água e triturar a abóbora (num processador ou com varinha mágica) até ficar um puré.

~ Numa panela com água, cozer o esparguete (macarrão) de milho consoante as instruções da embalagem.

~ Entretanto, noutra panela juntar os dentes de alho picados e 3 colheres de sopa de água. Deixar em lume médio até o alho ficar transparente. Depois basta juntar o puré de abóbora, o alho francês cortado em rodelas, a água, o leite, a levedura de cerveja e metade das folhas de salva cortadas. Temperar consoante a preferência.
Deixar em lume médio, mexendo muitas vezes, até o creme engrossar.

~ Quando estiver pronto, apagar o lume e juntar a esta panela o esparguete (macarrão) .
Misturar tudo muito bem, adicionar o resto da salva e os espinafres e servir de seguida.

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ENGLISH:

Even though I eat mostly raw food nowadays, there are a dozen or so cooked recipes I quite enjoy making every once in a while.

They’re all delicious, vegan, highly nutritious and low in fat and I’m looking forward to sharing all of them with you.

This is one of those recipes, along with the veggie burguers, baked Falafel and Thai Quinoa.

This recipe is inspired by one from this site and we usually make it with corn pasta (spaghetti or other), whole grain rice or even quinoa.

Like I’ve previously mentioned here, cooked food takes a lot longer to digest than raw food, which is why I try to eat only raw meals during the day and leave the cooked options for dinner, when I’m no longer doing any physical activities. This way my body will be totally relaxed and at ease, focusing all my energy in digesting the food with no problem.

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And today I’m also sharing with you one of the best affirmations I’ve come across with and it’s one I’ve been recently practising.

It’s such a simple sentence but so deeply transformative:

“I approve of myself.”

It sounds easy, huh? No biggie…
But try saying it in your inside voice, noticing how it vibrates in your body, now say it out loud, noticing how it vibrates in your throat and the space around you, now say it looking in the mirror, making eye contact with yourself.

To some it might be easy, to others it will be uncomfortable, it will be painful or it will trigger deep and strong emotions.
The bigger the resistance, the more we need to do it.

There are so many times when we receive less than nice opinions about ourselves and even more times when we have negative thoughts or comments about our own person – consciously or unconsciously.

If we try to reply to that with this little sentence, we make space for a true metamorphosis.
Ten times, one hundred times, one thousand times, one milion times every day! If you think it’s too much, try and count how many times you repeat negative comments, opinions and beliefs about yourself and you’ll notice it’s a lot more than that.

Practice this affirmation just as if you were flexing a muscle, making it strong and toned. Just like when people squat to get a gorgeous butt!

Only this exercise isn’t about pampering the ego, nothing like that, absolutely nothing. It’s not about comparing oneself to someone else. It’s about personal acceptance, which is something a lot of people consider unattainable.

But it isn’t. It’s an obstacle that spreads throughout all areas of our lives, creating one problem after another, until we have no choice but to face it. If this resonates with you, try it for 21 days – the minimum time frame to create a new habit.

And if you wish to learn more about this subject, I strongly advise reading “You can heal your life” buy Louise Hay, the book where I found this affirmation and many others. It has a lot of valuable information and plenty of practical and simple exercises.

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This recipe serves 2.

Ingredients:
(Organic if possible)
300g of corn pasta
2 cups of homemade pumpkin puree
1 cup and 3 tablespoons of water
1/2 cup of rice milk
3 stalks of french onion
3 garlic cloves
2 tablespoons of nutritional yeast
1 handful of sage leaves
3 cups of spinach
Black pepper and salt to taste.
(I don’t add salt to my food but if you are like the majority of people and use salt everyday, add a pinch).

Directions:
~ Peel off the pumpkin skin and chop it into small pieces. Place it in a pan covered with water and cook it until soft. Remove the water and process the pumpkin in a blender/food processor or (using an immersion blender) until it turns into a soft cream.

~ In another pan with boiling water, add the corn pasta and cook it according to the package instructions.

~ Meanwhile, get another pan and add 3 tablespoons of water and chopped garlic. Cook it until the garlic becomes translucent.
After that, just add the pumpkin cream, chopped french onions, 1 cup of water, milk, nutritional yeast and half of the sage leaves (chopped). Season according to your preference.
Let it cook in medium heat, stirring often, until the cream gets thick.

~ When it’s done, turn of the heat and simply add the pasta to this pan and mix very well. Top with the rest of the chopped sage leaves and the spinach and serve right away.


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Paradise Island salad with mango and celery dressing ~ Salada Ilha do Paraíso com molho de manga e aipo

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(Please scroll down for english version)

O início deste ano tem sido muito calminho, com muita leitura, passeios ao ar livre, meditação e yôga.

Por vezes temos mesmo que ouvir o que o nosso corpo diz e o meu tem andado a sussurrar “descansa e simplifica”, o que em termos de alimentação para mim significa muitos batidos e saladas. Por vezes é difícil porque quero fazer sempre algo diferente ou especial, mas tenho conseguido conter-me e ser fiel aos meus básicos essenciais.
A recompensa é uma energia calma, leve, estável e duradoura.

Por isso não tenho partilhado tantas receitas como é habitual – tenho feito quase sempre as mesmas coisas, tudo cru, com muita fruta e vegetais.

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Esta é uma das minhas saladas preferidas que faço de vez em quando para o jantar. É muito saborosa e saciante, deixa-me completamente cheia, com muita vitalidade e sem aquele peso horrível na barriga.

Esta receita é para 1 pessoa.
Se houver algum ingrediente que detestem, tentem substituí-lo por outro. Improvisem e sejam criativos!

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 alface grande
2 cenouras grandes
1 cup/chávena de tomates cereja
1 talo de cebolinho verde
Para o molho:
1 manga grande
1 abacate pequeno ou 1/2 abacate grande
3 talos de aipo médios/grandes com folhas
1 mão cheia de cebolinho
Sumo de 1 lima

Instruções:
~ Cortar as folhas de alface com as mãos até ficarem pedaços pequenos.
Ralar as cenouras, cortar o cebolinho verde em rodelinhas e cortar os tomates cereja ao meio.
Juntar tudo numa taça.

~ Por todos os ingredientes para o molho num processador ou liquidificadora e triturar muito bem. Se for necessário para a liquidificadora funcionar, adicionem um pouco de água.
Deitar o molho na taça da salada e misturar muito bem com uma colher, até todos os pedaços de alface ficarem bem cobertos de molho.
E bom apetite!

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English:

I’ve been taking it slow since the beginning of the year, with lots of reading, outdoor walks, meditation and yoga.

Sometimes we really need to listen to our body and mine has been whispering “rest and keep it simple”, which means, as far as eating goes, lots of smoothies and salads. It can be tough because I feel the urge to make special or different meals, but I’ve been able to tone it down and stick to my basics.

The reward is this calm, light, stable and longlasting energy.

That’s why I haven’t been sharing as much recipes as usual – I’ve been making pretty much the same simple meals with raw fruits and veggies.

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This is one of my favorite salads as of now, and I’ve been eating it for dinner every once in a while.
It’s really tasty and satiating, I feel completely full when I finish it but I don’t get that heavy stomach feeling afterwards.

This recipe serves 1 person.
If you really dislike one of the ingredients, just substitute it for something else. Improvise and be creative!

Ingredients:
(Organic, if possible)
1 large lettuce
2 large carrots
1 cup of cherry tomatoes
1 green onion
For the dressing:
1 large mango
1 small avocado or 1/2 a large one
3 medium/large celery stalks with leaves
1 handful of chives
Juice from 1 lime

Directions:
~ Use your hands and cut the lettuce leaves into small bits.
Shred the carrots, cut the tomatoes in half and the green onion into small slices.
Put everything in a bowl.

~ Put all ingredients for the dressing in a blender or food processor and blend really well. Pour it over the salad bowl and mix everything using a spoon, until every bit of lettuce is covered with the dressing. If necessary add a little bit of water to get your blender going.
And enjoy!

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Crazy little lies + Mandarin, raw sweet potato and cumins salad ~ Mentirinhas ridículas + Salada de tangerina, batata doce crua e cominhos

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(Please scroll down for english version)

Há umas mentirinhas ridículas que costumamos dizer a nós próprios como: eu não tenho tempo!

Quando penso em fazer alguma coisa que adoro e que sei no fundo do meu coração que é algo que torna a minha vida melhor e mais fácil – lá vem ela, aquela resistência danada – mas eu não tenho tempo!

Uma maneira que se tem revelado muito eficaz para lidar com estas crenças negativas e paralisantes é rir-me delas como se tivesse acabado de ouvir a coisa mais ridícula do mundo. Rir-me! Bem alto! Não tenho tempo?! Ridículo! É de loucos! Claro que tenho tempo!

Se há tempo suficiente para o facebook, instagram, ver televisão ou ir às compras então é claro que também tenho tempo para praticar yôga, meditar, surfar, ler livros, passear ao ar livre…
Claro que tens tempo, Catarina, sua tonta! Muito tempo!

E se mesmo assim continuar com dúvidas, basta-me efectivamente contar os minutos e horas que gasto com actividades que não valorizo (como ver tv) e fico sempre admirada com o meu talento para desperdiçar os meus dias. Ali está o tempo que preciso para fazer o que eu gosto! Ali está ele!

Porque eu sei que o meu tempo é limitado. Um dia, algum dia, vai acabar.
Então porque gastá-lo a fazer zapping? É ridículo!

Arranjar espaço para novas actividades que promovem o amor próprio pode forçar-nos a ganhar coragem para nos libertarmos de outras actividades que já não nos servem.

Libertar o velho para criar espaço para o novo – é a minha frase favorita dos últimos dias.
Sim! Libertar e criar espaço!

Como é que podemos esperar que o mundo nos traga coisas novas se já temos a nossa vida a abarrotar até ao máximo?

Já alguma vez se apanharam numa destas mentirinhas ridículas?
Uma das mais populares é “eu não tenho tempo para fazer comida saudável”. É familiar?
Esta é uma das mais ridículas e loucas!
É tão mais rápido fazer um batido verde ou uma salada do que encomendar uma pizza ou ir ao centro comercial comprar hambúrgueres e batatas fritas. A sério!
Não acreditam? Então vamos fazer uma salada saciante e deliciosa em menos de 10 minutos. Prontos? Bora! O tempo está a contar!

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Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1 alface
3 cups/chávenas de rúcula
4 cenouras grandes
1 batata doce grande descascada
4 tangerinas bem doces
Sumo de 1 tangerina
3 ou 4 folhas de manjericão fresco
2 colheres de chá de cominhos em pó
Opcional: 1 colher de sopa de sementes de cânhamo descascadas

Instruções:
~ Cortar a alface no tamanho que preferirem.
Usar um ralador ou espiralizador para cortar a batata doce e as cenouras.
Descascar 4 tangerinas e cortar as folhas de manjericão para que fiquem bem pequeninas.

~ Juntar todos os ingredientes numa taça grande.

~ Espremer a última tangerina e deitar o sumo na salada, misturando muito bem. Polvilhar com as sementes de cânhamo, se desejarem juntar mais proteína e ácidos gordos à refeição. Deixem ficar assim uns minutos antes de servir para que os vegetais ganhem o sabor docinho das tangerinas.
Se estiver frio, não guardem a salada no frigorífico porque fica mais agradável comê-la à temperatura ambiente.

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English:

There are some crazy little lies we tell ourselves like: I don’t have time!

When I think about doing something I love and that I know to my heart that it makes my life better and easier – there it comes, that awful resistance – but I don’t have time!

One way I’ve found to be very effective in dealing with these little negative and paralyzing beliefs is to laugh at it like I’ve just heard the silliest thing in the world! Laugh at it! Laugh out loud!
I don’t have time?! Ha! That’s crazy! Ridiculous! Of course I have time!

If there’s enough time in a day for facebook, instagram, watching tv and shoping then of course I have time to practice yoga, meditate, go surfing, read books, walk outside…. Of course there’s time, silly Catarina! Lots of time! :)

And if I still have any doubts, all I have to do is to actually count the minutes and hours I spend on activities I don’t really value (like watching TV) and I’m always amazed at my talent for misusing my days. There is the time I need to do what makes me happy! There it is!

Because I know my time here is limited. It will end, one day, someday. So why am I wasting it with zapping? That’s crazy!

Making space for new activities that nurture self love may force us to be brave enough to let go (really let go!) of other activities that don’t serve us anymore.

Let go of the old and make space for the new – it’s my favorite sentence of the last days and I’ve got it on repeat mode in my mind.
Yes! Let go and make space!

How can we expect the world to bring us something new if our lives are already cramped to the fullest?

Do you catch yourself lying like this?
One of the most popular crazy little lies I hear is “I don’t have time to eat healthy”.
Sounds familiar? That’s a really crazy one, I’ll tell you!
It’s so much faster to make a green smoothie or a salad than to order a pizza or go all the way to the mall to buy burguers and fries.
I mean, literally!

Don’t believe me?
Let’s make this filling and delicious salad in less than 10 minutes. Ready? Set! Go! Time is ticking!

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Ingredients
(Organic, if possible)
1 lettuce
3 cups of arugula
4 large carrots
1 large sweet potato (peeled)
4 sweet mandarins
Juice from 1 mandarin
3 or 4 fresh basil leaves
2 teaspoons of cumin powder
Optional: 1 tablespoon of hemp hearts

Directions:
~ Chop lettuce as desired. Use a shredder or a spiralizer to cut carrots and sweet potato.
Peel 4 mandarins and chop the basil leaves.

~ Put all ingredients in a large bowl and pour the juice of the last mandarin on top of the salad, mixing it really well.

~ If you want to add more protein and essential fatty acids sprinkle the salad with hemp hearts.
Let it sit for some minutes so that all the veggies get the sweet flavour of the juice. If it’s cold don’t put it in the fridge because it’s better to eat it at room temperature.

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