The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães


Leave a comment

Green twirl superfood smoothie bowl + a daily affirmation ~ Batido na tigela com remoinhos verdes de superalimentos + uma afirmação diária

20160526-113735.jpg
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

“Eu sou um íman para o bom da vida. Eu atraio experiências, qualidades e situações lindas – Amor, paz, abundância e alegria vêm ter comigo. Todas as coisas boas fluem até mim e eu recebo livremente sem qualquer hesitação. Eu sou livre. Eu sou completa. Eu sou una com tudo o que existe.”

Ontem, enquanto me sentava para almoçar, obriguei-me a fechar o meu bloco de notas e parar de pensar no trabalho durante alguns minutos para poder desfrutar totalmente da minha refeição. Comer enquanto faço outras coisas é um hábito terrível que estou constantemente a tentar contrariar.

Mas imediatamente antes de pôr o meu bloquinho caótico dentro da mala, vi esta afirmação e respirei fundo e lentamente, permitindo-me sentir estas palavras a ecoar na minha mente e coração durante um momento.

Algo tão simples e tão pequeno como isto tem o poder de mudar tudo em mim e no meu dia.

Sempre que encontro alguma afirmação que ressoa em mim e que muda a minha vibração, escrevo-a em todo e qualquer lado – bloco de notas, diário, telemóvel, agenda, etc.
E a melhor parte é que normalmente acabo por me esquecer disso, até ao momento em que “acidentalmente” a vejo no meio de um turbilhão de tarefas diárias.

Costuma ser no momento exacto em que preciso mesmo de a ler.

E, por estes pedacinhos de magia, sinto-me eternamente grata!

20160526-113753.jpg
Hoje partilho a receita desta refeição. A minha primeira refeição do dia é que costuma ser assim, um batido ou um batido na tigela, mas quando posso almoçar em casa acabo por fazer algo muito parecido outra vez. A base costuma ser bananas congeladas e depois misturo outras frutas ou vegetais.
É a maneira mais fácil que eu conheço para consumir muita fruta e superalimentos diariamente.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
~ 2 maçãs grandes
~ cerca de 4 bananas grandes congeladas (vejam aqui como congelar)
~ gel de aloe vera (vejam aqui como eu faço)
~ 1 cup/chávena/xícara de água
~ 1 colher de sopa de xarope de ácer (ou 2 ou 3 tâmaras)
~ 1/2 colher de chá de chlorella (usei iswari)
~ 1/2 colher de chá de spirulina (usei iswari)
~ 1 mão cheia de lascas de côco seco

Instruções:
~ juntar tudo numa liquidificadora ou processador de comida, excepto o côco e a spirulina.
~ se usarem as tâmaras, retirem os caroços
~ triturar tudo muito bem e colocar numa taça ou tigela grande
~ deitar a spirulina por cima do batido (e fazer uns remoinhos com a colher para ficar mais bonito. Os olhos também comem!). Pôr as lascas de côco.
~ desfrutem e tenham um dia muito feliz!

20160526-114002.jpg
ENGLISH:

“I am a magnet for the goodness of life. I attract beautiful experiences, qualities and situations – Love, peace, abundance and joy is coming my way. All good things flow to me, and I receive freely without hesitation. I am free. I am whole. I am one with all that is”.

Yesterday, as I sat down for lunch I made myself close my notebook and stop thinking about work for a few minutes to fully enjoy my meal. Eating while doing something else is a terrible habit that I fight constantly.

But right before I put my little chaotic notebook back in my bag, I saw this affirmation and I took a long deep breath and allow myself to feel these words as they echoed in my mind and heart for a moment.

Something so small and simple like this has the power to shift everything about me and my day.

Whenever I find one affirmation that resonates with me and changes my vibration, I write it anywhere and everywhere ~ notebooks, diary, phone, calendar, and so on. The best part is that I usually end up forgetting all about it, until the moment I “accidentally” see it again, while in the middle of some turmoil, doing everyday stuff.

It’s usually the moment I need to see it the most.

And for that little bit of magic, I am always so grateful!

20160526-113808.jpg
Today I’m sharing the recipe for this meal. Usually it’s my breakfast that looks like this, a smoothie or a smoothie bowl, but if I’m having lunch at home I end up doing something pretty similar again. The base is usually frozen bananas and then I mix it with some other fruit or veggies. It’s the essiest way I know to enjoy lots of fruit and superfoods on a daily basis.

Ingredients:
(Organic, if possible)
~ 2 large apples
~ about 4 large frozen bananas
(See here how to freeze them)
~ aloe vera gel (see here how I get it)
~ 1 cup of water
~ 1 tablespoon of maple syrup (or a couple of dates)
~ 1/2 teaspoon of chlorella (I used iswari)
~ 1/2 teaspoon of spirulina (I used iswari)
~ 1 handful of coconut dried flakes

Directions:
~ put everything in a blender or food processor, except for the coconut flakes and spirulina.
~ de-seed dates if using
~ blend really well and put it in a large bowl.
~ top with the spirulina (use the spoon to twirl it a bit on the surface so it looks prettier. We eat with our eyes, too!) and coconut flakes
~ enjoy and have a beautiful day!

20160526-113753.jpg

Advertisements


3 Comments

Self-care and body love + Sugar and lemon scrub for scars and stretch marks ~ Cuidados pessoais e amor pelo nosso corpo + Esfoliante de açúcar e limão para cicatrizes e estrias

20150826-153725.jpg
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Os cuidados pessoais conseguem ter uma má conotação, podendo ser vistos como algo que só interessa a quem é egoísta ou superficial.
Mas, para mim, é um acto de amor próprio porque sempre acreditei que uma certa dose de vaidade e prazer são cruciais para uma auto-estima saudável.

Usar alguns minutos de cada dia para mimar o meu corpo é uma parte fundamental e básica de viver uma boa vida. Não posso esperar conseguir tratar de outros quando nem consigo arranjar tempo ou energia para tratar de mim primeiro.

Acabamos por voltar sempre a esta grande verdade ~ não conseguimos dar aquilo que não temos. Não conseguimos amar os outros se não temos amor por nós próprios. Não podemos curar outros se não nos curarmos a nós próprios. Não conseguimos ensinar a outros as lições que ainda não aprendemos nem praticamos.

Lembras-te das instruções de emergência dos aviões? Se a pressão do ar descer dentro da cabine, por favor põe a tua máscara de oxigénio primeiro e só depois poderás ajudar outros passageiros a pôr a sua máscara, mesmo que se trate de crianças ou pessoas desamparadas. Põe sempre a tua máscara primeiro.

Isto funciona como a minha imagem de referência no que toca a cuidados pessoais. Torná-lo algo não negociável é um dos presentes mais valiosos que podemos dar a nós próprios.

Pode ser uma coisa muito diferente para cada um, mas para mim tem que ser algo que me ajude a construir e fortalecer a relação que tenho comigo própria, com o meu corpo e, em última análise, com o próprio mundo. É assim que consigo tirar a cabeça das nuvens e trazer a minha atenção cá para baixo, para viver no aqui e agora, sentindo cada batida do meu coração. Totalmente acordada, totalmente viva. Porque é para isso que cá andamos, não é?

Pode ser algo tão diferente como observar o pôr do sol, meditar, fazer exercício, dar um passeio na natureza, brincar no mar ou simplesmente demorar uns minutos a mais no chuveiro para esfoliar a minha pele.

A minha maravilhosa pele que tanto faz por mim sem se queixar. E, se por acaso se lembra de se queixar, é porque me quer ensinar alguma grande lição para o meu próprio bem.

A pele faz muito mais do que tapar o nosso corpo. É o nosso maior órgão e consegue regular a temperatura, libertar toxinas, crescer e esticar de modo a acomodar as nossas decisões de vida e ainda nos permite sentir aquele quente abraço divino do sol todos os dias. Por tudo isto e muito mais, sim, a pele merece uns mimos extra de vez em quando e a esfoliação é uma maneira muito fácil, barata e relaxante de o fazer.

Eu costumo fazer um esfoliante de café mas ultimamente tenho usado este, desde que uma das minhas amigas me inspirou ao dizer que gostava tanto de usar esfoliantes de açúcar porque ficava com um cheirinho tão delicioso que lhe apetecia comer.
Esta imagem ficou a marinar na minha cabeça durante alguns dias e parecia-me algo que eu iria deveras apreciar ~ ficar com pele tão deliciosamente doce que até apetece comer!

Então pus-me a pesquisar receitas deste tipo de esfoliantes e acabei por fazer esta muito simples, já que a máxima “menos é mais” ressoa sempre bastante comigo. Baptizei-o de esfoliante Kjersti, em honra da amiga por trás da inspiração. ;)

Tenho usado duas ou até mais vezes por semana e realmente deixa-me a pele deliciosamente doce e suave, mas também reparei que me tem ajudado bastante a remover algumas cicatrizes de borbulhas e até notei uma melhoria em estrias que tenho há mais de 20 anos!

20150826-154721.jpg
Tudo isto se deve às propriedades fabulosas destes ingredientes:

AÇÚCAR ~ É perfeito para esfoliar a pele e remover as células mortas devido ao seu tamanho e textura. Tem ainda um tipo de ácido que estimula a pele, fazendo com que pareça mais jovem e fresca.

SUMO DE LIMÃO ~ É um descolorante natural e tem ácido que ajuda a reduzir estrias, cicatrizes e lesões na pele. O limão é ainda uma boa fonte de vitamina C que é muito importante para a produção de colagénio, que por sua vez é fundamental para ter uma pele jovem e flexível.

AZEITE ~ Para além de ser um hidratante natural, o azeite é rico em antioxidantes que neutralizam o efeito dos radicais livres que prejudicam o colagénio. Ajuda a aliviar a secura da pele, diminui a aparência de rugas e estimula a regeneração da pele.

20150826-154529.jpg
Portanto, e sem mais demoras, aqui fica a receita para o esfoliante corporal de açúcar e limão:

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
Açúcar (qualquer tipo) ~ 1/2 cup/chávena
Sumo de limão acabado de espremer ~ 2 colheres de sopa
Azeite* 100% puro e de pressão a frio ~ 2 colheres de sopa

* (quando uso este esfoliante na cara omito o azeite ou substituo por um óleo mais adequado à pele sensível como o óleo de calêndula, argão ou onagra.)

Instruções:
~ Misturo todos os ingredientes num recipiente imediatamente antes de ir tomar banho.
~ Molho muito bem a pele e fecho a torneira para não gastar água a mais.
~ Tiro porções pequenas de esfoliante com as duas mãos e esfrego por todo o corpo, fazendo movimentos circulares e suaves. Insisto nas zonas mais necessitadas e tento fazer os movimentos em direcção ao coração, respeitando a direcção do fluxo do sistema linfático.
~ Deixo ficar o esfoliante na pele durante pelo menos uns 5 minutos, enquanto lavo o cabelo, etc.
~ Depois lavo muito bem e desfruto da minha pele rejuvenescida e sedosa!

(Cuidado porque algumas banheiras ficam escorregadias com o azeite!)

Gosto de demorar algum tempinho nisto porque aproveito para trazer toda a minha atenção para o meu corpo enquanto faço a esfoliação. É mais um modo de me ligar à terra, apesar de a terra, neste caso, ser uma banheira num piso bem alto.

Eu gosto de falar com o meu corpo, dizendo a cada parte dele como aprecio tudo o que me proporciona. Em vez de cuidar do meu corpo focando-me nas suas falhas ou só porque quero que pareça e se sinta melhor, escolho cuidar do meu corpo porque o amo tal e qual como ele é agora. Escolho amar a nossa história e tudo aquilo que já percorremos juntos.

E, a princípio, pode até parecer que não há nada de positivo para dizer a cada uma das muitas partes do nosso corpo, mas desafio-te a puxar pela criatividade e a tentar! Pode parecer coisa de gente louca, mas traz-me tanta felicidade sempre que o faço! E eu prefiro ser louca e feliz do que muito normal mas miserável.

Por isso, sim, eu penso em como amo e aprecio as minhas pernas pela sua perfeita combinação de força e graça que me permite andar em cima de uma prancha de surf, ou como as minhas ancas me guiam por cada dança com um sentido lindíssimo de ritmo e fluidez, ou como sou grata aos meus braços por serem tão generosos e fortes, sempre prontos para um bom abraço.

O meu corpo está permanentemente a proteger-me, curar-me, guiar-me e ensinar-me o que preciso se saber. E uma das grandes maravilhas desta vida é poder experienciar o mundo através dos nossos sentidos.

Eu escolho ver o meu corpo como sendo perfeito tal e qual como é agora porque acredito que esta é a melhor maneira de convidar a saúde, a beleza, a alegria e o Amor a entrarem na minha vida.

Portanto, mesmo naqueles dias em que não me sinto particularmente inspirada, ou quando aquela ligação com o meu ser físico não está lá muito forte, ou até naquelas alturas em que tudo é feito numa correria, mesmo nesses dias, acabo por esfoliar o meu corpo dizendo qualquer coisa deste género:

Obrigada Universo/Deus/Anjos/Natureza/etc (o que fizer sentido para ti), por me ajudarem a manifestar este corpo lindo, perfeitamente saudável, jovem, em forma, descontraído, sexy, harmonioso, energizado, forte e confortável com pele imaculada e incandescente! Obrigada!

20150826-154007.jpg
ENGLISH:

Self care can get a bad reputation for being something only selfish or superficial people spend time doing. But to me it’s an act of self love, as I’ve always thought that a balanced dose of vanity and pleasure is crucial for a healthy self esteem.

Spending a few minutes everyday pampering myself seems to be a very basic and fundamental part of having a good life. I can’t expect to be able to take care of others if I don’t take the time or energy to take care of myself first.

It always comes down to this ~ you can’t give what you don’t have. I can’t love others if I don’t love myself, I can’t heal others if I don’t heal myself, I can’t teach others the lessons I have yet to learn or practice.

Remember the emergency instructions on airplanes? If the air pressure drops inside the cabin, please put your oxygen mask on first and only them procede to help other passengers put their masks on, even if it’s children or helpless people. Always put your mask on first.

That’s my image of reference when it comes to self care.
Making it non negotiable is one of the richest gifts we can give ourselves.
It can be something different for everyone, but to me it’s anything that allows me to build and strengthen the relationship I have with my body, myself and ultimately, the earth itself. That’s how I remove my head from way up in the middle of the clouds and bring my awareness to live in the here and now, feeling every single beat of my heart. Fully awake, fully alive. Because that’s what we were born to do, right?

It can take lots of different forms, from gazing at the sunset, exercising, meditating, going for a walk amongst nature, playing in the ocean or even just taking a few extra minutes in the shower to scrub my skin.

My wonderful skin that works so much without complaining. And when it does complain, it is usually trying to teach me a big lesson for my own good.

The skin does so much more than just cover our body.
It’s our biggest organ and it regulates our temperature, releases toxins, it grows and stretches, changing everyday to accomodate our life choices and it allows us to feel the warm divine hug of the sun every single day, among so many other things. So yes, the skin deserves a little pampering every once in a while and scrubbing is an easy, affordable and very relaxing way of doing so.

I usually make coffee scrubs but recently I’ve been using this one because one of my friends inspired me when she told me she loved her sugar scrub so much as it was so delicious it made her want to eat it! That image stuck with me for some days and it felt like something I would most definitely enjoy ~ skin so deliciously sweet I want to eat it!

So I researched a bunch of recipes and decided to make with this very simple one, as “less is more” usually resonates with me. I call it my Kjersti scrub, in honor of my friend behind the inspiration. ;)

I have been using it twice or more every week and it does make my skin deliciously sweet and soft, but it has also helped me release some scars from acne breakouts and I’ve even seen some improvement in my strectchmarks I’ve had for over 20 years!

20150826-154646.jpg
This is due to the amazing properties of these ingredients:

SUGAR ~ It’s perfect to exfoliate skin and remove dead skin cells due to its size and texture. And it has a type of acid that stimulates the skin, making it look younger and fresher.

LEMON JUICE ~ It’s a natural bleacher and has acid that helps reduce stretch marks, scars or skin injuries. Lemon is also a good source of vitamin C which is essential for the production of collagen which in turn is key for having young and flexible skin.

OLIVE OIL ~ Besides being a natural moisturizer, it’s rich in antioxidants that neutralize the effect of free radicals that damage collagen and can also relieve wrinkles, dryness and stimulate skin regeneration and healing.

20150826-154026.jpg
So without further ado, here is the recipe for the sugar and lemon body scrub:

Ingredients:
(Organic, if possible)
Sugar (any type) ~ 1/2 cup
Freshly squeezed lemon juice ~ 2 tablespoons
100% pure, cold pressed olive oil* ~ 2 tablespoons

* (when using this scrub on my face I omit the olive oil or I substitute it for a different oil more suitable for my very sensitive skin like calendula, primrose or argan oil.)

Instructions:
~ I mix all ingredients in a container right before I get in the shower.
~ After damping the skin, I turn off the shower so I’m not wasting water.
~ I take a small portion of scrub in both my hands and rub it gently in a circular motion all over my body. I insist on the parts of my body that need it the most and I try to respect the flow of the lymph system, directing the movements towards the chest area.
~ I leave the scrub on my skin for at least 5 minutes, while I shampoo my hair and so on.
~ I rinse it very well and enjoy my refreshed silky skin!

(Be careful because some bathtubs become slippery due to the olive oil!)

I like taking my time and really bring my whole attention to my body while I’m scrubbing. I guess it’s a way of grounding myself, even if the ground happens to be a bathtub on a very high floor.

I enjoy talking to my body, telling every part of it how much I love what it does for me. So, instead of taking care of my body thinking about its flaws or because I want it to improve, feel and look better, I take good care of my body because I choose to love it exactly like it is right now, I choose to love our history and how far we have come together.

And, at first, you might feel like there’s nothing positive to say to every little part of your body, but I want to challenge you to get creative and give it a try! It may seem crazy, but it brings me happiness every time I do it. And I would rather be crazy and happy than normal and miserable!

So, yes, I think about how much I love and appreciate my legs for having a perfect combination of power and grace and allow me to stand up on a surfboard, or how my hips guide me through every dance with a beautiful sense of flow and rythm, or how much I love my arms for being so generous and strong, always ready for a good hug…

My body is always ready to protect me, heal me, guide me and teach me what I need to know. And one of life’s big wonders is experiencing the world through our senses.

I choose to see my body as perfect exactly as it is right now because I believe that is the best way of inviting health, beauty, joy and Love into my life.

So even on those days when I’m not feeling particularly inspired, when I’m lacking that deep strong feeling of bonding with my physical self or even if my just in a hurry, I still scrub while saying something like this:

Thank you Universe/God/Angels/Mother Nature/etc (whatever feels right for you),
for helping me manifest a beautiful, perfectly healthy, harmonious, young, fit, energized, strong, sexy, comfortable, and relaxed body with flawless and glowing skin! Thank you!

20150826-154500.jpg


Leave a comment

Eating mindfully + Turmeric and Citrus juice ~ Comer conscientemente + Sumo de citrinos e curcuma

20150610-013205.jpg
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

É tão fácil uma pessoa bloquear-se com tantas regras, leis, planos, informação. Tudo isto pertence a um nível mental e não ao pulsar do corpo. Saber ouvir o corpo é uma das melhores habilidades que podemos cultivar. No que toca a comer, é comum ver pessoas a comerem sem estarem presentes, sem estarem lá. Andam enfiadas na sua cabecinha a pensar em ontem ou amanhã ou a pensar se estão a comer bem, mal, preocupadas a contar calorias ou inumerar ingredientes.

Tenho um único conselho para todos: desfrutem da vossa comida!

Claro que é importante fazer o trabalho de casa, pesquisar e aprender continuamente, mas tudo isso deve ficar de lado no momento em que nos alimentamos.

Para desfrutar temos que descer à terra, habitar verdadeiramente o nosso corpo e ganhar consciência do que estamos a fazer nesse preciso momento, sem distracções interiores ou exteriores.

Uma maneira simples de atingir esse estado de espírito é esfregar as mãos uma na outra durante alguns segundos e depois respirar fundo cinco vezes, deixando a inspiração ir até ao baixo ventre, relaxando os ombros e todo o corpo.

Consegues sentir como as mãos agora estão diferentes? E o corpo, como está agora?
Se há alguma parte com dor ou tensão, respira mais 5 vezes, imaginando que a respiração vai directamente até esse ponto.

Algo que eu gosto de praticar para tornar o acto de nutrir o meu corpo num hábito de consciência plena em vez de um hábito automático, é olhar para a comida que estou prestes a ingerir e vê-la realmente. Identificar mesmo tudo o que como ~ os alimentos, a cor, a textura, o cheiro, o sabor…

E por vezes gosto de levar esta ligação ainda mais longe e pensar em tudo o que foi necessário para que esses alimentos tenham vindo parar à minha mesa.

Todo o trabalho, tempo, recursos naturais, pessoas, dedicação, esforço, dinheiro, etc que foram necessários para que eu possa agora e aqui desfrutar de um morango, uma couve, um pimento.

Porque ao pensar nisso, sinto-me automaticamente inundada por gratidão.

E a gratidão traz-me sempre de volta à terra. E é com os pézinhos bem plantados no chão que consigo nutrir e respeitar o meu corpo, seguindo as suas orientações que me chegam através do instinto e intuição.

E se é costume começares a divagar para pensamentos menos simpáticos enquanto comes, porque não usar o pensamento como uma âncora da atenção?

Nesse momento, toma a decisão de pensar que cada dentada ou gole que dás está a contribuir para que estejas agora e sempre feliz, saudável, jovem, energético/a, descontraído/a, lindo/a, sexy, divertido, etc…
Usa as palavras que melhor ilustrem a tua ideia de “saúde e bem estar”.

E desfruta de cada pedacinho com prazer, com tempo e com alegria.

20150610-013230.jpg
O sumo que partilho hoje faz-me feliz só de olhar para ele porque me sinto prestes a beber raios de sol! Assim que o calor aumenta, sinto-me naturalmente inclinada para escolher alimentos laranjas ou vermelhos que ajudam a pele a receber e beneficiar do sol em todo o seu esplendor.

Nunca tive tanta facilidade em ficar bronzeada e em manter o bronze durante o ano todo. E eu sou mesmo muito branquinha, mas a alimentação faz toda a diferença, tal como já tinha mencionado aqui.

A vitamina C também é uma óptima aliada para manter a pele bonita e jovem, apesar de muita gente só pensar nesta vitamina quando está constipado. As laranjas são uma fruta muito popular mas as toranjas não lhes ficam nada atrás e até nos ajudam a combater a celulite, como explico aqui.

E por fim, se ainda não conhecem a curcuma, um dos meus anti-inflamatórios preferidos, peço que leiam este post.

20150610-013247.jpg
Esta receita dá cerca de 1 litro de sumo e eu costumo bebê-lo a meio do dia ou como primeira parte de uma das refeições principais.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
5 laranjas bem doces
1 toranja
1/3 de colher de chá com curcuma em pó

Instruções:
Usando um espremedor de citrinos, espremer o sumo das laranjas e da toranja. Deitar o sumo num frasco, copos ou jarro e juntar ao sumo a polpa que ficou de lado. Assim o sumo fica cheio de fibra e evita subidas drásticas do nível do açúcar no sangue. Adicionar a curcuma em pó e mexer muito bem.
Beber de seguida e visualizar o sol dentro da barriga!

20150610-013305.jpg
ENGLISH:

It’s so easy for someone to feel blocked with so many rules, laws, plans, information. All of that belongs to a mental level and not to the pulse of your body.

Knowing how to listen to your body is one of the best skills one can nurture.
When it comes to eating, it’s so common to see people doing it without really being there, without being present. They’re stuck in their little heads, thinking about yesterday or tomorrow, or worrying if their eating right or wrong, counting calories or analyzing ingredients.

I have one and only one advice for everyone: enjoy your food!

And yes, it’s important to do your homework, research and keep on learning continuosly, but all that should step aside when we are eating.

In order to be able to enjoy we must ground ourselves, actually inhabit our body and gain awareness of what we are doing at that precise moment, without any internal or external distractions.

A simple way to achieve this state is to rubb your hands together for a few seconds and then take five deep breaths, allowing the inhalation to go all the way to your belly, relaxing the shoulders and the rest of the body.
How does it feel? Are your hands different now? And the rest of your body?
If you sense any discomfort or tension, simply breath five more times, visualizing the air going all the way to that specific part of the body.

Something I like to practice in order to bring mindfulness to eating, instead of it being just an automatic habit, is to look at the food I’m about to eat and really see it. Identify everything that I eat ~ the produce, the colours, the texture, the fragrance, the taste…

Sometimes I enjoy taking this process abit further and I start thinking about everything that was necessary for that food to end up on my plate. All the work, time, people, dedication, natural resources, effort, money and so on, it takes so I can eat one strawberry, one piece of kale, one red bell pepper.

As I think about this, I’m naturally flooded with gratitude.
And gratitude always brings me back to earth. I need my feet planted on the ground so I can nurture and respect my body, listening to its guidance that comes to me as intuition or instinct.

And if you have a tendency to let your thoughts wander into a negative place while you’re eating, why not use your thoughts as an anchor for your attention and focus?
Choose to think that every bite or sip you take is making you healthy, happy, young, energetic, relaxed, beautiful, sexy, etc… Just use the words that best translate your idea of “health and wellness”.

And enjoy every little bit of whatever it is you’re eating, with pleasure, time and joy.

20150610-013323.jpg
The juice I’m sharing today makes me happy just from looking at it because it makes me feel like I’m about to drink sunshine!

As soon as the warm weather kicks in, I feel naturally inclined to eat lots of orange and red colored food that have the power to help the skin receive and benefit from solar exposure. It has never been so easy for me to get a tan and maintain it during all year. And my skin is really fair but what we eat makes all the difference, just like I’ve mentioned here before.

Vitamin C is also a great ally for the skin, keeping it young and healthy, even though most people only think about this vitamin when they catch a cold. Oranges are one of the most popular fruits, but grapefruits are just as amazing and they’re great to help us get rid of cellulite too.

And finally, if you’re not familiar with turmeric, one of my favorite anti-inflammatories, please read all about it here.

20150610-013338.jpg
This recipe makes about 1 liter of juice and I usually drink it in the middle of the day or as the first part of one of my main meals.

Ingredients:
(Organic, if possible)
5 really sweet oranges
1 grapefruit
1/3 of teaspoon with turmeric
powder

Directions:
Use a citrus juicer or press to juice the oranges and grapefruit. Pour the juice into a jar or glass and add the pulp. This way the juice will have lots of fibre and it won’t spike up your blood sugar levels. Add the turmeric and mix the juice really well. Drink right away and visualize the sun inside your belly!


Leave a comment

No one else is the source of your happiness ~ Mais ninguém será a fonte da tua felicidade

catarina-essencia-adraga-9-10-2016-195
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Pensei em escrever isto por causa do dia de S. Valentim mas acabei por me esquecer. O dia dos namorados é um dia complicado para muitas pessoas mas para mim é apenas o dia a seguir ao aniversário da minha cachorrinha.

Acho um bocado estranho que as pessoas se sintam obrigadas a ser muito românticas num dia específico marcado no calendário.
E deixa-me tão perplexa perceber que muita gente ainda acredita que precisam de outra pessoa para se sentirem dignas e felizes.

A felicidade não é algo que nos acontece, é algo que existe interiormente e que podemos nutrir em todas as áreas da nossa vida.

Mas se acreditam que precisam de esperar por algum príncipe encantado especial que vos faça verdadeiramente felizes, estão a desperdiçar a vossa vida.

Ninguém nos pode completar porque já somos completos! Sejam felizes agora, independentemente de serem solteiros ou não.

Todas as relações são uma tarefa que nos faz aprender e crescer e todas elas são dignas de serem alimentadas: amigos, vizinhos, professores, alunos, família… Mas dar o poder de decisão sobre a nossa felicidade a algo exterior a nós próprios (fora do nosso controlo) e carregar o peso de viver “incompleto/a” por não ter um parceiro romântico é muito perigoso.

No que toca a dramas românticos, gosto sempre de voltar aos ensinamentos de Um curso em milagres. E ninguém o explica de um modo tão simples como a Gabby Bernstein num dos meus livros preferidos:

“Quando a sua felicidade depende de outro ser humano, está tudo estragado. O ego leva-nos a crer que todo o amor de que precisamos reside numa só pessoa “especial” . É a isto que o Curso chama de “relação amorosa especial” e este tipo de relacionamento difere de todos os outros no sentido em que somos persuadidos de que precisamos desta pessoa para nos sentirmos completos. (…) É impossível que o amor especial resulte mesmo. Não há ninguém que possa ser a sua fonte de felicidade. Mas, se não soubermos onde procurar a verdadeira fonte, nunca cessaremos de a procurar em todo o género de pessoas, na esperança de encontrar a pessoa certa.”

É fácil perceber algo a um nível intelectual mas só nos apercebemos realmente do seu significado quando o sabemos com todo o nosso corpo, com cada célulazinha. Daí sugerir que leiam a citação acima várias vezes, tantas quantas forem necessárias, e deixem que se entranhe em vós.

Uma das melhores ferramentas para lidar com esta necessidade de “encontrar a minha alma gémea para me salvar da minha vida”, que é impulsionada pelo ego e pelo medo, é praticar esta afirmação positiva em frente ao espelho. Experimentem e vejam como se sentem ao fazê-lo. Continuem e insistam e vão ficar maravilhados com os resultados!

(fotos de Lieve Tobback)

catarina-essencia-adraga-9-10-2016-38 ENGLISH:

I felt like writing this because of Valentine’s day but for some reason I forgot about it last week. Valentine’s day is a tough day for a lot of people but to me its just the day after my dog’s birthday.

I think it’s a bit weird how everyone feels the obligation to be very romantic on a specific day on the calendar. And it makes me feel perplexed that so many people still believe that they need someone else to make them worthy and bring them happiness.

Happiness isn’t something that happens to us, it’s something that exists within and we can nurture it in every aspect of our life. If you believe you need to wait for some special prince charming to be truly happy, you’re wasting your life.

No one can make you whole because you already are whole!
Be happy right now, regardless of being single or not.

Every relationship is a task to make us grow and learn and every single one is worth nurturing: friends, neighbours, teachers, students, family… But putting the power of your own happiness on external circumstances that you can’t control and carrying the burden of being “incomplete” because you don’t have a romantic partner, seems very dangerous.

I always like to go back to A Course in Miracles regarding romantic drama or expectation and nobody explains it better than Gabby Bernstein in one of my favorite books:

“When your source of happiness is another human being, you’re totally screwed. The ego convinces you that all the love you need is in one “special” person. This is what the Course calls a “special love relationship.” This kind of relationship isn’t like your other relationships–you come to believe you need this one special person to feel whole. (…) It’s impossible for this special love to actually work. No one can be the source of your happiness. But, if we don’t know where to look for the real source, we’ll never stop looking for it on all kinds of people, hoping to find the right one.”

It’s easy to know something on an intelectual level but it only sinks in when we really know it with our whole body, every little cell of it. So, read the quote above as many times as needed and let it become a part of you.

One of the best tools to work with this fear and ego fueled need to “find my other half to save me from my life” is to practice this positive affirmation in front of the mirror. Try it and see how it feels. Keep going and you’ll be amazed at the results!

(photos by Lieve Tobback)


3 Comments

Lemon, spinach and fennel raw soup + Accepting abundance ~ Sopa crua de limão, espinafres e funcho + Aceitar a abundância

20150128-164230.jpg
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Tenho recebido muitas mensagens de pessoas a pedirem sugestões para refeições crudívoras por isso lembrei-me de começar a partilhar algumas sopas cruas que gosto de fazer para o almoço ou jantar.

Uma das coisas que mais me atrai neste tipo de alimentação é a simplicidade e minimalismo com que se consegue preparar qualquer refeição nutritiva e saciante. Os batidos são um belo exemplo disso, assim como saladas gigantes como esta.

Este tipo de sopas ficam prontas em 5 minutos e podem ser transportadas muito facilmente para qualquer lado, dentro de um frasco de vidro, por exemplo.

Eu adoro usar limão pelas razões que já expliquei aqui mas também gosto mesmo do sabor! Esta sopa fica uma delícia, muito fresca, cremosa e com um sabor intenso a limão!

Outro dos ingredientes que escolhi hoje é o funcho que tem um sabor meio suave e adocicado e tem propriedades muito interessantes.

O funcho é um anti-ácido natural e ajuda a melhorar a digestão, combatendo inflamações no sistema digestivo e permitindo uma melhor absorção dos nutrientes que ingerimos.
Para além disso tem a capacidade de prevenir e impedir a formação de gases nos intestinos.
Consegue ainda combater vários tipos de problemas como bronquites, hipertensão e queda do cabelo, entre outros.
É uma boa fonte de vitamina C, ácido fólico, magnésio, cobalto, ferro e tem propriedades anti-bacterianas e anti-fúngicas.
O consumo deste vegetal contribui para manter o sistema cardiovascular saudável, evitar a criação de células cancerígenas, ajuda a equilibrar o sistema hormonal e contribui para o relaxamento corporal.

20150128-164249.jpg
Para além da receita, hoje trago-vos outra afirmação positiva do livro da Louise Hay que já tinha mencionado aqui:

Há abundância para todos, incluindo para mim.

Muitas vezes impedimo-nos de desejar mais para nós porque temos esta crença limitativa que nos prende à ideia de escassez.

Acreditamos na escassez do amor, da saúde, do sucesso, da beleza, da alegria ou até do dinheiro.

Há quem acredite que querer mais para si implica estar a tirar a alguém e isso é ser egoísta e mau.

E tantos de nós ficam com inveja quando vêm os seus desejos materializados na vida de outros e acham que, por outra pessoa o ter, nunca o irão ter também.

Mas nada poderia estar tão longe da verdade. Tudo isso existe de modo ilimitado e quanto mais temos, mais se multiplica, não só na nossa vida como nas vidas que nos rodeiam e por aí fora. O amor gera mais amor, a saúde gera mais saúde, etc, etc.
E o mundo tem um fornecimento inesgotável de tudo isso!

Ao nos permitirmos receber de braços abertos tudo o que há de positivo no mundo, sem culpas e sem expectativas, estamos a contagiar outros para fazerem exactamente o mesmo! Viver em abundância permite que outras pessoas façam o mesmo!

Por isso, na próxima vez que sentirmos uma pontinha de inveja de alguém, porque não dizer: “óptimo, ainda bem que ele/a tem tudo aquilo e espero que venha a ter muito mais. Só me prova que o que eu quero existe e anda por aí em quantidades gigantes. Agora só tenho que me permitir recebê-lo também.”
E na vez seguinte vamos tentar dizê-lo com um sorriso nos lábios e na terceira vez vamos tentar sentir aquele calorzinho no coração que significa que acreditamos mesmo no que estamos a dizer. ;)
E continuamos sempre a praticar…

Outra maneira de eliminarmos os sentimentos negativos que por vezes temos acerca de algo tão positivo como a beleza ou o dinheiro, é tomarmos consciência de tudo aquilo que já existe na nossa vida e como isso nos proporciona tanto prazer, divertimento, alegria.

Ser grato pelo que temos e libertarmo-nos do que já não nos interessa permite criar espaço para que possamos receber mais.

Mas sobre libertar o que já não nos serve irei falar mais em breve… Fica a promessa. ;)
E agora, vamos comer e dar graças pela abundância de alimentos maravilhosos que temos na nossa cozinha!

20150128-164303.jpg
Esta receita é para 1 pessoa.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
2 cups/chávenas de espinafre bebé
2 cups/chávenas de água
1 abacate pequeno
1/2 cabeça de funcho
Sumo de 1 limão médio/grande
1 mão cheia de cebolinho
Opcional: rebentos de alfalfa para pôr em cima da sopa

Instruções:
Retirar a casca e o caroço do abacate.
Juntar tudo num processador de comida ou liquidificadora e triturar até ficar bem cremoso e sem pedaços.
Se quiserem, adicionem rebentos ou sementes por cima da sopa para ficar com várias texturas.
Servir e desfrutar!

20150128-164317.jpg
ENGLISH:

Most messages I’ve received lately are from people asking me for sugestions for raw meals so I thought it would be a good time to share one of the raw soups I like to eat for lunch or dinner.

One of the things I love the most about this lifestyle is the simplicity and minimalism it takes to prepare a nourishing and filling meal.
The smoothies are a great example of that and so are huge salads like this one.

You can prepare this soup in 5 minutes and it’s so easy to take with you anywhere you go, in a glass jar for example.

I love using lemons for the reasons I’ve stated here but I also enjoy it’s taste quite a bit!
This soup is delicious, very fresh, so creamy and really lemony!

Another ingredient I chose for this recipe is fennel because it has a very soft but sweet taste and some amazing properties.

Fennel is a natural antacid and improves the digestion, fighting inflammation in the digestive system and allowing our bodies to better absorb nutrients.
It also has the ability to prevent and avoid the creation of gases in the intestines.
It’s useful in improving several health problems such as bronchitis, hypertension or hair loss, among others.
Fennel is a good source of Vitamin C, folic acid, magnesium, cobalt, iron and has anti-bacterial and anti-fungal properties.
Eating this vegetable contributes to maintaining a healthy cardiovascular system, preventing the formation of cancer cells, balancing the hormonal system and even relaxing the body.

20150128-164347.jpg
In addition to this recipe, today I’m also sharing another positive affirmation from Louise Hay’s book I also mentioned in this post.

“There is plenty for everyone, including me.”

A lot of times we stop ourselves from wishing more for our lives because we have this limiting belief that keeps us tied up to the idea of scarcity.

We believe in the scarcity of love, health, success, beauty, joy or even money.

Some people feel like if they want more for themselves than they would be taking away from others and that is just selfish and mean.

And some of us get jealous when we see what we desire manifested in someone else’s life and belief that we’ll never get it because others have it.

But that couldn’t be farther from the truth. All of that exists in an unlimited way and the more we have it, the more it multiplies, not only in our lives but also for everybody around us and so on.
Love generates more love, health generates more health, etc, etc.
And there’s an inexhaustible supply in the world!

When we open both our arms to receive everything that is positive in the world, without any guilt or expectations, we empower others to do the same! Living in abundance allows others to live in the same way!

So, next time we feel a little bit jealous of someone, why not try and say: “that’s great, I’m so glad he/she has all that and I hope he/she will get a lot more. That just proves to me that all that I want exists and is available out there in huge amounts. Now all I have to do is allow myself to receive it too.”
And the second time we say it, let’s try and do it with a big smile, and the next time let’s try to feel a little bit of warmth in our heart, just to make sure we really mean what we’re saying. ;)
And we keep practising…

And another way to help us get rid of negative feelings towards wonderful things like beauty and money, is to become aware of how much we already have right now and how much pleasure, fun and joy it brings us. Being grateful for what we have now and releasing all that doesn’t serve us anymore helps us create space to receive more.

But I’ll write more about releasing what doesn’t serve us anymore in another post…. It’s a promise. ;)

And now, let’s eat and be grateful for the abundance of amazing food in our kitchens!

20150128-164401.jpg
This recipe serves 1 person.

Ingredients:
(Organic, if possible)
2 cups of baby spinach
2 cups of water
1 small avocado
1/2 fennel bulb
Juice from 1 large lemon
1 handful of chives
Optionsl: alfalfa sprouts as topping

Directions:
De-skin and de-seed the avocado. Put everything in a blender or food processor and blend until smooth, without any chunks.
We may top it with sprouts or seeds to add more texture to the soup.
Serve and enjoy!

20150128-164423.jpg


4 Comments

Pasta with pumpkin cream + An affirmation that changes lives ~ Massa com creme de abóbora + Uma afirmação que transforma vidas

20150118-204015.jpg
(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Apesar de hoje em dia eu optar maioritariamente por comida crua, há cerca de uma dúzia de pratos cozinhados que eu gosto muito e que fazemos de vez em quando cá em casa.

São todos deliciosos, veganos, muito nutritivos, com pouca gordura e eu espero conseguir partilhá-los aqui convosco.

Este é um deles, assim como os hambúrgueres de vegetais, as bolinhas de Falafel no forno ou a Quinoa Tailandesa.

Esta receita é inspirada numa deste site e costumamos fazer com esparguete / macarrão / outros tipos de massa (cá em casa usamos sempre massa de arroz ou milho), arroz integral ou até quinoa.

Como já tinha mencionado aqui, os alimentos cozinhados demoram muito mais a ser digeridos do que os alimentos crus, o que me leva a escolher, sempre que possível, comida crua durante o dia, deixando este tipo de refeição para o jantar, quando já não vou fazer esforços físicos. Assim o meu organismo está relaxado e em descanso, podendo ocupar-se única e exclusivamente da digestão, sem problemas.

20150118-204028.jpg
Hoje trago-vos também uma das melhores afirmações com que já me deparei e com a qual tenho trabalhado bastante nos últimos tempos.

É uma frase tão simples mas tão profundamente transformadora:

“Eu aprovo a minha maneira de ser”.
Ou
Eu me aprovo.”
(Mas em português soa mal, por isso prefiro a versão acima)

Parece simples, não é? Nada de mais… Mas experimentem dizê-lo interiormente, sentindo como ressoa no vosso corpo, agora em voz alta, sentindo como vibra na garganta e no vosso espaço envolvente, agora em frente ao espelho, olhando directamente nos vossos próprios olhos.
Para algumas pessoas será fácil, para outras incómodo, para outras ainda será penoso e catalisador de fortes emoções. Quanto maior é a resistência, mais precisamos de praticar.

São tantas as vezes que recebemos opiniões menos simpáticas sobre a nossa pessoa e muitas mais as vezes em que temos pensamentos ou comentários nada positivos sobre nós próprios – alguns conscientemente, muitos mais inconscientemente.

Se tentarmos responder com esta pequenina frase, criamos espaço para um processo de verdadeira metamorfose.
Dez vezes, cem vezes, mil vezes, um milhão de vezes por dia! Se vos parece muito, comecem a tentar contabilizar a quantidade de vezes que repetem opiniões, crenças ou comentários negativos sobre vocês próprios e vão, de certeza, chegar à conclusão que são muitos mais.

Treinar esta afirmação repetidamente, como quem estimula um músculo para que ele se fortaleça, fique forte e tonalizado. Tal e qual como quem repete agachamentos para ficar com uma bunda fabulosa!

E neste exercício não se trata de puxar pelo ego, longe disso, nada disso mesmo. Não é uma questão de fazer comparações entre nós e os outros.
Trata-se simplesmente de aceitação pessoal, algo que muita gente considera inatingível. Mas não é.
E é um obstáculo gigante que se alastra por todas as áreas da nossa vida e que dá problema atrás de problema até finalmente não termos outra escolha se não o enfrentar.

Se ressoar convosco, experimentem fazê-lo durante 21 dias – o período de tempo mínimo necessário para criar um novo hábito.

E se quiserem aprofundar melhor este tema, sugiro que leiam “Ame-se e Cure a Sua Vida” da Louise Hay, o livro onde encontrei esta afirmação e muitas outras. Está recheado de informação muito valiosa e exercícios práticos e simples.

20150118-204104.jpg
Esta receita serve 2 pessoas.

Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
300g de esparguete (macarrão) de milho
2 cups/chávenas de puré de abóbora caseiro
1 cup/chávena e 3 colheres de sopa de água
1/2 cup/chávena de leite de arroz
3 talos de alho francês (alho poró)
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 mão cheia de folhas de salva
3 cups/chávenas de espinafres
Pimenta preta e sal a gosto
(Eu não uso sal na minha comida. Se forem como a maioria das pessoas e estiverem habituados a usar sal, ponham uma pitada).

Instruções:
~ Descascar e cortar a abóbora em pedaços pequenos. Juntar numa panela com água a tapar completamente os pedaços de abóbora e deixar cozer até ficar bem mole. Escorrer a água e triturar a abóbora (num processador ou com varinha mágica) até ficar um puré.

~ Numa panela com água, cozer o esparguete (macarrão) de milho consoante as instruções da embalagem.

~ Entretanto, noutra panela juntar os dentes de alho picados e 3 colheres de sopa de água. Deixar em lume médio até o alho ficar transparente. Depois basta juntar o puré de abóbora, o alho francês cortado em rodelas, a água, o leite, a levedura de cerveja e metade das folhas de salva cortadas. Temperar consoante a preferência.
Deixar em lume médio, mexendo muitas vezes, até o creme engrossar.

~ Quando estiver pronto, apagar o lume e juntar a esta panela o esparguete (macarrão) .
Misturar tudo muito bem, adicionar o resto da salva e os espinafres e servir de seguida.

20150118-204119.jpg
ENGLISH:

Even though I eat mostly raw food nowadays, there are a dozen or so cooked recipes I quite enjoy making every once in a while.

They’re all delicious, vegan, highly nutritious and low in fat and I’m looking forward to sharing all of them with you.

This is one of those recipes, along with the veggie burguers, baked Falafel and Thai Quinoa.

This recipe is inspired by one from this site and we usually make it with corn pasta (spaghetti or other), whole grain rice or even quinoa.

Like I’ve previously mentioned here, cooked food takes a lot longer to digest than raw food, which is why I try to eat only raw meals during the day and leave the cooked options for dinner, when I’m no longer doing any physical activities. This way my body will be totally relaxed and at ease, focusing all my energy in digesting the food with no problem.

20150118-204142.jpg
And today I’m also sharing with you one of the best affirmations I’ve come across with and it’s one I’ve been recently practising.

It’s such a simple sentence but so deeply transformative:

“I approve of myself.”

It sounds easy, huh? No biggie…
But try saying it in your inside voice, noticing how it vibrates in your body, now say it out loud, noticing how it vibrates in your throat and the space around you, now say it looking in the mirror, making eye contact with yourself.

To some it might be easy, to others it will be uncomfortable, it will be painful or it will trigger deep and strong emotions.
The bigger the resistance, the more we need to do it.

There are so many times when we receive less than nice opinions about ourselves and even more times when we have negative thoughts or comments about our own person – consciously or unconsciously.

If we try to reply to that with this little sentence, we make space for a true metamorphosis.
Ten times, one hundred times, one thousand times, one milion times every day! If you think it’s too much, try and count how many times you repeat negative comments, opinions and beliefs about yourself and you’ll notice it’s a lot more than that.

Practice this affirmation just as if you were flexing a muscle, making it strong and toned. Just like when people squat to get a gorgeous butt!

Only this exercise isn’t about pampering the ego, nothing like that, absolutely nothing. It’s not about comparing oneself to someone else. It’s about personal acceptance, which is something a lot of people consider unattainable.

But it isn’t. It’s an obstacle that spreads throughout all areas of our lives, creating one problem after another, until we have no choice but to face it. If this resonates with you, try it for 21 days – the minimum time frame to create a new habit.

And if you wish to learn more about this subject, I strongly advise reading “You can heal your life” buy Louise Hay, the book where I found this affirmation and many others. It has a lot of valuable information and plenty of practical and simple exercises.

20150119-010521.jpg
This recipe serves 2.

Ingredients:
(Organic if possible)
300g of corn pasta
2 cups of homemade pumpkin puree
1 cup and 3 tablespoons of water
1/2 cup of rice milk
3 stalks of french onion
3 garlic cloves
2 tablespoons of nutritional yeast
1 handful of sage leaves
3 cups of spinach
Black pepper and salt to taste.
(I don’t add salt to my food but if you are like the majority of people and use salt everyday, add a pinch).

Directions:
~ Peel off the pumpkin skin and chop it into small pieces. Place it in a pan covered with water and cook it until soft. Remove the water and process the pumpkin in a blender/food processor or (using an immersion blender) until it turns into a soft cream.

~ In another pan with boiling water, add the corn pasta and cook it according to the package instructions.

~ Meanwhile, get another pan and add 3 tablespoons of water and chopped garlic. Cook it until the garlic becomes translucent.
After that, just add the pumpkin cream, chopped french onions, 1 cup of water, milk, nutritional yeast and half of the sage leaves (chopped). Season according to your preference.
Let it cook in medium heat, stirring often, until the cream gets thick.

~ When it’s done, turn of the heat and simply add the pasta to this pan and mix very well. Top with the rest of the chopped sage leaves and the spinach and serve right away.


Leave a comment

You are not alone + Cauliflower rice and avocado salad ~ Não estás sozinh@ + Salada de abacate e arroz de couve flor

20141031-221757.jpg
(Please scroll down for english version)

Na semana passada deixei-vos um textinho sobre coragem rematado com a questão: “o que tem a coragem a ver com comida?”.
Para mim, tudo.

Há sempre muitos amigos (e até desconhecidos) que vêm ter comigo quando decidem mudar os seus hábitos alimentares (e não só) para se tornarem mais saudáveis ou para viverem sem crueldade e um dos grandes problemas com que se deparam é que, de repente, sentem-se sozinhos, incompreendidos, por vezes até ostracizados.

Mudar hábitos como estes significa virar costas a tudo o que se aprendeu e fez durante uma vida inteira, significa ousar ser diferente da família, dos amigos, da maioria da sociedade. Deixar de dar ouvidos a tudo o que nos impingem desde crianças e deixar de fazer algo mesmo que seja “o que toda a gente faz” e substituir isso por seguir o seu próprio instinto, ouvir o corpo e o coração.

Isso, para mim, requer muita coragem. E só quem não passou por isso é que poderá menosprezar essa experiência.

Por isso, mais do que partilhar informação, conselhos ou dicas, eu acabo por dar-lhes um ombro para chorar. Porque às vezes é mesmo isso que uma pessoa precisa.

Muita gente fica com medo de socializar – festas de anos, jantares com amigos, o Natal em família – porque sentem-se como um alvo constante das piadas, julgamentos e críticas dos outros. Por isso, muitos fecham-se em casa e tornam-se solitários, porque acham preferível evitar esse tipo de convívios e celebrações.

Outros continuam a ir mas vão sempre zangados, prontos a reagir a qualquer provocação e acabam por nunca usufruir desses momentos e criam muitos conflitos que podem ter consequências duras nas relações. Isto é mais problemático quando as pessoas que não aceitam o novo “eu” são aquelas que consideramos mais importantes para nós e isso acontece muito.

Quanto mais próximas são as pessoas, mais resistentes podem ser à nossa mudança. Às vezes podem ver isso como uma espécie de traição: “Então tu eras assim desde que eu te conheço e agora mudas e pronto?! Com que direito?! E eu?! Eu não quero mudar e quero que continues igual a mim!”

Não levem a peito as reacções ou comentários das outras pessoas – não é pessoal, acreditem! As pessoas vêem-nos a mudar e reagem à mudança. Resistem, bloqueiam, sentem-se ameaçados. É isso que os faz criticar, dizer mal, etc, etc – é o medo da mudança.

“O novo pode ser perturbador, o novo pode ser indigesto. O novo pode trazer-lhe mais problemas. Terá de mudar e voltar a mudar. E isso parece ser trabalhoso.” Osho (coragem, a alegria de viver perigosamente)

Quando alguém nos ataca, esse ataque normalmente não é por nossa causa, é por causa deles. Nessas alturas lembro-me que eu própria também fui em tempos uma pessoa resistente à mudança. Todos temos processos, ritmos e sensibilidades diferentes e eu sinto que devo respeitar isso. Se o outro não respeita, então o melhor é eu respeitar em dobro. Assim chega para nós dois. ;) E lembro-me sempre desta frase: “o que os outros dizem ou acham de mim não é problema meu, é problema deles.” Não se zanguem, arranjem uma maneira de encontrar paz e sejam felizes por serem corajosos o suficiente para tomarem as vossas próprias decisões.

Se estão a fazer o melhor para a vossa saúde, para o ambiente, para o mundo, encontrem nisso uma fonte inesgotável de felicidade. Mas tenham a certeza que embarcaram nesta nova forma de vida porque ela faz sentido para vocês e não porque querem imitar alguém ou seguir uma moda. Façam o trabalho de casa e estudem o máximo sobre o assunto para estarem seguros do que estão a fazer.

Querem saber o que funciona melhor para mim? Relaxar, desenvolver um sentido de humor apurado, aprender a dizer “não” educadamente e com um sorriso verdadeiro, não perder tempo a dar sermões, não perder tempo a argumentar com quem só quer discutir, perder a vergonha de pedir comida que não está no menu (nos restaurantes) e levar sempre comida comigo para partilhar. É fácil? Não, mas com a prática torna-se uma segunda natureza e tudo começa a correr melhor.

Mas por favor socializem, vão a festas, eventos, convívios porque a vossa presença cheia de saúde, compaixão, alegria e bom humor vai inspirar muito mais pessoas a seguirem o vosso exemplo. Nunca ninguém me inspirou a dar-me sermões paternalistas cheios de fúria, por muita razão que tivessem, mas sou constantemente inspirada por pessoas que pura e simplesmente são abertas aos outros e fiéis a si próprias.

Por vezes não há mesmo maneira de dar volta à questão e a verdade é que isso pode significar libertarmo-nos de algumas relações porque estas chegaram mesmo ao fim. Por muito doloroso que pareça, é para arranjar espaço na nossa vida para novas relações que espelhem esta nossa nova maneira de estar. Encontrar novas pessoas com os mesmos interesses é fundamental e assim vamos criando uma nova tribo com que nos identificamos.
Porque acreditem quando eu vos digo que não estão sozinhos! Longe disso!
Mas primeiro é preciso criar um vazio para poder receber coisas novas.

Estas mudanças radicais podem ser muito confusas e caóticas para algumas pessoas e quando eu me sinto assim, o que me ajuda é voltar ao básico. E para mim isso significa vegetais crus e frutas cruas. Lavados, cortados e pouco mais. Não é preciso artifícios para usufruir destes pequenos milagres da natureza. Daí trazer-vos hoje uma singela e simples saladinha.

Outra coisa que me ajuda a manter a sanidade mental em situações conturbadas são afirmações e aconselho-vos vivamente o livro da Louise Hay “O poder das afirmações
positivas”
(obrigada Isabel!).

Podemos escolher várias afirmações relativas à saúde como:

Mantenho a saúde do meu corpo dando-lhe tudo o que precisa a todos os níveis

Gosto dos alimentos que são melhores para o meu corpo. Amo cada célula do meu corpo

Faço escolhas saudáveis. Eu respeito-me“.

Desafio-vos a escolher uma destas afirmações e repeti-la diariamente durante 28 dias (no mínimo). Quem sabe, algo muda para melhor? ;)
Espero que desfrutem e que se encham de coragem para os próximos capítulos da vossa viagem!

20141031-221837.jpg
Ingredientes:
(Se possível, biológicos)
1/2 alface
3 tomates grandes
1 abacate bem maduro
1 cabeça de couve flor
1/3 cup/chávena (1 mão cheia) de couve roxa
Sumo de lima e pimenta preta a gosto.

20141031-221722.jpg
Instruções:
Cortar a couve flor em floretes pequenos e pô-los num processador de comida, triturando só 2 ou 3 vezes. Se triturarem de mais fica uma pasta e queremos que fique com a consistência de bagos de arroz.
Cortar os restantes ingredientes como preferirem (deixar o abacate para último para não oxidar) e juntá-los todos numa taça grande.
Eu coloquei primeiro as folhas de alface, depois juntei o arroz de couve flor no centro da taça. Os tomates ficaram à volta da couve flor, com a couve roxa por cima deles. No fim, juntei o abacate cortado em pedaços finos e compridos.
Espremi meio limãozinho por cima da salada e salpiquei com pimenta preta.
Misturar tudo muito bem com uma colher e comer de seguida senão o abacate pode ficar escuro.

20141031-221740.jpg

20141031-221815.jpg
English:

Last week I left you a little text on courage that ended with the question: “what does courage have to do with food?”
To me, everything.

There’s always a lot of friends (and strangers) that come to me when they decide to change their eating habits (and other habits) to become more healthy or to live a cruelty-free life. One of the biggest problems they usually encounter is that, all of a sudden, they feel lonely, misunderstood and even ostracized.

Changing such habits could mean to say goodbye to everything you have known and done in your entire life, it means being different from your family, friends and the majority of society.

It means to stop listening to everything you have been bombarded with since you were a baby, to stop acting in a certain way even if “it’s what everybody does” and to really start to tune in with your body and your heart and to follow your instinct. To me, that takes a lot of courage. And only someone that hasn’t been through that process could dismiss it.

So, sometimes, more than information, tips or advice I just give them a shoulder to cry on. Because there are times when that’s the only thing a person needs.

A lot of people start fearing social events – birthday parties, dinner with friends, the holidays with the family – because they feel like the constant target for other people’s jokes, criticism or judgments. So they choose to stay home alone instead of mingling or celebrating with their loved ones.

Others do socialize but end up getting angry at every gathering, always ready to react to any provocation. They don’t enjoy the event and sometimes fight so much that relationships start falling apart.
This is even a bigger problem when the people that don’t accept the new you are actually the closest people you have. And that happens quite a bit.

The closest someone is to us, the more he/she can resist our change. Sometimes they can even see it as a betrayal: “you were like that every since I met you and one you change? Just like that?! What about me?! I don’t want to change and I want you to stay the same!”

Don’t take other people’s comments or reactions personally – it’s not personal, trust me! People see you change and they react to change. They resist, get blocked, feel threatened. That’s why they criticize, make fun and so on – it’s the fear of change.

“The new may be disturbing, the new may be such that it cannot be digestible. The new may bring some trouble. You will have to shift and reshift yourself. That seems arduous.” Osho (Courage, the joy of living dangerously)

When someone attacks us, the need to attack usually isn’t about us, it’s about them. At moments like that I remind myself that I too was once someone resistent to change.

Everybody has a different process, rythm and sensibility and I feel like I should respect that. If the other person doesn’t respect it, then maybe I should respect it double as much. That way it’s enough for both of us. ;) And I always keep this idea in mind: “what other people think or say about me, is their problem and not mine”.

Don’t get upset, just find a way to make peace with it and be happy for being brave enough to make your own decisions. You are doing what’s best for you, the environment, the planet and that should be a neverending source of true happiness.

But first make sure you have embarked in this journey because it makes sense to you and not because you want to be like someone else or follow some trend. Do your homework and study as much as you can in order to be confident of what you’re doing.

Do you want to know how I make it work for me? Relax, develop a keen sense of humour, learn how to politely say “no” with a true smile, don’t waste your time preaching, don’t waste your time trying to reason with people that only want to fight, stop being ashamed of ordering food that isn’t on the menu (at restaurants) and always bring food with you for sharing. Is it easy? No, but with time and practice it becomes second nature and things start going much more smoothly.

But please socialize, go out to parties, events, get-togethers because your unique presence bursting with joy, health, compassion and good mood will inspire a lot more people to follow in your example. I have never felt inspired by someone arguing in a patronizing and angry way (even if what they were saying was absolytely right) but I have been inspired over and over by people who are completely open to others and true to themselves.

Sometimes you may find that there really is no way around it and that could mean putting an end to certain relationships. You must set yourself free from some people in order to make space for new relationships in your life, as hard as that may sound. You need that space to find new people with whom you’ll share your new found lifestyle. Finding those people you can relate to is fundamental and that’s how we create a tribe. Trust me when I say that you are not alone. Most definitely not alone! But first you may need to create space to wellcome new people in your life.

This chaotic changes may be hard to deal with and when I feel like that, it helps me to get back to basics. And to me, that means raw veggies and fruit. Wash, chop, eat. That’s it. You don’t need a lot of razzle dazzle to enjoy nature’s little miracules. That’s what today I’m bringing you this simple salad recipe.

Another thing that has helped me a lot is positive affirmations. I Love Louise Hay’s book “The power of positive thinking” (thank you Isabel!) where you can choose different affirmations about health like:

I return my body to optimal health by giving it what it needs on every level

“I enjoy the foods that are best for my body. I love every cell of my body

“I make healthy choices. I respect myself”.

I challenge you to pick one affirmation and repeat it daily for 28 days (at least). Maybe something will change? ;)
I hope you enjoy it and recharge yourself with courage for the next episodes of your journey!

20141031-221919.jpg
Ingredients:
(Organic if possible)
1/2 lettuce
3 large tomatoes
1 ripe avocado
1 cauliflower head
1/3 cup (1 handful) purple cabbage
Lime juice and black pepper to taste.

20141031-221859.jpg
Directions:
Chop the cauliflower into small florets and place it in a food processor. Process only a couple of times or it will become a paste. We want it to get the consistency of rice.
Chop the remaining ingredients (leave the avocado for last so it won’t oxidize) and put everything in a large bowl. I placed the lettuce leaves first, then the cauliflower rice on top, right in the middle. Then I placed the tomatoes around the cauliflower with the purple cabbage on top of the tomatoes. I finished it with long pieces of avocado right on top of everything. I squeezed half of a little lemon and added a pinch of black pepper. Mix everything really well and eat it right away or the avocado may start to get dark.

20141031-221937.jpg