The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães


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Bolinhas cruas de alfarroba para crianças (vegan e sem glúten) ~ Raw carob balls for kids (vegan and gluten-free)

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

As crianças são os melhores professores! Mostram-nos que o mais importante é estar presente e atento, com olhos bem cheios de curiosidade e um coração que consiga expandir até ao tamanho de mil abraços. Eles mostram-nos que o importante é o conteúdo e não a aparência! Simplificar e ser honesto!
Por isso é que o meu post de hoje vai ser bem simples, curtinho e directo. Porque preciso de tempo para fazer uma coisa super importante… brincar!!

Nem vou andar aqui a stressar toda negativa por não ter fotos super bonitinhas para este post, nem pensar! Nem um bocadinho… (vá lá, tu consegues Catarina, respira, respira fundo, mais umas vez, ok mais três vezes… envia Reiki para esses pensamentos… e pronto, já está! Linda menina! Viste? Foi facílimo!) ;) ;) ;)

Fiz estas bolinhas para um pic nic de aniversário de um menino de 4 anos. Queria levar um docinho que toda a gente pudesse comer. Usei alfarroba porque o cacau é um estimulante muito forte para as crianças pequeninas e escolhi aveia porque todos eles consomem regularmente. O resultado foram estas bolinhas deliciosas e bem durinhas para que não se desfaçam nas mãos dos piolhinhos. Foram um sucesso! Super gostosas e muito saudáveis!

Na próxima vez que tiverem um lanchinho com amigos, levem estas trufas e vão ver os sorrisos que recebem logo após a primeira dentada!

Ingredientes:
(se possível, biológicos)
1 e 1/2 cups/chávenas de tâmaras deglet noor
1 cup/chávena de côco ralado
2/3 cup/chávena de flocos de aveia sem glúten
1/2 cup/chávena de cajus* (previamente demolhados)
1/4 cup/chávena de alfarroba em pó
1/2 colher de sopa com canela em pó
1/2 colher de chá com baunilha em pó

* se houver alguém alérgico a cajus, podem ser substituídos por sementes de cânhamo ou amêndoas

Instruções:
~ juntar a aveia, cajus e côco num processador de comida e triturar até ficar em pedaços bem pequeninos
~ tirar os caroços das tâmaras
~ adicionar todos os outros ingredientes ao processador e triturar tudo junto até ficar uma pasta pegajosa que se cola às paredes do processador
~ deitar essa pasta para dentro de uma taça e usar as mãos para fazer bolinhas do tamanho que desejar
~ se quiser pode rolar as bolinhas em mais côco ralado para ficarem mais bonitinhas
~ deixar no frigorífico durante cerca de 15 minutos para enrijecerem e estão prontas para comer

Esta receita deu 22 bolas grandes

trufasENGLISH:

Children are the best teachers!

They show us that the most important thing is to be present and aware, with eyes wide open full of curiosity and a heart that can expand to the size of a million hugs. They show us that the important thing is the content and not the appearance. Keeping it simple and keeping it real!
That’s why this blog post is going to be simple, short and very straight to the point. Because I need to spend my time doing some really important stuff today… like playing!!
So I’m not even going to te anxious and negative about not having some fancy photos for this post. Nop, not even a little bit… (just breathe Catarina, deep long breathing, let it go, let it go, send some Reiki to those thoughts and feelings… there you go, good girl! See? Piece of cake!) ;) ;) ;)

I made these raw balls for a birthday picnic of a 4 year old boy. I wanted to make a little treat that everyone would enjoy. I used carob because cacao is too much of a stimulant for young children and I used oats because all of them eat them on a regular basis. The result was these delicious balls that are a bit hard so they don’t melt on the hands of the little ones. They were a big success! Super yummy and very healthy!

Next time you have a get together, take some of these with you and see everyone’s smiles after the fist bite!

Ingredients:
(Organic, if possible)
1 and 1/2 cups of dates (deglet noor)
1 cup of desiccated coconut
2/3 cup of gluten-free oats
1/2 cup of cashews* (previously soaked)
1/4 cup of carob powder
1/2 tablespoon of cinnamon powder
1/2 teaspoon of vanilla powder

*If allergic to cases you may substitute them for hemp seeds or almonds

Directions:
~ place the coconut, oats and cashews in a food processor and process until it reaches almost a flour like consistency
~ remove the pits from the dates
~ add all remaining ingredients to the food processor and process everything together until you get a very sticky paste that sticks to the sides of your processor
~ put this paste inside a big bowl and use your hands to make balls – whatever side you prefer
~ you may roll the balls with coconut so they look a bit fancier
~ put the balls in the fridge for about 15 minutes so the harden up

This recipe gave me about 22 large balls

 


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Sorvetes de manga cobertos de cacau ~ Cacao covered mango popsicles

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Eu não sou o meu corpo. Eu sou uma alma.

Isso já eu consegui aprender (ou recordar) há já algum tempo.

Mas este corpo é o veículo que escolhi para a minha alma, permitindo-me viver esta vida aqui. Por isso acredito que tenho a responsabilidade e o privilégio de tomar bem conta dele.

Sempre que me alimento é uma escolha que faço ~ apreciar, honrar e respeitar este corpo que tenho… ou não. Escolho a primeira opção e nunca sinto que fico a perder. A comida saudável é tão saborosa como eu quiser.

Para mim, experienciar o lado material do mundo com todos os meus sentidos é uma prática tão espiritual como meditar. E vejo na fruta um belo símbolo da abundância que existe neste nosso mundo.

Este verão tenho andado a desfrutar de sorvetes caseiros feitos com sumo de fruta. Por isso hoje trago-vos uma das receitas que mais gostei, até agora.
Desfrutem!

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Ingredientes:
1 garrafinha de 250 ml do sumo de manga, maçã e banana da Sonatural
1/2 colher de xarope de ácer (maple syrup)
para a cobertura de cacau:
1/2 chávena (60g) de manteiga de cacau (usei Iswari)
2 colheres de sopa de xarope de ácer (maple syrup)
1 e 1/2 colheres de sopa com cacau em pó ((usei Iswari)

Instruções:
~ adiciona o xarope de ácer ao sumo e mistura bem. Enche 4 moldes pequenos de sorvetes
~ coloca no congelador durante cerca de 3 ou 4 horas
~ quando estiver bem congelado, começa a preparar a cobertura
~ põe a manteiga de cacau numa taça e derrete-a usando a técnica de banho maria
~ quando estiver completamente líquida, junta os outros ingredientes e mistura muito bem
~ agora podes tirara os sorvetes do congelador. passa-os por baixo da torneira com água a correr para ser mais fácil de tirar os sorvetes dos moldes
~ deixa a cobertura de cacau arrefecer um pouco e depois usa uma colher de sopa para deitares a cobertura por cima de cada um dos sorvetes. Se a taça for funda, podes mergulhar os sorvetes na cobertura
~ deixa secar durante um minutinho e estão prontos para comer!

(O sumo que usei foi oferecido pela Sonatural e o cacau foi oferecido pela Iswari)

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ENGLISH:

I am not my body. I am a soul.

That much I’ve learned (or remembered) quite some time ago.

But this body is my chosen vessel for my soul, allowing me to live this live right here. So I believe it’s my duty and privilege to take good care of it.

Every time I eat something it’s a choice I make ~ to appreciate, honor and respect this body that I have… or not.
I choose the first one and I never feel like I’m settling for less. Healthy food is delicious, just as much as you want it to be.

To me, experiencing the material world with all my senses is just as spiritual as meditating.
And l look at fruit as a great reminder of the abundance of this world we live in.

This summer I’ve been enjoying a lot of homemade fruit popsicles that I make with fruit juice. So today I’m sharing one of my favourite recipes so far.

Enjoy!

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Ingredients:
1 small bottle of Sonatural juice – Mango, apple, banana (250 ml)
1/2 tablespoon of maple syrup
for the cacao coating:
1/2 cup (60g) of cacao butter (I used Iswari)
1 and 1/2 tablespoons of cacao powder (I used Iswari)
2 tablespoons of maple syrup

Directions:
~ add the maple syrup to the juice and mix week. Pour it in 4 small popsicle molds.
~ let it freeze for about 3 or 4 hours
~ when it’s firmly frozen, start preparing the coating.
~ use a small bowl and melt the cacao butter using the water bath technique
~ when it’s completely liquid, add the rest of the ingredients and mix really well
~ now take the popsicles out of the freezer and place them under running water for a little bit so it’s easier to take them out of the molds
~ let the coating mixture cool down just a little bit and then use a spoon to cover the popsicles with it. You may also dip the whole popsicle in the bowl, if its deep enough
~ let it dry for just a minute and it’s ready to eat!

(The juice I used was offered by Sonatural and the cacao was offered by Iswari.)


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19 receitas veganas tradicionais para quem está em transição

Hoje escrevo só em português porque o post é exactamente para portugueses que estejam em fase de transição, dando os primeiros passos numa alimentação vegana.

Na outra semana um rapazinho bem novinho (cerca de 11 anos) que mora no meu prédio foi pedir á minha mãe receitas veganas. Contou que aprendeu com uma professora na escola que comer animais faz mal á saúde e ao ambiente. E o pequenito decidiu deixar de comer animais! Primeiro tenho que dar os parabéns a esta e a todas as professoras que inspiram e incentivam os alunos. Isto só me mostra como a nossa atitude, a nossa voz e a nossa dedicação têm o poder de mudar o mundo, por muito que nos sintamos pequenos ou isolados!

Bem-haja, professora!

Depois, claro que fui à procura de receitas para inspirar o menino e a sua mãe (apesar de ele estar determinado em cozinhar sozinho, caso a mãe não esteja com muita vontade de colaborar). Pensei que o ideal seriam receitas que fossem tradicionais, com ingredientes, texturas e sabores familiares. Sendo assim, fiz uma pesquisa online e foquei-me mais em pratos principais tipicamente portugueses ou bastante populares no nosso país.

Lembrei-me que, tal  como este menino, poderá haver mais pessoas nesta situação de transição e achei por bem partilhar aqui as receitas que lhe enviei. Quem me conhece sabe que não é o tipo de receitas que eu faço para mim, mas são uma óptima opção para muita gente cuja intenção seja, única e exclusivamente, a de deixar de comer animais.

Deixo só um pequeno reparo – o azeite não deve ser usado para cozinhar porque tem um ponto de fervura baixo e, quando se ultrapassa esse ponto, ou seja, quando o azeite começa a fazer bolhinhas ou a evaporar, torna-se cancerígeno. O óleo que aguenta melhor as altas temperaturas é o óleo de côco, por isso é o único óleo saudável para cozinhar.

Pronto, já disse o que achava mesmo essencial, por isso deixo-vos a lista das receitinhas que encontrei. Inspirem-se!

IMG_0042(foto de Compassionate Cuisine)

Pratos principais

IMG_0043         (foto de Made by choices)

Sobremesas 

Pequeno almoço / lanches

IMG_0045.JPG(foto de Just Natural Please)


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Meditação para enraizamento ~ Meditation for grounding

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Quem me conhece já me deve ter ouvido falar de enraizamento. É algo que nos beneficia imenso e que é super natural e normal. Pode parecer algo meio esotérico mas está longe disso.
Quando andamos stressados, assoberbados com emoções ou pensamentos, deprimidos por pensar demasiado no passado ou ansiosos por tentar controlar o futuro – quando estamos num estado deste género – temos tendência para perdermos a ligação com o nosso corpo e com o aqui e agora. É como se perdêssemos a nossa âncora e começássemos a andar á deriva.

De repente entramos em piloto automático e chegamos ao fim do dia com a sensação que foi uma correria mas nem nos lembramos bem do que se passou.

Parece que andámos o dia todo a flutuar algures sem saber muito bem como. Guiamos sem nos lembrarmos do caminho que percorremos, reagimos sem ter consciência do que nos provoca, comemos 1 quilo de pipocas sem sequer dar por nada, tropeçamos, deixamos cair coisas das mãos, etc. São muitas as maneiras em que este estado energético se manifesta no nosso dia a dia. Quanto mais sensível a pessoa, maior a tendência para isto acontecer.
Enraizar ajuda-nos a fortalecer a ligação que temos com o nosso corpo, o nosso veículo físico, e ajuda-nos a estar completamente presente no momento. Aqui e agora. Ajuda-nos a trazer a nossa atenção plena para o que se passa no nosso corpo, o que estamos a pensar e a sentir. E a partir daí tudo se cria e se desenvolve de uma maneira muito mais calma, atenta, intencional e até mais produtiva.

Uma das melhores maneiras de enraizar é passar tempo na natureza, se possível de pés descalços. Andar ou deitar na relva e na areia, tocar em flores, árvores, mexer na terra, apanhar sol, etc.

Quando não é possível sair de casa, uma das técnicas para enraizar é praticar este tipo de meditação:

Sentada, de olhos fechados, de costas direitas e pés bem colados ao chão.
Respiração lenta e profunda, sempre feita pelo nariz. Podes colocar as mão junto ao umbigo para te ajudar a respirar para a barriga.
Inspira, a barriga aumenta como um balão, expira e a barriga encolhe. (Quando meditamos devemos sempre praticar uma meditação abdominal e não uma respiração superficial que fica só no peito. Esse tipo de respiração aumenta as tensões.)

Após algumas respirações, começa por sentir bem as palmas dos pés no chão. Sente como é o chão debaixo dos pés e se tens os palmas completamente coladas ao chão. Sente a textura, a temperatura, etc.
Depois imagina que estás dentro de uma árvore – o teu corpo é o tronco da árvore, que vem desde os pés até lá ao alto, por cima da tua cabeça. Quanto mais usares a imaginação, melhor. Imagina como é o tronco – a cor, a textura, se é largo, fino, comprido ou curto. Imagina os ramos por cima da tua cabeça com as folhas, as flores ou frutos.
Percorre todo o tronco e chegas novamente aos pés, onde começam as raízes da árvore. Imagina as tuas raízes que nascem nos teus pés e vão descendo pela terra, camada por camada, onde bebem água e recebem a nutrição de que precisam. As raízes continuam a ir por aí abaixo, furando a terra e percorrendo metros e quilómetros até chegarem ao centro da terra, onde há uma bola de fogo como se fosse um sol. As tuas raízes ligam-se a essa bola. Sente essa energia a emanar do centro da terra, vê a cor dessa bola. Deixa que essa energia e essa cor comecem a subir pelas tuas raízes a pouco e pouco até chegar aos teus pés. E sente nos teus pés essa energia.
Agora deixa que ela continue a subir pelas pernas, joelhos, ancas, barriga, pulmões, costas, coração, braços e cabeça. Vê e sente todo o teu corpo coberto por essa cor e essa energia. Podes ficar aqui o tempo que desejares.
Respira fundo mais umas vezes e, quando quiseres, abre os olhos.

Esta meditação pode ser feita num instantinho ou pode ser longa, como quiseres ou precisares. Podes fazer em 2 minutinhos, na casa de banho do escritório, antes de uma reunião, por ex. Espero que gostes e que te seja útil. Beijinhos e boa semana!

grounding

ENGLISH:

If you know me It’s quite possible you’ve heard me talk about grounding. It’s something that really benefits everyone and it’s very normal and natural. It may sound a bit esoteric but I assure you it’s not.

When we’re stressed out, overwhelmed with emotions or thoughts, depressed for thinking too much about the past or anxious for trying to control the future – when we are in such a state – we have the tendency to lose the connection with our body and with being right here right now. It’s like loosing your anchor and starting to float adrift. All of a sudden, we are operating from an auto pilot mode and we get to the end of the day with the feeling that we’ve been running around all day but and can’t quite recall exactly what we did. It’s like we’ve been floating around somewhere without even realising it.

We drive without remembering the roads we passed by, we react without being aware of what is triggering us, we stumble and trip, stuff keeps falling from our hands, we eat 1 pound of popcorn without even noticing it and so on. There are many ways in which this energetic state manifests itself in our body and our daily life. The more sensitive a person is, the more it will happen.

Grounding helps us to strengthen the connection we have with our body, our physical vessel, helping us to be completely present in the moment. Here and now. It helps us bring our full awareness and attention to what’s going on with our body, what we are thinking and feeling. And from that point on everything unfolds in a much peaceful, focused, intentional and even productive fashion.

One of the best ways to ground yourself is to spend time in nature, barefoot if possible. Walking or lying on the grass, touching and smelling flowers, trees, getting your hands dirty with soil, sunbathing and so on.

When it’s not possible to go outside, one of the best techniques to use is this type of meditation: 

Sitting down, eyes closed, with your back straight and feet firmly planted on the ground. Breathe slowly and deeply, always through your nose. You may place your hands on your navel, to help you breathe to your belly. Inhale, the belly expands like a ballon, exhale and the belly shrinks. (when we meditate we should practice abdominal breathing instead of shallow breathing only in the chest. That type of breathing creates even more tension)

After breathing for a few times, bring your attention to your feet. How it feels to touch the ground, how your feet are planted, what is the texture of the floor, the temperature and so on.
Then imagine you are inside a tree – your body is the trunk, from your feet all the way up, above your head. The more you use your imagination, the better. Imagine how the trunk looks like – the colour, the texture, if it’s thin or wide, short or tall. Imagine the branches above your head with the leaves, flowers or even fruit.

And now go all the way to your feet again, where your roots start growing on your feet and go all the way into the earth, bit by bit, layer after layer, mile after mile. The roots drink water and receive nutrition through the soil. Keep following your roots deeper and deeper to the center of the earth, where there is a big ball of fire just like the sun. Your roots touch that ball and connect with it. Feel that energy coming from the center of the earth, see the colour of that ball.

Let that energy come up slowly through your roots, until it reaches your feet. feel that energy in your feet. And now allow the energy to come up through your legas, knees, hips, belly, back, lungs, heart, arms and head. Feel that energy and see that colour all over your body. You may stay here as long as you want.
And after a few more times breathing slowly, when you want, open your eyes.

This meditation can be done in just a few of minutes or you can take a lot longer, depending on what you need or want. You can do it in a couple of minutes before a meeting, in the bathroom of your office, for example.
I hope you enjoy it and I hope it’s useful! Have a great week!


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Como fazer uma taça de batido (cru, vegan) ~ How to make a smoothie bowl (raw, vegan)

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Ultimamente tenho partilhado muito no Instagram as fotos das minhas taças de batido e lembrei-me de explicar aqui com mais detalhe para que possam ver como é fácil preparar uma refeição como esta.

Faço pelo menos 1 vez por dia e desenvolvi um método bastante simples porque não gosto de gastar muito tempo a preparar o que vou comer.

Base:

A base para as minhas taças de batido são bananas congeladas porque este é o meu combustível preferido. Não vale a pena ter medo das bananas porque não criam prisão de ventre nem engordam, ao contrário do que acreditei quase a vida toda (mais info sobre isso aqui). As bananas dão-me imensa vitalidade de um modo sustentado e calmo. Eu prefiro congeladas porque fica mais cremoso e com um sabor bem mais suave. Tenho sempre várias caixas no congelador com bananas – podem ver aqui como faço, passa o passo.

E depois adiciono apenas mais uma outra fruta diferente, consoante o que houver em casa. Também dá para juntar um vegetal (espinafres, couve, beterraba, etc) mas eu tenho andado a preferir guardar os vegetais para outras refeições.

Costumo juntar só um bocadinho de água ou água de côco. Cerca de 1/2 cup/chávena ou menos, se possível. Mas se preferirem, também podem usar leites vegetais, desde que não tenham sabores ou açúcar adicionado.

Nutrição extra:

Eu gosto de começar o dia com superalimentos porque me ajudam a lidar com o stress, são um bom suporte para o sistema hormonal e sistema imunitário e até dão mais energia. Costumo usar só 1 ou 2 de cada vez.

Os meus preferidos neste momento são a ashwaganda em pó, cogumelos reishi, erva de cevada e spirulina. (para saber mais sobre cada um, basta clickar no nome). Também gosto de juntar melaço de cana mas ponho só em cima do batido porque senão a liquidificadora fica toda colada.

Gordura boa:

Quando sinto que preciso de um pouco mais de gordura nesta refeição, junto sementes de cânhamo ou frutos secos (oleaginosas) previamente demolhados. Também dão mais textura ao batido e gosto de trincar os pedacinhos mais duros. Também podem usar côco ralado, por exemplo. Podem juntar estes ingredientes quando trituram a base ou podem polvilhar por cima do batido.

Decoração:

Podem utilizar pedaços de fruta fresca, amoras brancas secas, granola ou as sementes e  oleaginosas que já mencionei.

Preparação:

Basta pôr os ingredientes para a base (e superalimento que quiserem)  numa liquidificadora  ou robot de cozinha e triturar tudo até ficar bem cremoso, sem pedaços. Depois é só deitar numa taça grande e polvilhar com os ingredientes que quiserem usar para a decoração. Comer com colher e desfrutar muito!

Deixo aqui alguns exemplos de taças de batido bem simples para que se possam inspirar. Adaptem as quantidades às vossas necessidades físicas e nutricionais.

Base: 3 bananas congeladas, 1 chávena de amoras, 1 colher de chá de reishi em pó, 1/2 chávena de água. Em cima: sementes de cânhamo, bagas goji.IMG_9157Base: 3 bananas congeladas, 2 maçãs, 1 colher de chá de spirulina, 1/2 chávena de água. Em cima: mais maçã fatiada, amêndoas (demolhadas) e sementes de cânhamo.IMG_8880Base: 3 bananas congeladas, 1 manga pequena, 1 colher de chá de ashwaganda, 1 colher de chá de erva de cevada. Em cima: amêndoas (demolhadas), sementes de cânhamo e melaço de cana. IMG_9232Base: 4 bananas congeladas, 2 chávenas de morangos, 1 colher de maca em pó, 1/2 chávena de água. Em cima: amêndoas (demolhadas), goji e sementes de cãnhamo.IMG_8821Base: 3 bananas congeladas, 1 chávena de mirtilos, 1 colher de chá de ashwaganda em pó, 1 colher de chá de reishi, 1/2 chávena de água de côco. Em cima: mais mirtilos, sementes de cânhamo e bagas goji.FullSizeRender-3

ENGLISH:

Lately I’ve been sharing a lot of photos of my smoothie bowls on Instagram, I thought I could explain with a bit more detail how I prepare them so you can see how easy it is to have a meal like this.

I have a smoothie bowl almost once a day and I have a very simple method because I don’t like to spend a lot of time preparing my meals.

Base:

The base for my smoothie bowls is frozen bananas because it’s my favourite fuel. There’s no need to be afraid of bananas because they don’t make you fat or cause constipation, like I believed for so many years (more info on that here). Bananas give me a lot of vitality in a very calm and sustained way.  I choose to freeze them because the smoothies turn out a lot creamier and the flavour is a lot softer like this. I always have several boxes of frozen bananas in my freezer. You can see how I do it right here.

And then I just add one more type of fruit, depending on what is available at my house that day. You can also add some vegetables (spinach, kale, beet, etc) but lately I prefer to save my veggies for other meals.

I use water or coconut water and just a little bit – about 1/2 cup or less. You may also use plant based milk, but make sure it doesn’t have any added sugar or flavours.

Extra nutrition:

I like to start my day with super foods because it helps me to deal with stress, boosts my hormonal and immune systems and can even give me more energy. I usually add 1 or 2 at once. My current favourites are ashwaganda, reishi mushrooms, barley grass and spirulina.  (To learn more about each one, just click on its name). I also like to add blackstrap molasses but I wait and only add it on top of the smoothie bowl, otherwise my blender gets really sticky.

Good fat:

When I feel like I could use an extra bit of good fat with my meal, I simply add nuts or seeds (previously soaked). It also gives more texture to the smoothie and I enjoy biting the tiny pieces. You an also use shredded coconut, for example. You may add these ingredientes as toppings or you may blend them with the base.

Toppings:

Just add more fresh fruit, dried mulberries, granola or the nuts and seeds I’ve mentioned before.

Directions:

Put all your ingredients for the base (and superfoods if using any) in a blender or food processor and blend until it reaches a creamy consistency. Pour the smoothie into a large bowl and add your chosen toppings. Eat with a spoon and enjoy!

I’ll just leave you here with a few suggestions to get you inspired. Please adjust the sizes according to your needs.

Base: 3 frozen bananas, 1 cup of berries, 1 teaspoon of reishi powder, 1/2 cup of water. Toppings: goji and hemp seedsIMG_9157Base: 3 frozen bananas, 2 apples, 1 teaspoon of spirulina, 1/2 cup of water. Toppings: sliced apple, soaked almonds and hemp seeds IMG_8880Base: 3 frozen bananas, 1 small mango, 1 teaspoon of ashwaganda, 1 teaspoon of barley grass. Toppings: soaked almonds, blackstrap molasses, hemp seedsIMG_9232Base: 4 frozen bananas, 2 cups of stawberries, 1 teaspoon of maca powder, 1/2 cup of water. toppings: soaked almonds, goji berries, hemp seedsIMG_8821Base: 3 frozen bananas, 1 cup of blueberries, 1 teaspoon of ashwaganda, 1 teaspoon of reishi, 1/2 cup of coconut water. Toppings: more blueberries, goji berries and hemp seedsFullSizeRender-3


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Poder pessoal… Quem se senta no meu trono? ~ Personal Power… who sits on my throne?

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Quem se senta no meu trono?

É o que pergunto a mim mesma quando sinto que estou prestes a zangar-me com alguém. Naquele momento em que estou quase a aceitar a provocação para a discussão, para a zanga, para me irritar com alguém.
Esta imagem ficou-me gravada na mente ~ um trono de poder pessoal. É sólido, dourado, simples e humilde. Foi o que vi numa das primeiras vezes que fiz reiki a outra pessoa. Uma pessoa perfeccionista e com tendência para se zangar por tudo e por nada.

E ali no seu plexo solar, o chakra do poder pessoal, eu via o seu trono. Este chakra é um portal de energia que todos temos na zona do estômago, fígado e pâncreas, mesmo por baixo dos pulmões. É o nosso guarda costas energético porque quando está forte protege-nos de sermos “contagiados” com a energia menos positiva dos outros. É de onde vem a força para impôr limites e exigir respeito. Onde reside a capacidade de nos pormos em primeiro lugar e de termos auto estima e confiança em nós mesmos. E a cor que representa esta energia é o amarelo como um sol, mas há que nutri-lo para que não se eclipse completamente.
E ali, bem lá no centro, vi um trono. Um trono que ficava vazio, sem rainha, sempre que esta se zangava com alguém ou com alguma coisa. Um trono que ficava abandonado, à mercê de quem o quisesse ocupar, sempre que ela se punha a discutir com o outro ou se irritava com algo. Nesse momento, ela entregava de bandeja o seu poder pessoal a quem a enervava, quem a provocava, quem a deixava zangada. Ela discutia por achar que era senhora da razão, mas quanto mais se consumia com a raiva, a cólera, a ansiedade, mais convidava o outro para tomar posse do seu trono abandonado.
Entregamos o nosso poder a muita gente e acreditamos que a fonte deste poder está no exterior, quando o nosso poder vem de dentro e não de fora.
Ficou-me gravada a imagem de tal forma que agora a vejo em todos e em mim. Por isso, quando me sinto puxada para fora do meu centro, para fora da minha paz, para longe das raízes que me sustentam interiormente… pergunto: quem se senta no meu trono?
E sei que é altura de recuperar o meu poder.

E isto não significa ignorar, entrar em negação ou fingir que o problema não existe. Significa trazer para o consciente o que me domina inconscientemente. Identificar o gatilho, o que provoca a reacção emocional, sem deixar que ela me consuma. Analisar as cassetes que se accionam e repetem naquele instante, trazer atenção plena para o que se passa comigo fisicamente, emocionalmente e psicologicamente. Tirar-lhe a carga energética que sempre teve, libertar-me da tensão, medo ou culpa para conseguir interpretar este problema como uma nova hipótese para desconstruir o padrão negativo e evitar que este se propague por toda a vida. Afinal, é mais um convite para crescer, mais um teste para pôr em prática o que tenho aprendido.

E como faço isso? Mãos no estômago, olhos fechados, respiração profunda e lenta, enviando o ar para o meu sol, acalmando até sentir que estou a salvo e estou protegida. A energia fala connosco, mas precisamos de paz e silêncio para a ouvir. Se não sabemos como, basta começar um diálogo e ela responderá…. Quem se senta no meu trono?

Foto de / photo by Sean Scott

plexo solar

ENGLISH:

Who sits on my throne?

That’s what I ask myself whenever I feel like I’m about to get angry at someone. In that moment, when I’m about to buy into the provocation to get into a fight, an argument, to get upset with someone.

That image is engraved in my head ~ a throne of personal power. It’s solid, gold, simple and humble. That’s what I saw during one of the first reiki treatments I did to someone else. It was a perfectionist with a tendency to get angry at the slightest problem. And right there on her solar plexus chakra, the chakra of personal power, I saw her throne. This chakra is a portal of energy we all have right on the area of our stomach, liver and pancreas, underneath the rib cage. It’s our energy bodyguard because when it’s strong it protects us from “contaminated” by other people’s not so positive energy. It’s the source of the power to put up boundaries and demand respect. Where our ability to put ourself first resides and the power to fuel self esteem and self trust. And the color that represents this energy is yellow, like a sun, but one must nurture it against total eclipses.

And right there, right in the center, I saw a throne. A throne that became empty, without the queen, every time she got mad at someone or something. A throne left abandoned, at the mercy of anyone willing to take it, every single time she started arguing with someone or got upset with something. In that moment, she surrendered her personal power to whomever was aggravating her, to whomever was pushing her buttons. She argued because she thought she was right, but the more she was fuelled by angrier, rage, anxiety, the more she was inviting the other person to sit on her abandoned throne.

We give away our personal power to lots of people and we believe the source go this power is outside of us. But our power comes from within an not around us.

This image was so strong that now I see it in everyone, including myself. So, whenever I feel pulled away from my center, away from my peace or away from the roots that support me from within… I ask myself: who is sitting on my throne?

And that’s when I know I have to win it back.

And by this it doesn’t mean to ignore or deny there is a problem. It means to bring to the surface, the conscious level, what is dominating me at an unconscious level. To identify the trigger, what is provoking such an emotional response, without letting myself burn in its flames. To analyse the mind tapes that start playing at that moment, to bring full awareness and be mindful of what is happening at a physical, emotional and psychological level. It means to remove the energy charge it has always had, release the tension, guilt or fear so I can read this problem with new eyes and get another chance at stopping it to repeat itself forever and ever. After all, it’s just one more invitation to grow, another test to see how much I’ve learned so far.

And how do I do this? Hands on top of my stomach, eyes closed, deep and slow breathing, sending the air right to my sun, relaxing until I feel I’m safe and protected. Energy speaks with us, but we need peace and quite to listen to it. If you don’t know how, just start a dialogue and it will answer… Who sits on my throne?

Foto de / photo by Sean Scott


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workshop delícias cruas ~ cacau!

cartaz cacau

A pedido de muitas famílias vou fazer um workshop só de doces com cacau!

Este workshop é para os amantes do chocolate que se preocupam verdadeiramente com a saúde. Se achas que para ser saudável tens que abdicar do teu sabor preferido, enganas-te redondamente!

Estas delícias de cacau têm ingredientes 100% de ORIGEM VEGETAL e CRUS (Raw).

Sim, crus! Não vamos cozinhar, vamos cruzinhar!

Vais aprender várias receitas deliciosas sem açúcar processado, sem glúten, sem cereais, sem lactose, sem óleo e sem ovos… mas com MUITO, MUITO SABOR! E com todos os benefícios do cacau que é um superalimento óptimo para a saúde.

Temos sobremesas para celebrar datas especiais e guloseimas práticas para o dia-a-dia. Como sempre, escolhi receitas acessíveis, de fácil execução, que requerem pouco tempo de preparação e que são de comer e chorar por mais:

~ tarte cremosa de cacau e morangos

~ trufas de cacau e “licor” de laranja

~ bolinhos de cacau e gengibre com cobertura de limão

~ mousse de cacau e côco

Todas as receitas terão várias versões: sem frutos secos/com frutos secos. Este workshop inclui demonstração, degustação e as receitas em formato de papel.

QUANDO: Sábado 20 de Maio 2017, das 15h às 17h30

ONDE: CENIF, Rua Emídio da Conceição Fernandes 10, Loja esq. 2700-553 Amadora

INSCRIÇÕES: fechadas

 (O espaço é limitado, por isso não deixes para o último dia! Mínimo de participantes – 5. O valor da inscrição não é reembolsável em caso de falta de comparência do participante)

Espero contar contigo para partilhar uma tarde de comer e chorar por mais! Atreve-te a dar este passo para entrares num mundo em que a saúde não é sinónimo de privação, mas sim de abundância e prazer.

Este evento tem o apoio da Iswari Superfoods Portugal e da Agatat Design.

(Podem consultar a informação toda no facebook.)

 

 


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O meu testemunho sobre voluntariado de Reiki com doentes de Esclerose Múltipla ~ My work as a Reiki volunteer

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(PLEASE SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION)

Partilho aqui um texto que escrevi para a Associação Portuguesa de Reiki:

Nos últimos meses tive a oportunidade de participar no programa de voluntariado de Reiki que existe em parceria com a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla.

Entre Dezembro 2016 e Abril 2017 fiz 17 sessões de tratamento a 5 pacientes. São pessoas de origens distintas, com idades e problemas muito diferentes mas todas com esclerose múltipla, ainda que em vários estágios da doença. Os tratamentos de Reiki focaram-se em questões físicas mas também em questões emocionais e psicológicas.

Esta experiência foi bastante desafiante porque as sessões foram feitas em grupo e alguns dos pacientes encontravam-se em cadeiras de rodas, o que implicou uma adaptação de posturas de mãos e de técnicas. Tive a oportunidade de praticar a minha capacidade de concentração, paciência, generosidade e compaixão. É muito enriquecedor cruzar-me com pessoas com experiências de vida tão distintas da minha e conseguir encontrar pontos em comum que contribuem para o crescimento de todos. Sinto que também aprendi bastante sobre mim e sobre a condição humana. Foi muito gratificante ver as mudanças que foram ocorrendo em cada um dos pacientes, principalmente a nível emocional e de bem-estar. Lidar com um diagnóstico de uma doença degenerativa e considerada incurável traz grandes desafios a nível pessoal e sinto que o Reiki ajudou a trazer alguma paz e harmonia a cada uma destas pessoas. Recebi um feedback muito positivo, tanto dos pacientes como da terapeuta responsável pelo centro de dia da SPEM.

Todos eles transmitiram que ficavam mais relaxados e felizes durante e após as sessões. Houve ainda situações em que me indicaram especificamente ter ficado com mais clareza mental, mais vitalidade, menos dores de cabeça, menos preocupados ou menos angustiados. Devido ao interesse e curiosidade dos pacientes, realizámos ainda uma sessão de esclarecimento sobre o Reiki e a história do Reiki. Sinto que todos os voluntários foram sempre muito bem recebidos e que as nossas sessões semanais são um momento muito desejado por todos os pacientes. É uma experiência que aconselho a todos os praticantes de Reiki que queiram desenvolver a sua prática, onde poderão trabalhar bastante a sua sensibilidade, intuição e generosidade.

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ENGLISH:

Today I’m sharing a text I wrote for the Portuguese Association of Reiki about my experience as a volunteer:

For the past few months I had the opportunity to participate in the Reiki volunteer program, more specifically the program at SPEM (Portuguese Society for multiple sclerosis). Between December 2016 and April 2017 I offered 17 Reiki sessions to 5 different patients. These are people from different backgrounds, different age and different problems, but all of them have multiple sclerosis, even though in several stages of this disease. The Reiki treatments focused upon physical issues but also emotional and psychological issues.

This experience was quite challenging because the sessions were done in a group setting and some of the patients were in weelchairs, which implied using different hand placements and different techniques. I had the opportunity to practice my ability to focus, my patience, generosity and compassion. It’s very enriching to cross paths with people whose lives are so different from mine, and be able to find common ground that helps us both to evolve. I feel like I learnt quite a bit about myself and about the human condition. It was very gratifying to notice all the positive changes in each of the patients, specially their well being and emotional health. Dealing with a diagnosis of multiple sclerosis, a degenerative disease considered incurable, brings heavy challenges at a very personal level. And I feel that Reiki helped bring some peace and harmony to these people. The feedback was very positive, from both the patients and the therapist responsible for the day center at SPEM.

All of them reported feeling more relaxed and happy during and after the sessions. There were situations where some of them told me that there was improvement in mental clarity, increased vitality, less headaches, worry or even stress. Due to the patients’ curiosity and interest, we also did a presentation about Reiki and its history. All of us volunteers were always greeted with a warm welcome and I feel like the Reiki sessions were a much desired and appreciated moment every week. I advise all Reiki practitioners to try a volunteer program if they wish to work on their technique, but also their sensibility, intuition and generosity.

 


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Registo do workshop delícias saudáveis ~ Photos from my workshop

Olá a todos!

No passado domingo aconteceu a segunda edição do workshop delícias saudáveis e foi uma tarde muito deliciosa! Foi uma partilha muito interessante com participantes de várias idades, vários backgrounds e vários interesses, mas todos com a mesma motivação: aliar a saúde ao sabor!

Fiquei muito feliz com a oportunidade de conhecer toda a gente ao vivo e a cores. Espero que tenha sido tão inspirador para todos os participantes quanto foi para mim!

Hoje deixo-vos com o registo fotográfico deste workshop que é da autoria da Ágata Trancoso. (Muito obrigada pelas fotos tão giras ~ ainda não acredito que foram tiradas com o telemóvel!)

Antes de terminar gostava de vos deixar com um desafio: digam-me que tipo de workshop gostariam que eu fizesse em breve… o que gostariam de aprender, temas, receitas, etc. Dêem largas à imaginação e contem-me tudo!

 

 

 

 

 

 


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Nova data em Lisboa! Workshop delícias saudáveis ~ 100% vegetal, cru (raw)

cartaz 23 abril cor normal

Actualização – inscrições encerradas!

Olá!

É com muita alegria que venho informar que tenho uma nova data para o workshop delícias saudáveis! A primeira edição esgotou e houve muita gente que ficou em lista de espera. Por isso achei por bem repetir o evento para que todos tenham a oportunidade de aprender estas receitas deliciosas.

Desta vez vai ser em Lisboa, mesmo ao lado do Colombo. 

Queria aproveitar para agradecer a toda a gente que divulgou o evento nas redes sociais e especialmente a todas as participantes que foram tão queridas e tão amorosas! Gostei muito de vos conhecer ao vivo e a cores!

Deixo aqui toda a informação sobre o próximo evento e também algumas fotos da primeira edição.

Este workshop é para toda a gente que gosta de docinhos e que se preocupa verdadeiramente com a saúde. Se achas que para ser saudável tens que viver uma vida sem sabor, enganas-te redondamente!

Estas delícias têm ingredientes 100% de ORIGEM VEGETAL e CRUS. Sim, crus! Não vamos cozinhar, vamos cruzinhar!

Vais aprender várias receitas deliciosas sem açúcar processado, sem glúten, sem cereais, sem lactose, sem óleo e sem ovos… mas com MUITO, MUITO SABOR!

Temos sobremesas para celebrar datas especiais e guloseimas práticas para o dia-a-dia. Escolhi receitas acessíveis, de fácil execução, que requerem pouco tempo de preparação e que são de comer e chorar por mais:

~ tarte de manga e laranja
~ trufas de limão e côco
~ brownies de figo e chocolate
~ mousse de chia e morangos

Todas as receitas terão várias versões: baixo em gordura/rico em gordura, sem frutos secos/com frutos secos.

Este workshop inclui demonstração, degustação e as receitas em formato de papel. No final vou sortear 2 produtos da Iswari e qualquer um dos participantes pode ser o vencedor!

Quando: Domingo, 23 de Abril 2017, das 15h às 17h30

Onde: Canela QB, Rua Adelaide Cabete, 10, Loja D, Carnide, Lisboa (ao lado do Colombo) 

Inscrições:  encerradas!

(O espaço é limitado, por isso não deixes para o último dia! Mínimo de participantes – 5. O valor da inscrição não é reembolsável em caso de falta de comparência do participante)

Espero contar contigo para partilhar uma tarde deliciosa! Atreve-te a dar este passo para entrares num mundo em que a saúde não é sinónimo de privação, mas sim de abundância e prazer.

Este evento tem o apoio da Iswari SuperFoods Portugal

(para verem o evento no facebook basta clickar aqui)