The extra in the ordinary

By Catarina Guimarães


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Meditação para libertar o medo

Quando perguntei que tipo de meditação gostariam que eu partilhasse em Outubro, falaram-me em meditações para trabalhar a ansiedade, o stress, necessidade de controle, perfeccionismo, etc. Para mim, tudo isso nasce no medo. O medo vem do Ego e tem funções positivas – alerta-nos do perigo, puxa pelos instintos de sobrevivência. Mas quando vivemos num constante estado de medo, vivemos corroídos pelo seu efeito negativo. O medo que nos diz que não podemos confiar na vida, que não podemos confiar em nós mesmos, que nunca seremos tão bons como os outros, que a mudança não é uma boa opção. Esse medo é destrutivo e desgastante a todos os níveis.

Temos que o deixar de alimentar para que consigamos fortalecer a confiança, a fé, o Amor. Porque, tal como diz “Um curso em milagres”, o oposto do Amor não é o Ódio, o oposto do Amor é o Medo.

Por isso escolhi praticar esta meditação kundalini para libertar o medo durante este mês de Outubro. Nesta meditação há um foco grande nos polegares, que no Yoga representam precisamente o Ego.

São apenas 3 minutos e é muito simples.
Postura: Sentada de pernas cruzadas, costas direitas e esticadas, ombros relaxados, peito aberto, braços esticados ao lado do corpo e paralelos ao chão, queixo ligeiramente recolhido.
Mudra: mão aberta com o polegar bem esticado e afastado. Os outros dedos estão dobrados para tocar não início da palma da mão
Respiração: lenta e profunda, pelo nariz
Olhos: fechados 9/10, a focar na ponta do nariz

Nesta posição, roda os polegares das 2 mãos, ao mesmo tempo. O pulso também vai rodando mas o movimento vem do polegar.

No fim dos 3 minutos, abre as mãos e ficam viradas para o céu. Inspira bem profundamente, segura o ar dentro e pressiona a zona pélvica e depois expira lentamente.
Repete isto 3 vezes

Tal como para a última meditação, encontrei um video ilustrativo para ser mais fácil praticar. A meditação começa ao minuto 3, sensivelmente.

E pronto, fica o desafio deste mês! Pratica e conta como corre.

 

 

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Ritual para o Equinócio de Outono

IMG_6173O que é um ritual? Para mim um ritual pode ser qualquer acto, desde que feito com intenção específica e atenção plena. Beber um chá, vestir a roupa de manhã, cozinhar – todos estes gestos mundanos podem ser transformados em rituais se os enchermos de consciência e energia focada.
Quando fazemos rituais para celebrar as estações do ano ou a fases da lua, estamos a conectar-nos com a Natureza, com a sua energia criadora, a força dos elementos e estamos a sintonizar-nos com os ciclos que dão ritmo á vida. Á vida da terra e á nossa, individual e de cada um. Fazemos parte da Natureza, mas a cultura do capitalismo, a rotina das cidades e o tempo que passamos dentro de 4 paredes por vezes fazem com que nos esqueçamos disso.

Hoje deixo aqui uma sugestão de um ritual para celebrar o Equinócio de Outono, que ocorre entre os dias 20 a 23 de Setembro (no hemisfério Norte). Como logo a seguir há uma lua cheia no dia 24, aconselho a fazerem este ritual no período entre os 3 dias antes ou 3 dias após a lua cheia.

Este evento anual, também conhecido por Mabon, é a altura em que os dias começam a ficar mais curtos. Os equinócios são símbolos de equilíbrio e harmonia porque nos equinócios o dia tem tantas horas de luz como tem horas de escuridão. No Mabon celebrava-se o fim do trabalho das colheitas do verão e era quando se podia descansar e partilhar os frutos desse trabalho. Celebrava-se a abundância que a terra tinha oferecido, preparava-se o que se tinha colhido para que durasse nos meses mais frios, em que a terra descansa e já não produz tanto. Começamos agora a preparar-nos para o frio e para a escuridão, tanto dentro como fora. É portanto uma fase de descanso, em que se celebra a abundância e damos graças por tudo o que já conseguimos.

Este é um ritual simples, para que seja acessível para todos, incluindo quem nunca participou em nenhum. Num ritual podes fazer tudo o que se quiser, desde que te faça sentido e que esteja alinhado com a tua intenção para o Ritual. Podes puxar pela criatividade e fazer algo super extravagante ou podes ser super minimalista. Podes cantar, dançar, pintar, queimar coisas, plantar algo, destruir algo, etc. O que quiseres. Mas é importante que haja sempre um início, meio e fim bem definidos, para que a energia esteja bem focada e não haja dispersões.
No trabalho energético usa-se símbolos porque essa é a linguagem do subconsciente e é aí que queremos mesmo chegar.

Para este ritual usei símbolos de abundância e prosperidade.
Convém planear com tempo e arranjar tudo o que queres usar para que depois na hora do ritual não haja interrupções. Eu não gosto de usar os rituais como uma desculpa para ser consumista, por isso costumo usar o que já tenho em casa. Normalmente só compro as velas.

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Vais precisar de:
~ uma vela verde ou dourada,
~ pao santo, salva seca ou incenso
~ uma tacinha com água
~ objectos que sejam simbólicos desta altura do ano (folhas caídas das árvores, maçãs, bolotas, abóboras, flores de calêndula, castanhas, etc)
~ objectos que sejam simbólicos de abundância (pode ser algo simples e geral como moedas, notas, algo dourado ou valioso que tenhas, cristais que uses para materializar projectos, um mealheiro, um papel com o número do teu rendimento de 2018 até agora, etc. Ou pode ser algo mais pessoal e menos óbvio, que simbolize ou represente as áreas da tua vida em que tens sentido abundância este ano)
~ uma folha de papel e caneta
~ isqueiro ou fósforos

(podes ainda imprimir as indicações para o ritual ou escrever num papel para que não te esqueças de nada)
Decide quando vais fazer o ritual, para teres a certeza que vais ter paz e sossego e vais estar sozinha, sem interrupções. (atenção a animais de estimação- é melhor ficarem do outro lado da porta).
Na altura escolhida, pega em tudo o que vais usar, vai para o teu espaço, desliga o telemóvel (e a campainha da porta, se for possível).

Escolhe o local para fazer o teu altar – pode ser no chão, em cima de um móvel ou até dentro de uma caixa aberta. Se possível, que seja virado para Norte. Ou seja, quando estás de frente para o altar, estás de frente para o Norte.
Antes de começar, convém sempre limpar a tua energia e a do espaço. Podes até tomar um banho com água e sal mas habitualmente basta queimar o pao santo/salva/incenso para limpar bem a tua aura e a energia do quarto. (Também podes limpar com energia Reiki, caso sejas praticante)

Depois então coloca a vela, a tacinha com água e os objectos que simbolizem a época do ano no local que escolheste para o altar. Faz isto com uma certa reverência, como se fosse uma oferta de ti para o mundo. Permite que tudo isto decorra com calma e com foco, com atenção plena e prazer! Não te preocupes em fazer todos os gestos super certinhos mas sim em senti-los.
Senta-te em frente do altar, de costas direitas e confortável.
Imagina um círculo de luz bem grande á tua volta, e pede a essa luz que te proteja e te guie. Dentro desse círculo agora tens o teu mundo sagrado, para lá do espaço e do tempo – é aqui que se faz magia…
Acende a vela e fica olhar para a chama durante uns minutos, sem fugir com o olhar. Relaxa a lombar e as costas, respira fundo e lentamente, sempre pelo nariz. Chama os teus guias/anjos/universo/Deus (o que fizer sentido para ti) e pede que te guiem neste ritual.
Põe as mãos abaixo do umbigo e respira cada vez mais devagar e profundamente. Fecha os olhos. Sente bem a zona das ancas e imagina que tens raízes que nascem aí e entram para dentro do chão. Sente essa ligação e deixa que as raízes cresçam para baixo do chão, indo até ao centro da terra. Depois visualiza o fogo do centro da terra a subir pelas tuas raízes e entrar no teu corpo, subindo em espiral e preenchendo todo o teu interior até chegar ao topo da cabeça. Faz isto com toda a calma, sentindo a vibração da energia. Volta a focar-te nas raízes e volta a visualizar este “circuito” de energia várias vezes – raízes, descer até centro da terra, subir pelas raízes, entrar no corpo, subindo em espiral pela coluna até topo da cabeça. Sempre a respirar lenta e profundamente.

Quando te sentires repleta de energia, abre os olhos e lentamente pega num dos objetos simbólicos de abundância. Pega nele com as 2 mãos e olha bem para ele, lembrando-te porque o escolheste e o que significa para ti. Sente dentro de ti a alegria de teres isso em abundância na tua vida. Sorri, diz “obrigada por ter ….. na minha vida. Abro-me para receber ainda mais”. Pousa o objecto no altar com carinho e respira fundo, sentindo a energia da gratidão dentro de ti. Repete isto para cada objecto que tenhas escolhido utilizar no ritual. Demora o tempo que quiseres. Como já disse, o importante não é fazer todos os gestos com exactidão, mas sentir aquilo que estás a fazer.
Depois pegas no papel e na caneta e escreve uma lista com tudo aquilo que tens na tua vida de positivo. Escreve pelo menos 9 – uma para cada mês de 2018. E no fim escreve “agradeço toda a abundância e prosperidade que este ano já me trouxe e continuará a trazer. Abro-me para novas e melhores maneiras de receber”. Lê a lista e saboreia cada palavra que está na folha de papel. Fecha os olhos e respira fundo, poe uma mão no centro do peito e outra abaixo do umbigo e deixa-te ficar aí a sentir o teu estado energético deste momento. Se quiseres vai dizendo interiormente o que escreveste na folha ou simplesmente “obrigada, obrigada…” Deixa-te ficar assim o tempo que quiseres, a sentir como está o teu interior.

Ainda de olhos fechados, escolhe uma maneira de partilhares a tua abundância com o mundo – para que se multiplique cada vez mais. Pode ser algo como oferecer uma prenda a um amigo, fazer um donativo a uma ONG, dar uma gorjeta quando fores ás compras, pagar o café a um desconhecido, plantar uma árvore, etc. Aquilo que te surgir… compromete-te em fazer isso na próxima semana.
Abre os olhos e molha os dedos na tacinha com água e salpica-te com as gotas de água. Sente como é bom receber, partilhar, sente a abundância a ser multiplicada e plantada, para dar novos frutos.

Deita-te no chão e sente bem o corpo a relaxar, sente o teu peso no chão e sente cada parte do teu corpo. Mexe os braços e as pernas devagar e volta ao teu corpo. Respira lentamente e deixa que a expiração saía pela boca com som. Liberta toda e qualquer tensão que sintas.

Volta a sentar-te, agradece á energia/entidades que tenhas chamado no início do Ritual e imagina o círculo de luz á tua volta a abrir-se e a desaparecer. O Ritual terminou. Bebe água e come um pouco. Pega na folha e deixa-a num sítio onde a possas ver todos os dias. Lê a lista pelo menos 1 vez por dia e deixa que a a energia da gratidão te acompanhe sempre.

 

(nota – quando apagares a vela, não sopres.)

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Meditação para a abundância e prosperidade

Senti-me chamada a partilhar aqui a meditação que escolhi praticar durante este mês de Setembro. Lembrei-me que talvez gostasses de te juntar a este desafio e assim poderíamos ir trocando impressões e feedback sobre a experiência.

Esta meditação é do Kundalini Yoga e pratica-se especialmente para trabalhar questões de abundância material e financeira. E agora perguntas-me tu: como é que a minha situação financeira vai mudar só por andar aqui a mexer as mãos e a dizer uns palavras esquisitas? Pois é, percebo perfeitamente todas essas dúvidas. Mas respondo-te assim: experimenta e vais ver!

A verdade é que para muita gente já seria uma grande mudança conseguirem comprometer-se em estar 11 minutos todos os dias sem pensar em mais nada, sem estar a trabalhar, a ver tv ou a mexer no telemóvel. 11 minutos por dia em que dizes “não” a toda a gente e te pões em primeiro lugar! Consegues? Então vamos lá!

“Esta meditação pode ser feita até 11 minutos. É tão poderosa a trazer prosperidade que fazê-la mais do que 11 minutos seria ganância. Esta meditação estimula a mente, o centro lunar e Jupiter. Quando Jupiter e a lua se unem, não há maneira nenhuma no mundo de não criar riqueza” – Yogi Bhajan

Deixo aqui as instruções tal como vêem no site oficial do Kundalini Yoga:

Postura: sentar em postura fácil (pernas cruzadas), costas direitas e queixo ligeiramente para baixo

Olhos: o foco está na ponta do nariz e os olhos estão quase fechados (9/10 fechados)

Mudra: cotovelos de lado, junto ao corpo. Braços dobrados a 45º e as mãos ao nível do pescoço. Começar com as mãos viradas para baixo.  Bate com os lados das mãos, alienadamente. Quando as mãos estão viradas para baixo, bates com os dedos indicadores. Os polegares cruzam-se e o da direita fica por baixo. (Esta parte é muito importante). Quando as mãos estão viradas para cima, bate os dedos mindinhos e esse lado das palmas da mão.

Mantra: Sempre que bates as mãos uma na outra diz “Har”. Usa o impulso do umbigo com a expiração para dizer o mantra.

Duração: de 3 a 11 minutos.

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Parece complicado, não é? Mas é simples, como podes ver no video abaixo. Aconselho a seguir o video, mesmo que não percebas inglês, porque a música e a voz dela ajudam muito a manter o ritmo da meditação.

(Não encontrei nenhum video em que fizessem esta meditação com as mãos ao nível da garganta. Mas de todos os que vi este pareceu-me ser o mais correcto e acessível. A senhora explica o som do mantra de uma maneira um pouco complicada porque os americanos têm dificuldade em reproduzir sons que não lhes são habituais. Esquece essa parte – o mantra é mesmo HAR)

Quero saber se te vais juntar a este desafio durante este mês de Setembro! Conta-me como corre e partilha a tua experiência aqui no blog, no facebook ou no instagram.

 

 


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Pão de Banana e Cacau (vegan, sem óleo)… e evolução!

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A evolução de uma pessoa pode ser tão lenta e subtil que nem damos conta que, de facto, está a acontecer. É difícil apontar com exactidão o momento ou a circunstância em que a mudança se deu dentro de uma pessoa. Normalmente só a vemos depois de acontecer, quando já se instalou em nós como o novo “normal”.

Por vezes só me apercebo das minhas mudanças que decorrem da minha evolução quando algo “negativo” acontece outra vez. E aí, de repente, fica bem visível o quanto estou diferente… o “problema” já não me atinge da mesma maneira, já não despoleta automaticamente dentro de mim o que antes despoletava, o peso emocional e energético da questão já não é o mesmo… e a minha reacção surpreende-me ao ser totalmente diferente. E isso faz com que toda a experiência seja também diferente, para melhor.

Para mim, é isto a evolução. Quando uma questão recorrente se volta a apresentar na minha vida e a reacção é completamente diferente, sem qualquer esforço da minha parte. E nessas alturas, por muito pequenina que seja a mudança, há que celebrá-la como um verdadeiro milagre!
Isto pode sentir-se a nível mental, emocional, espiritual e até físico.
Seja o que for, celebro e agradeço!
Ontem fiz esta receita de um pão de banana com cacau, algo que não pude comer durante alguns anos. Ainda há pouco tempo, comer algo tão estimulante como cacau seria o suficiente para despoletar uma crise de inflamação no meu organismo, a vários níveis. Algo que demoraria a passar vários dias e que me traria inúmeros problemas físicos e não só.
O que fiz para tratar isso? A resposta nunca é simples e toda a cura envolve muitas variáveis. Foram muitas pequenas coisas implementadas diariamente, com muita paciência e fé.
Algumas questões já mencionei extensivamente neste blog, como seguir uma alimentação vegana, optar por alimentos biológicos, não consumir alimentos processados e evitar produtos cheios de químicos tóxicos (desde alimentos a medicamentos, cosmética, detergentes, roupa, etc).

Mas salientaria também o seguinte:
~ Meditação
Todo e qualquer tipo de meditação. Meditar para aprender a ouvir o corpo e a intuição em vez de lidar com tudo a nível racional. Meditar para aceitar, para desapegar, para me render. Meditar para mudar a minha vibração e mergulhar ao nível do conhecimento do subconsciente. Meditar para me permitir ser guiada por algo muito maior do que eu e ter fé nessa orientação. Meditar para me dar tempo, espaço e silêncio para ser em vez de fazer.
~ Reiki
Muito Reiki! Diariamente, com consistência, confiança e entrega. A melhor protecção e evolução vem de dentro para fora. Trabalhar a nível energético é fundamental, principalmente para pessoas tão sensíveis como eu. Agradeço todos os dias por ter sido guiada tão maravilhosamente até esta terapia que tem mudado tanto a minha vida e o meu mundo.
~ Naturopatia
Encontrar um naturopata de medicina tradicional chinesa no qual posso confiar completamente foi algo crucial para resgatar a minha saúde e bem estar. Alguém com quem me sinto aceite, ouvida e incondicionalmente apoiada. É algo que não tem preço e que faz toda a diferença!

Espero que isto te traga esperança caso estejas a percorrer uma jornada turbulenta a nível de saúde e felicidade.
Desejo sinceramente que celebres todo e qualquer passo positivo e que consigas desfrutar da tua vida em pleno!

E agora, deixo-te com esta receitinha…

Ingredientes:
(se possível, biológicos)
1 e 1/2 cup/chávena de farinha integral de espelta
1 cup/chávena de bananas esmagadas (bem maduras)
1/2 cup/chávena de leite vegetal (usei o de amêndoa e banana da SoNatural)
1/3 cup/chávena de açúcar de côco (usei da Iswari)
1/4 cup/chávena de cacau em pó (usei da Iswari)
1/2 colher de sopa de ashwaganda, reishi ou maca em pó
1 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicabornato de sódio
pitada de canela

Instruções:
~ pré aquecer o fogão a 180ºC
~ numa taça misturar os ingredientes secos. Numa segunda taça misturar os ingredientes líquidos
~ adicionar os ingredientes secos à taça dos líquidos e misturar bem
~ usar papel vegetal para forrar uma forma de pão e deitar a massa na forma, o mais homogéneo possível
~ deixar no forno durante cerca de 30 ou 35 minutos ou quando o teste do palito mostrar que já está pronto

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(as marcas mencionadas ofereceram os produtos usados nesta receita)


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Gomas vegan de fruta ~ Vegan fruit gummy snacks

(Please scroll down for English version)

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“O verão é a estação em que tudo é o melhor que é possível ser.” ― Charles Bowden

É difícil explicar por palavras a importância que o Verão tem para o meu bem estar e felicidade, mas fica aqui esta tentativa… Podia ficar aqui a escrever horas e horas sobres minha história de amor com o verão, mas sinto que não seria capaz de lhe fazer justiça.

Por isso passo directamente para esta receita colorida que é maravilhosa para celebrar esta estação com as crianças (e não só!).

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Ingredientes:
(se possível biológicos)

3/4 Cup/chávena de sumo 100% de fruta (eu fiz metade com sumo de beterraba e maçã e a outra metade com cenoura e manga, ambos da Sonatural)
1/4 Cup/chávena de água de côco
1 colher de sopa com agar agar em pó
2 colheres de sopa de adoçante ou mais (maple syrup, açúcar de côco, stevia, etc)*

* a quantidade necessária de adoçante também depende das frutas que escolherem. Sumo de manga vai precisar menos do que sumo de outras frutas menos doces

Instruções:
~ usar uma panela pequena e juntar os líquidos com o agar agar
~ com lume muito baixinho, ir mexendo com uma colher até a mistura ficar com uma consistência líquida mas pegajosa como um xarope
~ juntar o adoçantes escolhido e misturar bem, ainda com o lume ligado
~ deitar a mistura para os moldes de gomas (ou moldes de cubos de gelo). Convém confirmar que não ficam com nenhumas bolhas de ar
~ deixar no frigorífico durante cerca de 20 minutos para ficarem bem sólidos

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English:

“Summertime is always the best of what might be.” –Charles Bowden

It’s hard for me to explain just how important summer is for my well being and overall happiness, but here’s an attempt… I could write for hours and hours about my long time love affair with summer, but I feel that no words would do it justice.

So I’m skipping right to the recipe, which is a great idea to celebrate this season with kids (and grown ups!)

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Ingredients:
(organic, if possible)

3/4 Cup of 100% fruit juice (I did half with beet and apple juice and the other half with carrot and mango juice, both from SoNatural)
1/4 Cup of coconut water
1 tablespoon of agar agar powder
2 tablespoons (or more) of natural sweetener (maple syrup, coconut sugar, stevia, etc)*

* the amount of sweetener will vary depending of what fruit juice you choose. Mango juice won’t need as much as others

Directions:
~ use a small pan and add the liquids to the agar agar powder
~ with low heat, use a spoon and stir consistently until you get a liquid but very sticky texture, just like a syrup
~ add the sweetener ad mix it well, with the heat still turned on
~ pour the mixture into gummy bear molds or ice cube molds
~ leave it in the fridge for about 20 minutes so it gets quite solid

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(os sumos usados nesta receita foram oferta da Sonatural ~ the juices used in this recipe were gifted by Sonatural)


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Pudim de chia e romã ~ Pomegranate chia pudding

(Please scroll down for english version)IMG_4239

Se há coisa que eu não me canso de transmitir, é isto:

Ser vegan é fácil.

A sério, é fácil. Fico tão triste quando as pessoas usam a desculpa do “é tão complicado” sem sequer tentar. Não é mesmo nada complicado, acredita. A única parte difícil de ser vegan é a mudança de paradigma inicial. Deixar de ver os vegetais como aquele montinho minúsculo de folhinhas que acompanham o prato principal e deixar de ter medo de fruta. Essa parte inicial exige bastante ginástica mental e emocional – é preciso fazer o trabalho de casa, pesquisar receitas, ter exemplos, sair da caixinha de conforto, experimentar o mundo gigante de opções que há e que nem sabíamos que existia. A sério, eu antes de ser vegana não conhecia nem 1/10 dos alimentos que como hoje em dia. Essa mudança de mentalidade e perspectiva pode exigir alguma dedicação e esforço, sim. Mas é uma questão de hábito, como tudo na vida.
Apartir daí, não podia ser mais simples. Eu faço milhares de variações da mesma receita e faço refeições super simples mas muitíssimo mais ricas do que as que comia antigamente. Sopas, guisados, empadões, saladas, batidos, papas de aveia, bolinhas energéticas, hambúrgueres de vegetais, massa, crepes, etc – cru ou cozinhado, uso a mesma receita como base mas mudo sempre qualquer coisa. Não há arroz? Faço com batata. Não há banana? Faço com manga. Nunca saio a correr à última da hora para ir comprar aquele ingrediente xpto. Se não há, usa-se outra coisa. Improvisar e simplificar, é esse o meu mantra. Só umas 2 ou 3 ou vezes por mês é que me apetece fazer algo completamente diferente e aí sim, ponho-me com pesquisas e experimentações mais elaboradas. Mas no dia a dia? Nop. E nunca sinto que a minha alimentação é monótona. Para além disso, ser vegan fica mais barato. A sério. Se não desatares a comprar produtos processados vais ver que consegues poupar bastante dinheirinho com uma alimentação 100% vegetal.

A sério. É fácil. Eu nunca sequer consegui fazer uma omelete de jeito e faço montes de pratos veganos com uma perna às costas! (e com uma mão no telemóvel… hehehe)
A sério. É facil.

Tal como este pudim de chia. Há quem chame pudim de chia ou mousse de chia. Independentemente do nome, é sempre delicioso. É fácil de preparar e é super portátil para levar para o trabalho/escola/praia/whatever…
Dá para fazer com qualquer sumo de fruta e basta adaptar a quantidade de adoçante consoante a doçura natural da fruta que escolherem.
E é muitíssimo saciante e nutritivo – para ficar a saber mais sobre os benefícios da chia, espreita este post.

Ingredientes:
(se possível, biológicos)
3 colheres de sopa com sementes de chia (usei da Iswari)
1/2 cup/chávena de sumo de romã (usei o da Sonatural)
1 colher de chá de xarope de ácer (maple syrup)
1 colher de chá com raspas de casca de limão

Instruções:
~ deitar todos os ingredientes num frasco com tampa
~ mexer muito bem para que todas as sementes fiquem submersas no sumo
~ tapar o frasco e deixar no frigorifico durante cerca de 3 horas para que as sementes inchem
~ comer à colher, directamente do frasquinho

Podes juntar fruta fresca em cima do pudim, se te apetecer.

(as marcas indicadas ofereceram os produtos que usei)

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English:

If there’s something I never get tired of sharing, is this:

Being vegan is easy.

Really. It’s easy. I get so sad when people use the “it’s so difficult” excuse without even trying. It really isn’t complicated, believe me. The only hard part about being vegan is the initial change of paradigm. When we have to stop being afraid of fruit and stop thinking about veggies as the little bit of green stuff that comes with the main dish. That initial part actually demands some mental and emotional effort – we need to do our homework, research a lot of recipes, find people to follow as examples, get out of our little comfortable box and try the gigantic amount of plant based food we didn’t even know existed. Seriously, I didn’t even know 1/10 of the food I eat regularly now. That shift of perspective and mentality might require some dedication and effort, yes. But it’s a matter of habit, like most things in life.

From then on, it couldn’t be easier. I make millions of variations of the same recipe and I put together super simple but very rich meals. A lot richer than what I used to eat before I was vegan. Soups, stews, casseroles, salads, smoothies, oatmeal, energy balls, veggie burguers, pasta, rolls, etc – Raw or cooked, I use the same recipe as base and I change something every time. No rice? I’ll use potatoes. No bananas? I’ll use mango. I never go shopping in a rush at the last minute looking for that extra special ingredient. If I don’t have it, I don’t use it. Improvise and simplify, that’s my mantra. I only feel like doing something completely different 2 or 3 times every month. and that’s when I spend some time doing research and experimenting stuff. But for my daily life? Nop. And I never feel like my diet is boring. Besides, being vegan is actually cheaper. Really. Unless you have the habit of bying tons of processed food, you’ll end up saving lots of money on a plant based diet.

Really. It’s easy. I’ve never even been able to make a decent omelette and I can make lots of vegan meals in a heartbeat. (and sometimes with only one hand because… well, phone… hehehehe)
Really. It’s easy.

Just like this chia pudding. It’s super simple to make and very easy to take with you when going to work/school/beach/whatever…
You may do it with any fruit juice you want. Simply adjust the amount of sweetener according to the natural sweetness of your chosen fruit.
It’s also super satiating and nutritious. For more info on the benefits of chia seeds, please check out this post.

Ingredients:
(organic, if possible)
3 tablespoons of chia seeds (I used Iswari)
1/2 cup of pomegranate juice (I used SoNatural)
1 teaspoon of maple syrup
1 teaspoon of lemon zest

Directions:
~ put all ingredientes inside a jar with a lid
~ stir really well so that all seeds are submerged in juice
~ put the lid on and leave it in the fridge for about 3 hours so that the seeds become larger
~ eat with a spoon, straight from the jar

feel free to add more fresh fruit o top of your pudding

(the brands I named offered the products I used in this recipe)

 


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Meditação para fortalecer os chakras ~ Meditation to keep your chakras fit

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(Please scroll down for english version)

Hoje partilho aqui uma ferramenta muito valiosa no que toca a conhecer e fortalecer a nossa energia individual. Foi com a prática diária desta meditação que consegui começar a ter noção da minha energia, onde tenho bloqueios, onde tenho fragilidades e onde tenho tendência para ser mais forte. Isto foi antes de ter começado a aprender Reiki e até então tudo o que tinha a ver com energia e chakras não fazia grande sentido para mim. Já tinha partilhado isso com mais detalhes noutro post onde explico o caminho que me levou até ao Reiki.

Mas antes disso, foi através desta meditação da Belinda Davidson que tudo mudou para mim e comecei a olhar verdadeiramente para dentro. Os chakras são como uns portais de energia onde fica gravado todo o tipo de informação sobre nós, sobre todos os níveis da nossa vida. Normalmente fala-se apenas nos 7 chakras principais que existem no corpo, mas na verdade existem muitos mais. A saúde e equilíbrio dos chakras (ou falta disso) mostram as questões e as áreas da vida que mais precisamos de trabalhar para conseguirmos viver em harmonia, paz e saúde. Quando melhoramos e fortalecemos a nossa energia, isso reflecte-se na nossa saúde, nos nossos padrões comportamentais, nos relacionamentos, etc. Enfim, em tudo.

Esta meditação faz parte de um mini curso grátis que a Belinda tem no site dela. Aconselho verdadeiramente que subscrevas a newsletter dela e leias todos os capítulos do mini curso. Mas como sei que muita gente não fala inglês, tomei a liberdade de traduzir a meditação e partilhar aqui. Não te assustes com o tamanho da meditação! No fundo é bastante simples, faz-se sempre a mesma coisa só que repete-se várias vezes. Lê com atenção e depois vais ver que passado uns dias já nem vais precisar de olhar para estas indicações.

O ideal seria fazer esta meditação todas as manhãs, mas caso não seja possível, tenta fazer 2 ou 3 vezes por semana. Convém ser numa altura em que não estás a conduzir nem a fazer outro tipo de actividade, num espaço confortável, em silêncio, onde não serás incomodado.

Preparação:

Sentado, de olhos fechados, respira lenta e profundamente para a barriga. Inspiras e a barriga enche, expiras e a barriga esvazia. Repetir várias vezes, lentamente.

Leva a tua atenção para os teus pés e sente os pés a relaxar e a ficarem quentes. Quanto sentires bem isso nos pés, vai puxando essa sensação para os tornozelos, barriga das pernas, joelhos e por aí a cima. Demora o tempo que quiseres em cada parte. Vais subindo sempre até às ancas, intestinos, estômago, subindo pela coluna até aos pulmões, peito, costas, ombros, pescoço, maxilar, olhos, topo da cabeça. Sente como o calor traz um relaxamento e abertura a cada osso, músculo, tendão… sente o calor e o relaxamento a subirem pela coluna toda e a espalharem-se por todo o corpo. Continua sempre com as respirações lentas e profundas.

Quando te sentires livre de tensões, estás pronto para começar a trabalhar nos teus chakras:

Leva a tua atenção para a zona pélvica, zona das ancas e baixo ventre. É aqui o local do chakra 1, a raiz. A cor deste chakra é vermelho.

Foca-te nessa zona, enquanto respiras lenta e profundamente. Põe toda a tua atenção neste chakra, enquanto contas lentamente até 10. Agora imagina uma rosa vermelha ou um morango, imagina o vermelho a invadir o teu chakra e a preenche-lo completamente. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais vermelho, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

Agora leva a tua atenção para a zona mesmo abaixo do teu umbigo. É ai a localização do segundo chakra, o esplénico, e a sua cor é o laranja. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor laranja, como um pôr do sol ou mesmo uma laranja. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais laranja, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

De seguida, leva a tua atenção para a zona do estômago. É aqui a localização do terceiro chakra, o plexo solar. A sua cor é o amarelo. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor amarelo, como um girassol, o sol ou uma estrela. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais amarelo, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

Agora vais levar a tua atenção até ao centro do teu peito, na zona do coração. É aqui que e encontra o quarto chakra, o cardíaco. A sua cor é o verde. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor verde, como um relvado, uma floresta ou a copa de uma árvore. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais verde, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

E depois levas a tua atenção para a garganta, a zona do quinto chakra, o chakra laríngeo. A sua cor é o azul turquesa ou azul claro. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor azul claro ou azul turquesa, como o céu, o mar ou um cristal turquesa. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais azulinho, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

A seguir vais levar a tua atenção para a zona do centro da testa, no topo do nariz, no meio das sobrancelhas. É aqui a localização do sexto chakra, o chakra da terceira visão. A sua cor é o azul indigo, um azul mais escuro e com laivos de roxo. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor azul indigo, como um céu nocturno ou amoras maduras. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais azul escuro, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

Agora leva a tua atenção para o topo da tua cabeça. É aqui a localização do sétimo chakra, o chakra da coroa. A sua cor é o violeta. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Agora imagina nessa zona a cor violeta, como um campo cheio de alfazema, uvas ou a flor violeta. Imagina essa cor a encher e a preencher o teu chakra. Com cada respiração, a cor fica mais forte, invadindo toda a zona. Demora o tempo necessário. Com cada respiração, o chakra fica cada vez mais violeta, cada vez mais forte e tu ficas cada vez mais relaxado. Continua até conseguires ver/sentir o chakra bem colorido e forte.

Agora leva a tua atenção para o espaço acima da tua cabeça. É aqui a localização de alguns chakras que estão fora do nosso corpo, como os chakras 8 e 9. Foca-te nessa zona, respirando lenta e profundamente. Conta devagar até 10, sempre mantendo aí o foco da tua atenção. Para limpar e fortalecer estes chakras, imagina uma bola de luz branca, bem grande e forte que vem do céu e que desce até à tua cabeça., como se houvesse um funil ou um canal por onde esta luz flui. A luz branca e brilhante desce do céu até à tua cabeça. Fica com esta imagem durante o tempo que precisares, e continua sempre a respirar lenta e profundamente.

E agora vais deixar que esta luz branca brilhante desça por todo o teu corpo e preencha cada um dos teus chakras. Primeiro o da coroa, depois desce até ao da terceira visão, depois desce mais até à garganta, passa pelo cardíaco, pelo plexo solar, esplénico e chega ao da raiz. Respira fundo enquanto sentes/vês a luz a descer e deixa que a luz permanece por alguns momentos em cada chakra, preenchendo cada um com a sua luz e brilho. E a partir da raiz, deixa que esta luz preencha também as tuas pernas, joelhos, tornozelos e pés, saindo pela planta dos teus pés e continuando a escorrer para a terra. Deixa que a luz entre bem na terra, camada por camada, ligando-te à energia calorosa e vital do centro da terra, enraizando-te.

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English:

Today I want to talk about the best tool I found to understand and get to know my own personal energy. Before I started learning Reiki, I didn’t really get the concept of energy or chakras. I shared all of this on an older post where I tell my journey that led me to become a Reiki practitioner and therapist.

Before that, the one thing I found that helped me to actually feel my energy and learn about my own fragilities, blocks or challenges was a meditation from Belinda Davidson’s site. She offers a free mini course on chakras that includes a meditation for balancing and strengthening the chakras and I highly advise everyone to read it and practice it. It was with the daily practice of this meditation that I started feeling my chakras and learning all about the wonderful guidance system that they are. Usually people only mention the 7 main chakras inside of the body but there are actually many more.

Chakras are like energy portals inside the body that record every piece of information about our life experience and even more, from all levels of our lives. The weaknesses, blocks or other types of fragility show us what areas or issues of our lives we need to work on. When we work at an energy level, we can see the improvement in all the corresponding areas, such as health, relationships, behaviour patterns, etc. It really is a life changer.

 

 

 

 

 

 


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O Batido Verde mais simples de sempre ~ The easiest Green Smoothie ever

(Please scroll down for English version)IMG_3866Não há nada como voltar ao básico, ao simples e ao fácil. É refrescante ver e saber que não é preciso nada de muito complicado para sermos saudáveis e felizes. Por isso hoje a receita é bem simples, uma homenagem ao lema “menos é mais”.

E se ainda não estás muito familiarizada com a ideia dos batidos verdes, podes inspirar-te aqui e tirar as dúvidas aqui.

Ingredientes:
2 bananas congeladas
2 cups de sumo de aipo e pepino (usei o da SoNatural)

Instruções:
~ juntar tudo numa liquidificadora e triturar até ficar cremoso, sem pedaços de banana
~ pôr num copo ou frasco e beber logo a seguir

(o sumo usado nesta receita foi oferecido)

IMG_3882English:

There’s nothing like going back to basic, to what’s simple and easy. It’s very refreshing to see and know that we don’t need a lot of complicated things in order to be healthy and happy. That’s why today’s recipe is so simple, and ode to the mantra “less is more”.

If you’re not familiarised with the concept of green smoothies, you may find lots of info about it here and a lot more inspiration here.

Ingredients:
2 frozen bananas
2 cups of cucumber and celery juice (I used the one from SoNatural)

Directions:
~ place everything in a blender and process until creamy and smooth, without nay banana chunks
~ pour it in a glass and drink it right away. Enjoy!

(the juice I used in this recipe was offered)

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Queques de manga, laranja e tâmaras ~ Mango and orange muffins with dates

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(Please scroll down for English version)

Este post de hoje vai ser como os queques – pequeno e docinho! Queria partilhar uma receita nova para agradecer todas as mensagens de parabéns que recebi.

Fiz esta receita num fim de semana, quando me deu vontade de inventar uns bolinhos para comer bem quentinhos.
O resultado foi este, queques vegan de laranja e manga, sem óleo e adoçados só com tâmaras e fruta.

Ficam fofinhos e comem-se num piscar de olhos! Fiz com manga mas um dias destes vou experimentar com banana… cheira-me que também devem ficar muito bons.

Ingredientes:
(se possível biológicos)

1 cup/chávena de farinha de espelta
1 cup/chávena de flocos de aveia integrais
1/2 cup/chávena de sumo de manga e laranja (usei da SoNatural)
1/2 cup/chávena de puré de maçã
1/2 cup/chávena de leite de arroz (sem açúcar)
1/3 cup/chávena de manga
70g de pasta de tâmaras
1 colher de sopa de melaço de cana
1 colher de sopa com raspa de laranja
1 colher de sopa de fermento
1 colher de chá de bicabornato de sódio
1 pitada de sal

Instruções:
~ usar um processador de comida e triturar o leite com o sumo, melaço de cana, pasta de tâmaras, manga e puré de maçã. Quando já não se vir pedaços grandes da pasta de tâmaras, está pronto.
~ numa taça misturar bem os ingredientes secos: farinha, flocos, raspa de laranja, bicarbonato, fermento e sal
~ juntar o líquido já triturado à taça com os ingredientes secos e misturar até não haver nada seco.
~ distribuir a mistura pelas formas de queques
~ deixar no forno a 150ºC durante 15 a 20 minutos, ou quando o teste do palito mostrar que já está pronto.

Esta receita deu 8 queques pequenos

(O sumo usado nesta receita foi oferta)

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English:

Today’s post will be just like these muffins – short and sweet! I wanted to share a new recipe to thank you all for the birthday wished.

I experimented with this recipe the other weekend, when I was craving something warm and sweet. This was the result, mango and orange vegan muffins, sweetened only with fruit and dates and free from oil. 

They are moist and disappear fast! I used mango but one of these days I’ll try it with banana because I’ve got a feeling it will turn out great as well.

Ingredients:
(organic if possible)

1 cup of spelt flour
1 cup of whole oats
1/2 cup of mango and orange juice (I used SoNatural)
1/2 cup of apple sauce
1/2 cup of rice milk (unsweetened)
1/3 cup of mango
70g of date paste
1 tablespoon of blackstrap molasses
1 tablespoon of orange zest
1 tablespoon of baking powder
1 teaspoon of baking soda
1 pinch of salt

Directions:
~ Use a food processor and blend the mango with the juice, milk, apple sauce, date paste and molasses. It will be ready when you cannot see pieces of date paste.
~ Mix in a bowl all the dry ingredients: flour, oats, baking soda and powder, salt and orange zest
~ Pour the liquid mixture into the bowl with the dry ingredients and mix everything until nothing is dry.
~ Pour the dough into the little muffin shapes
~ Leave it in the oven at 150ºC for about 15/20 minutes or when the toothpick comes out clean

This recipe gave 8 small muffins

(The juice I used for this recipe was an offer)


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Como anda a tua vida romântica e sexual? ~ How’s your romantic and sex life?

(Please scroll down for english version)IMG_3175

Como anda a tua vida romântica e sexual?

Vem aí um dia muito complicado para muita gente… o dia de S Valentim. Vivemos numa sociedade em que nos ensinam que a chave da felicidade anda por aí nas mãos de outra pessoa que nos irá completar. E se não a encontramos é porque há algo de errado connosco. Mas a verdade não poderia ser mais diferente… a relação mais importante da tua vida é a relação que tens contigo própria. É essa a porta para existir equilíbrio e harmonia em todas as outras relações.

Há muitas causas para bloqueios românticos, bloqueios sexuais ou desequilíbrios de vários tipos nas relações amorosas.
Desde medos, traumas, experiências passadas negativas, crenças ou padrões negativos (que vêm da nossa família, educação, cultura, geração, etc), apego a relações que já terminaram, ligação à energia de namorados antigos, falta de amor próprio, falta de valorização pessoal, expectativas irrealistas, ansiedade, desequilíbrio interior entre energia feminina e masculina, incapacidade de receber, etc etc…

Tudo isso está “gravado” na nossa energia, assim como tudo o que nos acontece e nos vai moldando ao longo da vida, mesmo o que aconteceu quando ainda nem tínhamos consciência de sermos quem somos. Tudo o que a nossa alma traz dos tempos de que nem nos conseguimos lembrar e também o que traz do subconsciente colectivo. E tudo o que está na nossa energia é reflectido em todos os níveis da nossa vida – físico, emocional, mental e espiritual.
E é por isso que o trabalho energético como o Reiki se torna tão eficaz e interessante – porque trabalha ao nível da raiz do problema e não apenas ao nível dos sintomas.

Mas o Reiki não é uma pílula milagrosa que faz desaparecer todos os nossos problemas num piscar de olhos. Não quero assustar ninguém e digo isto apesar de considerar que o Reiki é sempre benéfico e útil. Posso dizer que há poucas coisas que me dêem tanto prazer quanto receber energia Reiki – é como estar no meu pedaço de céu… a calma, a paz, o amor… É uma sensação incomparável e que não conseguiria imaginar antes de ter experimentado.

Mas que se desengane quem acha que o Reiki é para os preguiçosos. E sim, é verdade que algumas questões podem ficar resolvidas logo na primeira consulta e saímos da sessão a sentir logo que algo está diferente. Mas no que toca a transformação profunda e duradoura, é preciso consistência e compromisso com a evolução interior. O Reiki é uma terapia que, na minha opinião, exige coragem e também vontade genuína, disponibilidade, aceitação do lado sombra, consciência e paciência. É um trabalho simples mas profundo e quando nos dedicamos a ele, somos recompensados com a nossa verdadeira transformação.

Por isso volto a perguntar: Como anda a tua vida romântica e sexual?

Se tens vontade de sair de ciclos repetitivos, negativos e frustrantes e queres ser a criadora da tua própria vida, está na hora de marcar a tua primeira sessão de Reiki.
Estou à distância de uma mensagem e fico à tua espera!
(E espero que tenhas um feliz dia de S.Valentim, independentemente do teu estado civil) ❤️

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ENGLISH:

How’s your romantic and sex life?

Tomorrow is a tough day for many people… Valentine’s day. We live in a society where we are taught that the key to happiness is somewhere out there, in somebody else’s hands and that person will complete us. And if you haven’t found that person, then something must be very wrong with you. But that couldn’t be farther from the truth… the most important relationship in your life is the relationship you have with yourself. That’s the door to having balance and harmony in all of your relationships.

There are many causes to romantic or sexual blocks or even imbalances. From fears, trauma, negative past experiences, negative patterns or beliefs (conscious and unconscious, that come from our family, education, culture, generation and so on), attachments to former relationships and former lovers, lack of self love, lack of personal value, unrealistic expectations, anxiety, inner imbalances of male and feminine energies, inability to receive, and so on…

All of that is “recorded” in one’s energy, along with everything that ever happened and shaped that person, even what happened when there’s no personal conscience of being a person. Everything the soul brings from times we can’t really recall and even everything it brings from the collective subconscious. And what is in your energy can be reflected in all areas of your life – physically, emotionally, mentally and spiritually.

And that is why energetic work such as Reiki is so interesting and effective – because it works at the level of the root of the problem and not only at the level of the symptoms. But Reiki is not a magical pill that will make all your problems disappear in an instant. I don’t want to scare anyone and I say this even though I consider Reiki to be useful and positive for everyone. I can honestly say that there are very few things that give me more pleasure than to receive Reiki energy – it’s like being in my little slice of heaven… the peace, the calm, the love… It’s a feeling I can’t really compare to anything else and I couldn’t even imagined it before I tried it for the first time.

But let me assure you that Reiki is not for the lazy, And yes, some issues may require only one session for you to feel a shift, but when it comes to deep and lasting change, we need consistency and commitment to your inner evolution. In my opinion, Reiki is a therapy that requires courage, true will, being available, accepting your shadow side, mindfulness and patience. It’s a simple but very deep work and when we are truly dedicated to it, we can be rewarded with true transformation.

So I’ll ask you again: how’s your romantic and sexual life?

If you are ready to end repetitive, negative and frustrating cycles and wish to take charge of the creation that is your life, then it might be time to schedule your first Reiki session. I am one message away and I’ll be waiting for you.

I wish you a beautiful Valentine’s day, regardless of your relationship status. ❤️